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Pneumologista do Hospital América de Mauá alerta sobre o uso do dispositivo

O cigarro eletrônico está cada vez mais popular no mundo, principalmente entre os jovens. Trata-se de um dispositivo alimentado por baterias que provoca uma combustão de substâncias e produz, entre outros produtos, a nicotina volátil (vapor). Diferentemente do cigarro tradicional, o cigarro eletrônico não contém tabaco, cuja queima gera milhares de substâncias tóxicas, como o monóxido de carbono (fator de risco para infarto) e os alcaloides do alcatrão (agentes cancerígenos). No dispositivo eletrônico, os aditivos são aquecidos e liberados em forma de vapor, que é então aspirado pelo usuário. No entanto, apesar de produzir menos substâncias tóxicas que o cigarro convencional, o cigarro eletrônico também é prejudicial à saúde, de modo que quem o utiliza não está livre de desenvolver problemas de saúde, como explica o Dr. Reginaldo Amaral Batista, pneumologista e prestador de serviços no Hospital América de Mauá:  “Não existem ainda estudos conclusivos a respeito, talvez pelo fato de ser um produto relativamente novo no mercado e seus possíveis efeitos ainda não terem se apresentado de maneira contundente no organismo, mas, sim, é possível adquirir doenças com a utilização do dispositivo”.

No Brasil, o cigarro eletrônico nunca teve registro, sendo proibido pela Anvisa desde 2009. Em um parecer de 2017, a Anvisa informou que o dispositivo eletrônico transmite uma falsa sensação de segurança ao fumante, o que, somado à falta de comprovação científica sobre a eficácia e segurança do produto, principalmente quando apresentado como alternativa para parar de fumar, justifica essa decisão. Também são proibidas a publicidade e a importação do produto no país, como ressalta o pneumologista: “Gostaria de salientar a importância de essas proibições serem mantidas no Brasil, pois nos EUA o cigarro eletrônico já é uma epidemia entre os jovens. A nicotina é uma substância altamente viciante (semelhante às presentes na cocaína e na heroína) e pode ser administrada em altas doses quando o consumidor não tem conhecimento disso. Além do mais, a médio prazo, portas podem se abrir para o consumo de tabaco e de substâncias psicoativas, devendo-se considerar ainda o malefício que o próprio dispositivo pode causar”.

Segundo uma pesquisa recente realizada pelo Ministério da Saúde, em 12 anos o número de fumantes no Brasil caiu 40%. Essa pesquisa, feita por meio do Sistema de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel), mostra que o país tem o que comemorar. Em 2018, apenas 9,3% dos brasileiros afirmaram ter o hábito de fumar. Em 2006, ano da primeira edição da pesquisa, esse índice era de 15,6%.

Dr. Reginaldo Amaral Batista | Pneumologista e prestador de serviços no Hospital América de Mauá | CRM 43637

 


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Pediatra do Hospital América de Mauá fala sobre a importância do aleitamento materno

“Capacite os pais e permita a amamentação, agora e no futuro!” é o slogan da Semana Mundial de Aleitamento Materno (SMAM) 2019, definido pela Aliança Mundial para Ação em Amamentação (WABA, sigla em inglês). A iniciativa, que acontece anualmente em agosto, tem como objetivo enfatizar a importância do envolvimento de todos os familiares próximos, não apenas da mãe, para garantir que seja possível o aleitamento materno exclusivo nos primeiros 6 meses de vida e de forma complementar até os 2 anos de idade. “Quando nos referimos à amamentação, o binômio mãe-bebê surge de imediato em nosso pensamento, porém para que ela ocorra é preciso que haja um ambiente favorável: tranquilo, confortável e sem fatores estressores, com a presença de pessoas para assegurar uma amamentação de qualidade para mãe e bebê. A participação do pai, a ajuda de familiares e a assistência de profissionais de saúde são fatores que interferem diretamente no êxito do amamentar. O pai é fundamental no processo do aleitamento materno e pode participar de diversas maneiras, sendo as principais estar ao lado da mãe para oferecer todo o apoio necessário durante o processo e auxiliar nos cuidados da casa e dos filhos mais velhos, bem como na alimentação da lactante e em outras funções que a mãe anteriormente realizava.  Familiares e amigos também podem contribuir com esses cuidados”, explica a Dra. Nathalie Moschetta Monteiro Gil, pediatra e neurologista infantil, prestadora de serviços no Hospital América de Mauá.

Desde 1992, mais de 120 países celebram a Semana Mundial da Amamentação entre os dias 1º e 7 de agosto, definidos pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) com base na Declaração de Innocenti, assinada em 1º de agosto de 1990. A campanha Agosto Dourado remete ao mês dedicado à intensificação das ações de promoção, proteção e apoio ao aleitamento materno, chamando atenção para a grande importância da amamentação no desenvolvimento do recém-nascido. O dourado faz alusão à definição do leite materno segundo a OMS: alimento de ouro para a saúde dos bebês. “O objetivo da campanha é informar sobre os benefícios do leite materno, que está diretamente ligado a uma boa nutrição, bem como vincular a amamentação a uma agenda nutricional de segurança alimentar, alcançar pessoas e organizações que trabalham com questões relacionadas à propagação de informação sobre a amamentação e motivar as mães a amamentar com consciência sobre a importância nutricional do leite materno”, esclarece a doutora.

A composição do leite materno

“Nos primeiros dias após o parto, é produzido o colostro. Quando comparado ao leite maduro, ele é mais viscoso e possui maior concentração de proteínas, minerais, carotenoides e vitaminas lipossolúveis, principalmente A e E, além de apresentar menor quantidade de lactose, gorduras e outras vitaminas. O colostro é muito rico em fatores de defesa, como substâncias imunomoduladoras, agentes anti-inflamatórios, imunoglobulinas e outros agentes antimicrobianos. As modificações na composição láctea após o 5º dia ocorrem de forma gradual e progressiva, sendo denominado leite de transição o leite produzido nesse período intermediário entre o colostro e o leite maduro. Embora o período compreendido entre o 6º e o 10º dia pós-parto seja considerado transicional, poucos nutrientes atingem o 10º dia com seus valores definitivos. Essa irregularidade na composição láctea dos primeiros dias pode ser atribuída à imaturidade fisiológica e metabólica da glândula mamária, então, apesar de o processo de transição perdurar durante todo o primeiro mês de lactação, convencionou-se definir como leite maduro o leite produzido posteriormente ao 15° dia de vida do bebê. Nesse período, o soro do leite humano apresenta cerca de 60% a 90% de seu teor proteico total, e sua composição inclui alfa-lactoalbumina, lactoferrina, lisozima, soroalbumina, imunoglobulinas e betalactoglobulina. A alfa-lactoalbumina, que constitui cerca de 40% das proteínas do soro do leite humano, é necessária para o transporte de ferro e para a síntese de lactose na glândula mamária. A lactoferrina, a lisozima e as imunoglobulinas, especialmente a IgA secretora, são proteínas do soro do leite humano relacionadas ao sistema de proteção do corpo. A caseína, proteína responsável por conferir a aparência branca do leite, possui vários subtipos, mas predominam no leite humano as frações beta-caseína (50%) e kappa-caseína (20% a 27%). Durante a lactação, ocorre uma acentuada elevação do teor de caseína no leite humano, acompanhada de um concomitante decréscimo dos níveis de proteínas do soro. A lactose constitui cerca de 70% do conteúdo de carboidratos do leite materno e sua concentração no colostro oscila em torno de 5,3 g/dl, elevando-se para 7 g/dl no leite maduro. As gorduras são a maior fonte de energia do leite humano e são facilmente digeríveis e absorvíveis. Entre os macrominerais presentes, estão sódio, potássio, cloreto, cálcio, magnésio, fósforo e sulfato. É importante lembrar que os microelementos, ou seja, o conteúdo vitamínico do leite humano, pode ser afetado por diversos fatores, sendo o principal o estado nutricional materno”, afirma a doutora.

Benefícios da amamentação

O aleitamento materno apresenta inúmeras vantagens, como aspectos higiênicos, imunológicos, psicossociais e cognitivos, contribuindo também para a prevenção de doenças futuras. Além disso, gera menor custo e efeito anticoncepcional, bem como outros inúmeros benefícios para o organismo da mãe e do bebê.  “O leite humano possui uma composição nutricional balanceada em termos de proteínas, carboidratos e gorduras, garantindo o crescimento e o desenvolvimento adequados do recém-nascido. Ele auxilia no desenvolvimento neurológico, no fortalecimento do sistema imunológico e reforça o vínculo afetivo entre mãe e filho. Também reduz a morbimortalidade infantil ao diminuir a incidência de doenças infecciosas, proporciona nutrição de alta qualidade para o bebê e promove a correta estimulação dos músculos orofaciais. Estudos recentes tem mostrado que pacientes que receberam aleitamento materno exclusivo até o 6º mês de vida desenvolveram fatores protetores na infância e na vida adulta para obesidade, diabetes, doenças inflamatórias intestinais, leucemia infantil, otite média, infecções do trato respiratório superior e inferior e apresentaram melhor desempenho em testes de inteligência (QI). Vale lembrar que o ritmo intestinal no primeiro ano de vida, sobretudo nos primeiros meses, é diferente. No início, o bebê pode evacuar todas as vezes depois que mamar, devido ao reflexo gastrocólico, ou evacuar em intervalos longos, até mesmo de dias, e isso é considerado normal, desde que as fezes estejam amolecidas, não apresentem rajas de sangue e o aumento de peso seja adequado. O ganho ponderal do bebê deve ser acompanhado mensalmente pelo pediatra para monitorar o seu crescimento”, ressalta a especialista.

O volume de leite materno necessário para satisfazer um recém-nascido é definido pelo cálculo da capacidade gástrica do bebê, que depende do peso, mas quando se trata de aleitamento materno exclusivo esses cálculos não são necessários. “O aleitamento deve ser realizado em livre demanda, ou seja, sem horários pré-estabelecidos, porém é importante que algumas informações sejam passadas às mães: o leite inicial tem composição predominantemente hídrica, já o leite posterior concentra as gorduras necessárias para a satisfação e nutrição do bebê, portanto a amamentação deve ser realizada na mesma mama até que ela esvazie, para depois intercalar com a outra. As mães também devem ser instruídas quanto ao intervalo máximo entre as mamadas: 4 horas, que é o tempo que leva para o estoque de glicose no organismo do recém-nascido acabar”, comenta a médica.

Dicas para amamentar

Para a mãe ter sucesso na amamentação, é preciso seguir algumas orientações em relação à alimentação, ao sono e às técnicas necessárias para a pega correta. “É necessário ingerir bastante água, não ficar nervosa durante o período de aleitamento, dormir bem, ter uma alimentação saudável e amamentar sempre que o bebê quiser, ajudando-o a acertar a pega. A massagem prévia à amamentação, com ordenha inicial, e compressas de água morna também podem ser úteis. O mais importante, no entanto, é respeitar a livre demanda e se certificar de que a pega está correta.  A ingestão de remédios deve ser feita somente em casos específicos e sob orientação médica. A lactante deve se sentar de modo confortável, relaxada, com a coluna ereta e os pés apoiados em uma banqueta. O corpo do bebê deve estar totalmente voltado para o corpo da mãe, de modo que seja possível o encontro de barriga com barriga. O pescoço do bebê deve estar ligeiramente estendido para facilitar a pega, e a mama deve ser segurada com os dedos em forma de “C”, não em forma de tesoura. O bebê deve estar bem apoiado, o queixo tocando o peito e a boca bem aberta, de frente para o mamilo”, instrui a pediatra.

O aleitamento também contribui para a saúde da mulher ao reduzir riscos de certos tipos de cânceres, ampliar o intervalo entre partos, auxiliar a mulher a atingir seu peso ideal, proporcionar economia e ajudar no desprendimento da placenta, colaborando para a volta do útero ao tamanho normal e, com isso, evitando o sangramento excessivo e uma possível anemia. A amamentação reduz ainda o risco de a mulher desenvolver síndrome metabólica (doenças cardíacas e diabetes) após a gravidez, mesmo quando houve diabetes gestacional.

Mitos sobre a amamentação

– Mito ou verdade: O leite materno pode ser fraco para nutrir o bebê.

Mito. Não há leite materno fraco. O leite materno apresenta composição semelhante em todas as mulheres que amamentam e é o alimento ideal para o bebê, sendo sua ingestão recomendada de forma complementar até os 2 anos de vida ou mais e de forma exclusiva até o 6º mês.

– Mito ou verdade: O leite congelado, mesmo que retirado das mamas, perde os nutrientes.

Mito. Se armazenado adequadamente, o leite pode ser congelado por até 15 dias sem perder suas propriedades e sua qualidade nutricional.

– Mito ou verdade: Quem fez redução mamária ou colocou silicone não pode amamentar.

Mito. A cirurgia nos seios não impede a mulher de amamentar, desde que durante a cirurgia sejam preservadas as estruturas das mamas.

– Mito ou verdade: Seios muito pequenos não produzem leite na quantidade suficiente para o bebê.

Mito. O tamanho da mama não tem relação com a produção de leite. Tanto as mamas grandes quanto as pequenas possuem capacidade de produzir o mesmo volume de leite por dia.

 

Dra. Nathalie Moschetta Monteiro Gil, pediatra e neurologista infantil, prestadora de serviços no Hospital América de Mauá | CRM 163047

 



As doenças cardiovasculares estão entre as principais causas de morte no mundo, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), mas muitas delas poderiam ser evitadas com a avaliação de um médico cardiologista, exames preventivos e orientações para uma vida mais saudável.

Com o objetivo de prevenir e diagnosticar doenças cardíacas, o Hospital América lança mais um pacote de consulta e exames, o programa Na Sua Medida Check-up do Coração, que inclui consulta, retorno com o especialista e exames com preços acessíveis. Para atender as necessidades específicas de cada faixa etária, o programa é divido em dois pacotes:  pacientes com até 40 anos e pacientes acima de 40 anos.

Todos os exames são realizados no próprio Hospital América, o que, além de proporcionar mais comodidade ao paciente, evita custos com deslocamentos, reduz o tempo de coleta e agiliza os resultados.

O valor do pacote pode ser parcelado em até 5 vezes sem juros nos cartões de crédito (Visa, Mastercard, Hipercard, American Express e Elo), e o agendamento deve ser realizado por meio da Central de Atendimento: (11) 4544-2085.

O hospital conta ainda com estacionamento gratuito para pacientes que forem marcar ou realizar consultas, facilitando o acesso e garantindo tranquilidade no processo.

Confira o que está incluso em cada pacote do programa:

Pacientes com até 40 anos 

  • Eletrocardiograma
  • Raio X de tórax PA
  • Ecocardiograma
  • Hemograma completo
  • Creatinina
  • Potássio
  • Colesterol total e frações
  • Triglicérides
  • Glicemia de Jejum
  • Hemoglobina glicada
  • Teste ergométrico

Pacientes acima de 40 anos

  • Eletrocardiograma
  • Raio X de tórax PA
  • Ecocardiograma
  • Hemograma completo
  • Creatinina
  • Potássio
  • Colesterol total e frações
  • Triglicérides
  • Glicemia de Jejum
  • Hemoglobina glicada
  • Teste ergométrico
  • USG de carótidas

 Faça seus exames regularmente e sempre consulte um cardiologista.



Veja em quais momentos da vida você deve realizá-lo

Os cuidados com a saúde feminina geralmente começam na fase da menarca, quando a paciente tem a primeira menstruação. Dr. Ricardo Barbosa Diniz, diretor e ginecologista do Hospital América de Mauá, comenta sobre essa primeira consulta: “Uma boa conversa esclarece muitas dúvidas e traz para o médico a expectativa da paciente. Essa consulta normalmente é seguida de um exame físico e, sempre que necessário, acompanhada da solicitação de exames diagnósticos”.

Na consulta, o ginecologista deve passar as devidas orientações para a adolescente e avaliar se a sua evolução se encontra dentro do esperado, muitas vezes por meio de exames, como explica Dr. Diniz: “Os principais exames são os laboratoriais, alguns hormonais e os de imagem, muito importantes para a análise anatômica da paciente. O calendário vacinal também é sempre averiguado e rotineiramente seguimos o do Ministério da Saúde. É importante ressaltar a importância da vacina do HPV na puberdade e adolescência”.

A partir dos 20 anos, ou ao iniciar a vida sexual, o especialista destaca alguns cuidados específicos: “É importante a paciente ter conhecimento dos principais exames solicitados, como os exames laboratoriais para rastrear anemia, hipo ou hipertireoidismo, diabetes, entre outros, além dos exames preventivos de câncer de colo uterino e mamas. A orientação em relação ao uso de métodos anticoncepcionais e suas variações e mecanismos de ação também são de suma importância para a paciente. A gravidez deve ocorrer apenas se desejada”.

De modo geral, as mulheres costumam ter o hábito de procurar o ginecologista, seja para tirar dúvidas sobre alguma doença, conhecer melhor sua sexualidade, fazer exames preventivos ou planejar gravidez. E, uma vez que decidam engravidar, a consulta médica é fundamental, esclarece o especialista: “O preparo que ocorre antes da gravidez e a avaliação pré-natal são imprescindíveis para o rastreamento de algumas patologias que podem eventualmente ocorrer. Na consulta, a paciente recebe orientações sobre alimentação, atividade física e uso de medicações.  Algumas medicações devem ser iniciadas antes mesmo de ela estar grávida. O pré-natal é muito importante na evolução obstétrica da paciente. Seu acompanhamento deve ser mensal, e algumas vezes semanal, para avaliar o desenvolvimento materno fetal e para que sejam solicitados exames laboratoriais, sorológicos e ultrassonográficos”.

A partir dos 40 anos, além dos exames laboratoriais e hormonais, a mamografia e a densitometria óssea também passam a fazer parte do check-up feminino anual, como informa o médico: “Passamos a solicitar anualmente o exame de mamografia e densitometria óssea, mas algumas pacientes precisam iniciar essa rotina mais cedo. A avaliação com o ginecologista é fundamental para estabelecer esses critérios”. Além disso, após a primeira consulta com o ginecologista, é possível rastrear a necessidade de a paciente buscar outros profissionais.

Check-up Feminino

Check-up Feminino

De acordo com o Instituto Nacional do Câncer (INCA), o câncer de mama é a neoplasia de maior incidência mundial entre as mulheres.  No Brasil, estimam-se 59.700 novos casos na população feminina entre 2018 e 2019. Dra. Greice Tarabay Bisson, mastologista, diz que é possível diagnosticar o câncer de mama precocemente e explica quando procurar um especialista da área: “Toda mulher deve fazer sua rotina ginecológica ao menos uma vez ao ano. Elas também devem realizar o autoexame, na tentativa de diagnosticar precocemente alguma alteração física nas mamas. Por isso é importante consultar o ginecologista, já que ele irá solicitar os exames de rotina e, caso haja necessidade, encaminhará a paciente para o especialista, a fim de realizar uma melhor investigação. Já o mastologista é quem acolhe as queixas da mulher com relação a alguma alteração mamária, seja pela presença de algum nódulo, dor, alteração no volume ou na forma das mamas, ou em casos de alguma alteração congênita. Habitualmente, a paciente chega até o mastologista encaminhada pelo seu médico ginecologista, que é o clínico geral da mulher. O ginecologista solicita os exames de rotina, como ultrassonografia e mamografia, e, caso ele tenha alguma dúvida ou tenha algum achado nesses exames, a encaminha para o mastologista”.

Toda mulher, em algum momento da vida, precisará se consultar também com um endocrinologista, para verificar questões hormonais, a tireoide ou para tratar doenças como a obesidade. Dra. Larissa Ferraz Garcia, endocrinologista, explica quando se deve procurar um especialista: “O médico endocrinologista cuida das doenças que são causadas por alterações hormonais. Entre essas doenças, as mais conhecidas são obesidade, diabetes, alterações na tireoide e doenças do metabolismo ósseo, como a osteoporose e a osteopenia. Em crianças, são comuns as alterações de crescimento; na puberdade, o atraso ou o desenvolvimento precoce dos adolescentes; nas mulheres mais jovens, dificuldades para engravidar; nas mulheres com mais idade, a menopausa. As doenças que mais acometem as mulheres são alterações menstruais, como atraso na primeira menstruação, irregularidades no ciclo, dificuldade de engravidar, síndrome do ovário policístico, crescimento de pelos em regiões pouco usuais, menopausa, osteoporose e osteopenia”.

É importante que as mulheres ainda se atentem para os cuidados com as varizes e a circulação. Dr. Paulo Matsumura, cirurgião vascular, explica um pouco sobre essa enfermidade: “As varizes são veias dilatadas e deformadas que, dependendo do grau da evolução da doença, vão muito além da estética. Elas podem provocar vários sintomas, como dores nas pernas, cansaço, sensação de peso, câimbras e, em estágio mais avançado, podem evoluir para a temida “úlcera varicosa”, que são feridas que não cicatrizam e que podem surgir em quem tem varizes em estado avançado nas pernas”.

Hábitos de vida saudáveis, dieta alimentar adequada e atividades físicas ajudam na prevenção das varizes, como ressalta o cirurgião: “Especificamente com relação às varizes, o uso de meia elástica compressiva é interessante para aquelas pessoas que têm pré-disposição ou até para aquelas que já fizeram algum tipo de tratamento. E também evitar ficar muito tempo parado, em pé, ou seja, evitar ortostatismo prolongado, que é um fator também de piora, porque, à medida que se fica parado, a circulação nas pernas acaba ficando mais lenta, o que acaba prejudicando quem tem varizes”.


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09/05/2019 Dicas

O Hospital América resolveu inovar e ser o primeiro hospital em Mauá a se associar ao serviço de distribuição de podcasts no Spotify, Google Podcasts e Apple Podcasts.

podcast é uma mídia de transmissão de informações, como um programa de rádio, a diferença é que você pode ouvir o que quiser, na hora que quiser. “Segundo o Deezer, o tempo que o brasileiro passa ouvindo podcasts cresceu 130% no ano passado. No Spotify, cresceu 330%. Até 2022, mais de 1,3 bilhões de pessoas estarão ouvindo podcasts. Isso mostra que cada vez mais pessoas querem ouvir conteúdo de qualidade, não somente música ou navegar nas redes sociais”, explica Rafael Neaime, gerente de marketing do Hospital América.

A iniciativa partiu do setor de marketing do hospital e tem como objetivo disseminar informações sobre saúde, mas com uma linguagem simples e acessível. “Os podcasts servem não só como distração para o período em que os pacientes estão no hospital, mas também como forma de ouvir conteúdos interessantes”, comenta o gerente.

Periodicamente, serão postados conteúdos sobre saúde, bem-estar e qualidade de vida para as pessoas que utilizam os serviços do Hospital América. “Eles encontrarão informações sobre o dia a dia do hospital e, principalmente, dicas de saúde”, finaliza Neaime.

O Hospital América resolveu inovar e ser o primeiro hospital em Mauá a se associar ao serviço de distribuição de podcasts no Spotify, Google Podcasts e Apple Podcasts. Periodicamente, serão postados conteúdos sobre saúde, bem-estar e qualidade de vida com uma linguagem simples e acessível.

Conheça já! https://spoti.fi/2URCoC9


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Gastroenterologista do Hospital América de Mauá explica sobre as doenças inflamatórias intestinais

A campanha Maio Roxo foi instituída em 2016, com o intuito de divulgar as doenças inflamatórias. Esse mês foi escolhido, porque no dia 19 de maio comemora-se o Dia Mundial da Doença Inflamatória Intestinal. Segundo a Sociedade Brasileira de Coloproctologia, serão 300 mil novos casos, em 2019. No Brasil, não dispomos até o momento de dados epidemiológicos confiáveis, mas estima-se que, tanto a doença de Crohn, quanto a Retocolite Ulcerativa, tenha uma incidência de cerca de 10 a 20 casos novos para cada 100.000 habitantes. O que é consenso entre os especialistas que tratam dessas doenças é que sua incidência vem aumentando em nosso país e cada vez mais casos novos são diagnosticados.

As doenças inflamatórias intestinais são patologias sem uma causa definida, mas com forte componente genético e imunológico, que causam inflamações crônicas do intestino e, por vezes, podem acometer todo o trato gastrointestinal. “As duas principais doenças são a Doença de Crohn e a Retocolite Ulcerativa. A doença de Crohn pode inflamar qualquer segmento, desde a boca, até o ânus (geralmente não acometendo tudo ao mesmo tempo). O local mais comum é o intestino grosso e a parte final do intestino delgado, chamado íleo terminal. Os principais sintomas são diarreia e dor abdominal. A Retocolite Ulcerativa acomete apenas o reto e o intestino grosso, os sintomas mais frequentes são diarreia e sangramento ao evacuar, podendo ou não ter dor abdominal”, explica o Dr. Fabio Luiz Maximiano, gastroenterologista e prestador de serviços no Hospital América de Mauá.

Não há uma causa bem definida para as doenças inflamatórias, mas o que se sabe é que há um componente genético envolvido e cada vez mais novos estudos apontam a relação entre a doença e alterações dos hábitos alimentares (maior incidência em indivíduos com a ingesta maior de produtos industrializados), bem como parece haver relação com alterações na microbiota do indivíduo. “As DIIs podem acometer indivíduos de qualquer idade. No entanto, na Doença de Crohn é mais comum o surgimento dos sintomas entre 15 e 30 anos. “Na Retocolite, além desta faixa etária, um novo pico de incidência ocorre aos 60 anos. A ajuda médica deve ser buscada sempre que houver uma diarreia com duração maior que 4 semanas, o que caracteriza essa diarreia como crônica, ou quando há sangramento. É importante buscar um especialista familiarizado com a doença, seja ele um gastroenterologista ou um coloproctologista. Os especialistas do Hospital América de Mauá têm ampla experiência no manejo dessas doenças, além de estarem envolvidos com o ensino e pesquisas nessa área” ressalta o especialista.

Atualmente, novos tratamentos têm surgido e com grande potência de melhora para os pacientes. “Nos tratamentos, podem ser usadas medicações, como a mesalalzina e sulfassalazina; imunossupressores, como a azatioprina e o metotrexato; ou terapias biológicas mais modernas, como o infliximabe, adalimumabe, vedolizumabe ou ustequinumabe. Além dessas, na crise, é frequente o uso de corticoides para a melhora dos sintomas, sendo que tais medicações nunca devem ser usadas como manutenção”, esclarece o médico.

A cirurgia para as doenças inflamatórias intestinais está indicada em casos selecionados, principalmente quando há complicações, como estenoses (regiões de estreitamento), fístulas (feridas) e abscessos. Com os novos tratamentos disponíveis, as cirurgias têm sido cada vez menos frequentes e, quando ocorrem, costumam acontecer com pacientes em melhores condições do que antigamente. “As DIIs não têm cura, são doenças crônicas que precisam de tratamento e acompanhamento por toda a vida, assim como ocorre com doenças como o diabetes e a hipertensão, por exemplo. Mas é importante frisar que, atualmente, a maioria dos pacientes em tratamento consegue ter uma vida normal”, pontua Maximiano.

É possível ter qualidade de vida com as doenças infamatórias intestinais. Atualmente, os tratamentos disponíveis possibilitam isso aos pacientes. “Não há como prevenir o surgimento das DIIs, mas o seu pronto diagnóstico e o tratamento adequado previnem a evolução de complicações”, finaliza.

Dr. Fabio Luiz Maximiano | CRM 117.078 | 

Gastroenterologista e prestador de serviços no Hospital América de Mauá | Professor de Gastroenterologia no Centro Universitário São Camilo.

Para mais informações, consulte-nos pelo telefone: (11) 4544-2085


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Especialista do Hospital América de Mauá aponta as principais causas da doença

A campanha Maio Vermelho visa conscientizar, prevenir e lutar contra o câncer de boca, alertando a população sobre a gravidade, as necessidades de cuidados e o diagnóstico precoce da doença. Segundo dados do Instituto Nacional do Câncer (INCA), para o Brasil, estimam-se 11.200 casos novos de câncer da cavidade oral em homens e 3.500 em mulheres para 2019. Esses valores correspondem a um aumento de 10,86 casos novos a cada 100 mil homens, ocupando a 5ª posição dentre os cânceres mais frequentes no sexo masculino; e de 3,28 para cada 100 mil mulheres, sendo o 12º tipo de câncer mais comum a acometer esse gênero.

O câncer da boca, também conhecido como câncer da cavidade oral, é um tumor maligno que afeta lábios, estruturas da boca, como gengivas, bochechas, céu da boca, língua (principalmente as bordas) e a região embaixo da língua. “Cerca de 90% dos cânceres da cavidade oral são carcinomas de células escamosas. Esses cânceres começam em formas primitivas de células escamosas, que são células planas, do tipo que normalmente formam o revestimento da boca e da garganta. Temos também outros tipos menos comuns, como o carcinoma verrucoso e o de glândulas salivares”, explica o Dr. Rodrigo, cirurgião de cabeça e pescoço, prestador de serviços no Hospital América de Mauá.

Os principais sinais e sintomas do câncer de boca são: “Lesões (feridas) na cavidade oral ou nos lábios que não cicatrizam por mais de 15 dias, que podem apresentar sangramentos e estejam crescendo. Também devemos suspeitar de manchas/placas vermelhas ou esbranquiçadas na língua, gengivas, céu da boca ou bochechas. O paciente também pode referir dificuldade para engolir, falar ou sentir aumento de linfonodos cervicais”, esclarece o doutor.

Os maiores fatores de risco para o câncer de boca são o tabagismo e o etilismo (alcoolismo), especialmente se associados. Aproximadamente 95 a 97% dos casos do câncer de boca estão relacionados a eles. Outros fatores de risco estudados são: fatores genéticos, exposição ao sol (válido para tumores de lábio), infecções virais e traumatismo crônico por uso de próteses. “Embora aproximadamente 97% dos casos estejam relacionados ao tabagismo, uma pequena parcela dos portadores dessa doença não fumam. Nesses casos existem alterações genéticas, ainda em estudo, relacionadas ao aparecimento do câncer”, alerta o especialista.

O diagnóstico do câncer de cavidade oral normalmente pode ser feito com o exame clínico, mas a confirmação depende da biópsia. Alguns exames de imagem, como a tomografia computadorizada, também auxiliam no diagnóstico e, principalmente, ajudam a avaliar a extensão do tumor. “O exame clínico associado à biópsia, com o estudo da lesão por tomografia, permitem ao cirurgião definir o tratamento adequado. Tanto a análise da biópsia, quanto a tomografia, são realizadas pelo Hospital América de Mauá, bem como outros exames que podem auxiliar o cirurgião, como ressonância magnética e nasofibroscopia. Todos esses exames são realizados por profissionais experientes e treinados e com tecnologia de ponta”, comenta o Dr. Rodrigo.

O tratamento para o câncer de boca, na maioria das vezes, é cirúrgico, tanto para lesões menores, com cirurgias mais simples, como para tumores maiores. “O cirurgião de cabeça e pescoço é o profissional que vai avaliar o estágio da doença. Essa avaliação, associada a exames complementares determinará o tratamento mais indicado. A radioterapia e a quimioterapia são indicadas para complementar o tratamento cirúrgico e também nos casos que a cirurgia não é possível devido a um quadro muito avançado ou um paciente sem condições clínicas para o tratamento cirúrgico”, pontua o cirurgião.

A melhor prevenção para a doença é não fumar e não beber. Além disso, é importante manter sempre uma boa higiene bucal e procurar atendimento médico sempre que houver alguma lesão persistente na boca. Para usuários de próteses mal adaptadas, deve-se procurar o dentista para ajuste. “A chance de cura é maior quanto mais cedo for identificado e tratado o tumor. Por isso é importante que as pessoas, em especial as fumantes, procurem atendimento médico em caso de lesões na boca por mais de 15 dias”, finaliza.

Dr. Rodrigo Perez Ranzatti | CRM132091 |

Cirurgião de cabeça e pescoço e prestador de serviços no Hospital América de Mauá | Membro efetivo da Sociedade Brasileira de Cirurgia de Cabeça e Pescoço.

Para mais informações, consulte-nos pelo telefone: (11) 4544-2085


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09/04/2019 Dicas

Hospital América de Mauá cria programa especial para as pessoas que não possuem plano de saúde

Todos nós sabemos que quem não possui plano de saúde sofre com a demora no atendimento e com a lotação dos sempre saturados serviços do SUS. Pensando nesse público, o Hospital América criou o programa Na Sua Medida, com consultas ambulatoriais a preços populares, para que a população de Mauá e região possa se beneficiar de uma infraestrutura hospitalar de alta tecnologia, de um atendimento acolhedor, preciso e confiável para a realização de suas consultas de rotina. “O programa foi criado para beneficiar os pacientes que não possuem plano de assistência médica ou aqueles que possuem plano sem acordo comercial com o Hospital América. O objetivo é que os pacientes possam ter assistência médica com preços mais acessíveis”, explica Dr. Ricardo Barbosa Diniz, diretor clínico do Hospital América de Mauá.

O programa foi idealizado pela equipe de profissionais do Hospital América de Mauá. “O paciente será atendido e avaliado pelo especialista. Posteriormente, o paciente retornará com o médico para uma nova avaliação e cuidados necessários”, comenta o diretor.

O Na Sua Medida é destinado a todas as pessoas, de todas as idades e todas as especialidades participam do programa.

Para mais informações, consulte-nos pelo telefone: (11) 4544-2085


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De acordo com o Instituto Nacional do Câncer (INCA), o câncer de mama é a neoplasia de maior incidência entre as mulheres em todo o mundo.  Para o Brasil, estimam-se 59.700 casos novos de câncer de mama feminina entre 2018 e 2019.

O câncer de mama é um tumor maligno causado pela multiplicação anormal das células da mama. “Há vários tipos de câncer de mama; 90% dos cânceres ocorrem nos ductos ou nos lóbulos. Quando está em fase inicial chama-se “In situ” – e quando a doença rompe o ducto ou lóbulo é chamado de “Invasivo”. O mais comum é o carcinoma ductal invasivo, o segundo tipo mais frequente é o carcinoma lobular invasivo, sendo que 30% dos casos são bilaterais. Temos ainda o carcinoma ductal in situ, carcinoma medular, carcinoma mucinoso, carcinoma tubular, entre outros”, explica a Dra. Thais Santarossa, mastologista, prestadora de serviços no Hospital América.

O câncer de mama é dividido em quatro estadios ou estágios, conforme a expansão da doença. “O estadiamento do câncer da mama é baseado no tamanho do tumor, quantidade de linfonodos axilares comprometidos e metástases à distância. Atualmente temos uma mudança no estadiamento, no qual foi somado achados clínicos e imuno-histoquímicos”, esclarece a doutora.

 Os principais sintomas do câncer de mama podem ser notados por alterações na mama. “Nódulos mamários; alteração na pele da mama, como vermelhidão, retração, aspecto casca laranja; alterações no mamilo; saída de secreção no mamilo, tipo água de rocha ou sanguinolenta; Nódulos na axila; dor não é comum sentir em casos de câncer”, explica a mastologista.

Outubro Rosa
Outubro Rosa

Todas as mulheres devem fazer um acompanhamento anual com o seu ginecologista e a partir dos 40 anos todas devem fazer o exame de mamografia anualmente. “O principal exame para detectar o câncer de mama é a mamografia. Os demais exames são complementares e tem sua indicação de acordo com cada caso, como por exemplo a ultrassom das mamas e a ressonância magnética das mamas”, recomenda Santarossa.

O câncer de mama não tem uma causa única. Diversos fatores estão relacionados ao aumento do risco de desenvolver a doença. “O risco aumenta com a idade; – a maioria dos cânceres de mama são diagnosticados em mulheres acima de 55 anos. Apenas 5-10% dos casos de câncer de mama são hereditários, ou seja, por defeitos genéticos herdados”, lembra a médica.

Existem diversos tratamentos indicados para o câncer de mama. “O tratamento adequado depende do estadio da doença, mas basicamente consiste em cirurgia, quimioterapia e hormonioterapia”, comenta a especialista.

A prevenção do câncer de mama é feita através do exame clínico anual, com o ginecologista e/ou mastologista, somada a mamografia; dessa forma é possível fazer o diagnóstico precoce do câncer e seu tratamento adequado. “O câncer de mama tem cura, principalmente se diagnosticado em estadio inicial. Por isso é muito importante a mulher realizar exames de rotina anualmente”, finaliza.

Em caso de dúvida, consulte sempre seu médico.

Dra. Thais Santarossa | CRM 125166 | Mastologista | Prestadora de serviços no Hospital América de Mauá. 

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