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Dra. Renata Bastos Alves, coordenadora da equipe de oftalmologia do Hospital América, participou da live “América Responde”, desta sexta-feira (25). Na live, ela respondeu questões sobre diversos temas da especialidade, como:

– Conjuntivite alérgica;
– Catarata;
– Riscos de coçar os olhos;
– Grau de óculos.

Assista e confira!

América Responde com a Dra. Renata Bastos, oftalmologista. Envie sua pergunta. Agende sua consulta pelo WhatsApp: http://bit.ly/2pPFxok

Publicado por Hospital América de Mauá em Sexta-feira, 25 de outubro de 2019



Cirurgias Plásticas

Saiba a diferença entre cirurgia plástica estética e reparadora

A cirurgia plástica age no intuito de corrigir uma imperfeição, seja ela congênita ou adquirida durante a vida, e o cirurgião plástico é o profissional habilitado para realizar esse procedimento de reconstrução ou modificação. Existem, porém, diferenças entre a cirurgia plástica reparadora e a estética, conforme explica a Dra. Giselle Munhoz, cirurgiã plástica e prestadora de serviços no Hospital América de Mauá: “A cirurgia reparadora é indicada por razões médicas. Quando o paciente tem uma doença que lhe traz algum transtorno, ele busca, por meio da cirurgia, reparar esse aspecto. Já a cirurgia plástica estética não está relacionada a uma doença ou a um problema físico, mas a algo que o paciente gostaria de melhorar esteticamente, como aumentar a mama. A cirurgia plástica mais comum atualmente é o implante da prótese mamária, seguida da lipoaspiração, das pálpebras e das cirurgias no nariz e abdômen”.

Antes de realizar a cirurgia plástica, é fundamental que o paciente siga todas as orientações passadas no pré-operatório, como esclarece a Dra. Giselle: “Existem instruções específicas para cada cirurgia. No geral, se o paciente tiver uma boa dieta, ele não apresentará nenhum déficit nutricional capaz de acarretar algum problema de cicatrização. Uma pele boa, hidratada, ajudará na recuperação e menor será o risco de aparecimento de estrias. Não se deve fumar de jeito nenhum, porque o tabagismo interfere ativamente, piorando a cicatrização e gerando complicações no pós-operatório”.

A escolha do profissional que fará a cirurgia plástica deve ser feita com cautela, por isso é indispensável buscar informações sobre o especialista. Para se formar em cirurgia plástica, é preciso, além dos seis anos da faculdade de medicina, dois anos de especialização em cirurgia geral e mais três anos de especialização em cirurgia plástica, totalizando onze anos de formação. De acordo com a Dra. Giselle, o paciente deve verificar se o profissional escolhido é realmente apto para realizar cirurgias plásticas: “Os cirurgiões plásticos devidamente habilitados estão credenciados na Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica. Antes de escolher o profissional, o paciente pode acessar a página da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica e se certificar de que o médico que fará sua cirurgia é membro, além de se informar se o profissional tem uma boa formação. É importante também que o paciente converse bastante com o seu cirurgião e analise se há empatia no atendimento, pois é essencial que o paciente goste do médico. Ter indicações de outros pacientes que já realizaram cirurgias com o profissional escolhido também é uma forma de saber se haverá uma boa evolução pós-operatória”.

No Hospital América, além de toda a equipe médica possuir título de especialista, são disponibilizados todos os exames necessários durante o pré e pós-operatório, como lembra Dra. Giselle: “O Hospital América é certificado pela Organização Nacional de Acreditação (ONA), garantindo ao paciente excelência em atendimento. É um hospital que está preparado para tudo de que o paciente precisar. Temos exames laboratoriais, de imagem e também drenagens, realizadas pelas fisioterapeutas do hospital”.

Cirurgias Plásticas
Cirurgias Plásticas


Veja em quais momentos da vida você deve realizá-lo

Os cuidados com a saúde feminina geralmente começam na fase da menarca, quando a paciente tem a primeira menstruação. Dr. Ricardo Barbosa Diniz, diretor e ginecologista do Hospital América de Mauá, comenta sobre essa primeira consulta: “Uma boa conversa esclarece muitas dúvidas e traz para o médico a expectativa da paciente. Essa consulta normalmente é seguida de um exame físico e, sempre que necessário, acompanhada da solicitação de exames diagnósticos”.

Na consulta, o ginecologista deve passar as devidas orientações para a adolescente e avaliar se a sua evolução se encontra dentro do esperado, muitas vezes por meio de exames, como explica Dr. Diniz: “Os principais exames são os laboratoriais, alguns hormonais e os de imagem, muito importantes para a análise anatômica da paciente. O calendário vacinal também é sempre averiguado e rotineiramente seguimos o do Ministério da Saúde. É importante ressaltar a importância da vacina do HPV na puberdade e adolescência”.

A partir dos 20 anos, ou ao iniciar a vida sexual, o especialista destaca alguns cuidados específicos: “É importante a paciente ter conhecimento dos principais exames solicitados, como os exames laboratoriais para rastrear anemia, hipo ou hipertireoidismo, diabetes, entre outros, além dos exames preventivos de câncer de colo uterino e mamas. A orientação em relação ao uso de métodos anticoncepcionais e suas variações e mecanismos de ação também são de suma importância para a paciente. A gravidez deve ocorrer apenas se desejada”.

De modo geral, as mulheres costumam ter o hábito de procurar o ginecologista, seja para tirar dúvidas sobre alguma doença, conhecer melhor sua sexualidade, fazer exames preventivos ou planejar gravidez. E, uma vez que decidam engravidar, a consulta médica é fundamental, esclarece o especialista: “O preparo que ocorre antes da gravidez e a avaliação pré-natal são imprescindíveis para o rastreamento de algumas patologias que podem eventualmente ocorrer. Na consulta, a paciente recebe orientações sobre alimentação, atividade física e uso de medicações.  Algumas medicações devem ser iniciadas antes mesmo de ela estar grávida. O pré-natal é muito importante na evolução obstétrica da paciente. Seu acompanhamento deve ser mensal, e algumas vezes semanal, para avaliar o desenvolvimento materno fetal e para que sejam solicitados exames laboratoriais, sorológicos e ultrassonográficos”.

A partir dos 40 anos, além dos exames laboratoriais e hormonais, a mamografia e a densitometria óssea também passam a fazer parte do check-up feminino anual, como informa o médico: “Passamos a solicitar anualmente o exame de mamografia e densitometria óssea, mas algumas pacientes precisam iniciar essa rotina mais cedo. A avaliação com o ginecologista é fundamental para estabelecer esses critérios”. Além disso, após a primeira consulta com o ginecologista, é possível rastrear a necessidade de a paciente buscar outros profissionais.

Check-up Feminino

Check-up Feminino

De acordo com o Instituto Nacional do Câncer (INCA), o câncer de mama é a neoplasia de maior incidência mundial entre as mulheres.  No Brasil, estimam-se 59.700 novos casos na população feminina entre 2018 e 2019. Dra. Greice Tarabay Bisson, mastologista, diz que é possível diagnosticar o câncer de mama precocemente e explica quando procurar um especialista da área: “Toda mulher deve fazer sua rotina ginecológica ao menos uma vez ao ano. Elas também devem realizar o autoexame, na tentativa de diagnosticar precocemente alguma alteração física nas mamas. Por isso é importante consultar o ginecologista, já que ele irá solicitar os exames de rotina e, caso haja necessidade, encaminhará a paciente para o especialista, a fim de realizar uma melhor investigação. Já o mastologista é quem acolhe as queixas da mulher com relação a alguma alteração mamária, seja pela presença de algum nódulo, dor, alteração no volume ou na forma das mamas, ou em casos de alguma alteração congênita. Habitualmente, a paciente chega até o mastologista encaminhada pelo seu médico ginecologista, que é o clínico geral da mulher. O ginecologista solicita os exames de rotina, como ultrassonografia e mamografia, e, caso ele tenha alguma dúvida ou tenha algum achado nesses exames, a encaminha para o mastologista”.

Toda mulher, em algum momento da vida, precisará se consultar também com um endocrinologista, para verificar questões hormonais, a tireoide ou para tratar doenças como a obesidade. Dra. Larissa Ferraz Garcia, endocrinologista, explica quando se deve procurar um especialista: “O médico endocrinologista cuida das doenças que são causadas por alterações hormonais. Entre essas doenças, as mais conhecidas são obesidade, diabetes, alterações na tireoide e doenças do metabolismo ósseo, como a osteoporose e a osteopenia. Em crianças, são comuns as alterações de crescimento; na puberdade, o atraso ou o desenvolvimento precoce dos adolescentes; nas mulheres mais jovens, dificuldades para engravidar; nas mulheres com mais idade, a menopausa. As doenças que mais acometem as mulheres são alterações menstruais, como atraso na primeira menstruação, irregularidades no ciclo, dificuldade de engravidar, síndrome do ovário policístico, crescimento de pelos em regiões pouco usuais, menopausa, osteoporose e osteopenia”.

É importante que as mulheres ainda se atentem para os cuidados com as varizes e a circulação. Dr. Paulo Matsumura, cirurgião vascular, explica um pouco sobre essa enfermidade: “As varizes são veias dilatadas e deformadas que, dependendo do grau da evolução da doença, vão muito além da estética. Elas podem provocar vários sintomas, como dores nas pernas, cansaço, sensação de peso, câimbras e, em estágio mais avançado, podem evoluir para a temida “úlcera varicosa”, que são feridas que não cicatrizam e que podem surgir em quem tem varizes em estado avançado nas pernas”.

Hábitos de vida saudáveis, dieta alimentar adequada e atividades físicas ajudam na prevenção das varizes, como ressalta o cirurgião: “Especificamente com relação às varizes, o uso de meia elástica compressiva é interessante para aquelas pessoas que têm pré-disposição ou até para aquelas que já fizeram algum tipo de tratamento. E também evitar ficar muito tempo parado, em pé, ou seja, evitar ortostatismo prolongado, que é um fator também de piora, porque, à medida que se fica parado, a circulação nas pernas acaba ficando mais lenta, o que acaba prejudicando quem tem varizes”.



Dr. Barbosa fala sobre a importância do pré-natal.

Em homenagem ao Dia do Obstetra, entrevistamos o diretor e ginecologista/obstetra do Hospital América de Mauá, Dr. Ricardo Barbosa Diniz, para saber um pouco sobre a especialidade que cuida da saúde e bem-estar, das mamães e bebês. De modo geral, em algum momento, as mulheres procuram o ginecologista. Seja para tirar alguma dúvida sobre alguma doença, fazer seus exames preventivos ou planejar a sua gravidez. Uma vez que decidida engravidar, a consulta com o especialista é de suma importância, como explica o médico.  “O pré-natal é importante para o bom andamento da gravidez da paciente. Ela terá noção das várias etapas que irão acontecer, o que vai acontecer em cada fase.

A paciente receberá orientações nutricionais, exercício físico, o que pode e o que não pode ser feito e uso de medicações, dentro do acompanhamento mensal que essa paciente deve ter. Os exames laboratoriais são importantes, ultrassonográficos são fundamentais, algumas pacientes necessitam de outros tipos de abordagem em relação aos exames, mas rotineiramente são esses. Ela deve passar antes da gravidez, algumas medicações devem ser iniciadas nessa fase, para que tenha um bom desenvolvimento dessa gestação”.

Para mais informações, consulte-nos pelo telefone: (11) 4544-2085



Diagnóstico tardio é uma das principais causas de morte por Sepse no Brasil | Dr. Leopoldo Trevelin

Você ou alguém da sua família está com: febre, tosse, produção de catarro, diminuição na produção de urina, aceleramento da frequência cardíaca, aumento da frequência respiratória, sonolência ou confusão mental? Esses sintomas podem ser sepse.

A sepse é uma resposta inflamatória, generalizada, que ocorre quando o corpo reage a uma infecção. Ela pode ser considerada uma exacerbação de um processo inflamatório frente a um agente infeccioso. O Dr. Leopoldo Trevelin, infectologista do Hospital América de Mauá, explica quando é possível ocorrer a sepse: “Ela pode ocorrer em qualquer parte do nosso corpo, começar no trato gênito urinário, trato respiratório, na pele, e, a partir daí, se o nosso sistema imunológico não consegue combater de forma adequada a infecção, ela pode se espalhar e cair na corrente sanguínea”.

A sepse é variável e cada paciente irá apresentar um sintoma específico, mas existe um grupo de sintomas que fazem perceber que alguma coisa está errada, como descreve o infectologista: “Em crianças, é bastante comum uma irritabilidade aumentada, um aumento do choro, uma apatia. Indivíduos adultos, geralmente, têm um taquicardia, um aceleramento da frequência cardíaca, um aumento da frequência respiratória, febre, sinais do processo infeccioso do sítio onde ele é originário, como por exemplo: num quadro respiratório, tosse, produção de catarro, diminuição da produção de urina, pode haver sonolência em pessoas mais idosas, inclusive confusão mental”.

Qualquer pessoa pode ter sepse, mas é mais comum em pacientes que têm algum comprometimento do sistema imunológico, como ressalta o médico: “Pacientes que têm diabetes, pacientes que têm insuficiência renal crônica, pacientes que estão fazendo tratamento para câncer ou em uso de drogas imunossupressoras, pacientes com AIDS têm uma tendência aumentada em sofrer sepse”.

O tratamento para sepse é realizado de acordo com o agente etiológico (fungos ou bactéria), como pontua o doutor: “Na maioria das vezes as infecções são causadas por bactérias, e é preciso usar o antibiótico adequado para tratar esse determinado tipo de bactéria. Mas outros agentes podem ser responsáveis, como por exemplo, os fungos. Como é uma resposta aumentada do nosso corpo frente a uma infecção, não temos como prever que isso vá acontecer, e qualquer pessoa está sujeita a desenvolver a sepse”.

No Hospital América, os pacientes têm todos exames disponíveis para fazer o diagnóstico e o tratamento da sepse, conforme o especialista orienta: “Não é necessário um aparato tecnológico muito grande. Na maioria das vezes, são alguns exames de laboratório, coleta de exames de sangue, de urina, raios-X de tórax, eventualmente uma tomografia, já são suficientes para dar o diagnóstico de sepse”.

A sepse tem cura quando se faz o tratamento específico para o agente infeccioso responsável, como lembra o médico: “Um antibiótico ou um antifúngico são suficientes para tratar a sepse, associado a um pacote de medidas que a gente costuma fazer. Com uma boa hidratação e um aporte calórico adequado, em alguns dias o paciente consegue sair desse quadro de sepse e manter o tratamento em casa ou até ter alta do hospital”.

Para mais informações, consulte-nos pelo telefone: (11) 4544-2085.



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Telefone: (11) 4544.2085





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