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A lesão por pressão, também conhecida como escara ou úlcera de decúbito, é um dano decorrente da pressão intensa ou prolongada sobre a pele em combinação com cisalhamento, isto é, da fricção da pele sobre a superfície da cama, cadeira ou poltrona. Geralmente, ela se desenvolve em pacientes que permanecem muito tempo na mesma posição, surgindo sobre proeminências (elevações) ósseas ou estando relacionada ao uso de dispositivo médico ou a outro artefato que comprometa a circulação sanguínea de determinada região.

As lesões por pressão podem aparecer em diversas regiões de apoio do corpo, especialmente atrás da cabeça, nas costas, na articulação do quadril, no cóccix, nas nádegas, nos cotovelos e calcanhares. Pacientes em cadeira de rodas estão mais propensos a desenvolver lesões na região do ísquio, osso que serve de apoio ao corpo quando estamos sentados.

A pele lesionada pode ficar quente, dolorida e apresentar vermelhidão que não embranquece. Em peles de tonalidade mais escura, podem aparecer manchas diferentes. Os pacientes que correm maiores riscos de desenvolver as lesões por pressão são os que ficam acamados ou imobilizados durante muito tempo, bem como idosos, cadeirantes, portadores de diabetes, pessoas com desnutrição, com incontinência fecal ou urinária, com comprometimento do nível de consciência ou perda da sensibilidade tátil ou térmica.

As principais medidas para prevenir a formação de lesões são movimentar o paciente a cada 2 horas, mudando a posição do corpo para que seu peso seja redistribuído e para que haja alívio dos pontos de apoio e proeminências ósseas; inspecionar a pele diariamente; controlar a umidade do ambiente (a umidade a que se refere é da pele do paciente), a fim de proteger a pele da umidade excessiva, limpando-a após cada episódio de eliminações (no caso de incontinência, é recomendado o uso de produtos para a proteção da pele, como cremes ou soluções de barreiras); manter a pele hidratada; deixar a cabeceira da cama inclinada no mínimo 30°; evitar deixar a cabeceira elevada por muito tempo, pois o paciente tende a escorregar (cisalhamento); utilizar superfícies de suporte, como travesseiros ou colchões específicos que promovem a circulação dos tecidos, para manter as proeminências ósseas livres de pressão e atrito; e estimular a aceitação de alimentos e líquidos conforme as orientações médicas e nutricionais. Para pacientes que utilizam dispositivos médicos como cateteres, sondas, máscaras faciais, colares cervicais e drenos, é importante se atentar para o posicionamento adequado do dispositivo.

Qualquer descuido pode ocasionar o surgimento de lesões por pressão. Fique atento! #segurançadopacienteeuparticipo #lesãoporpressãoaquinão

Dia Mundial de Prevenção de Lesão por Pressão

Em comemoração à semana dedicada à lesão por pressão, também conhecida como escara ou úlcera de decúbito, a equipe de CCIH, em conjunto com o marketing do Hospital América, preparou um vídeo que explica o que é, como identificar e as principais medidas para prevenir a formação desse tipo de lesão. Assista, curta e compartilhe.

Publicado por Hospital América de Mauá em Terça-feira, 19 de novembro de 2019

 

 


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Dr. André Augusto Pinto, cirurgião bariátrico do Hospital América, participou da live “América Responde”, no último dia 12 de novembro. Na live, o doutor respondeu questões sobre a cirurgia bariátrica, como:

  • IMC adequado para realização da cirurgia bariátrica;
  • Quando a cirurgia é indicada;
  • Alimentação pós-cirurgia;
  • Cuidados necessários;
  • Cirurgia metabólica;
  • Duração da cirurgia;
  • Tempo de internação;
  • Tempo afastado do trabalho;
  • Bypass gástrico;
  • Libido;
  • Entre outros.

Assista e confira!

Dr. André Augusto Pinto, cirurgião bariátrico do Hospital América, participou da live "América Responde", no último dia 12 de novembro. Na live, o doutor respondeu questões sobre a cirurgia bariátrica, como:- IMC adequado para realização da cirurgia bariátrica;- Quando a cirurgia é indicada;- Alimentação pós-cirurgia;- Cuidados necessários;- Cirurgia metabólica;- Duração da cirurgia;- Tempo de internação;- Tempo afastado do trabalho;- Bypass gástrico;- Libido;- Entre outros.Assista e confira!

Publicado por Hospital América de Mauá em Terça-feira, 12 de novembro de 2019

 

 

 

 

 

 


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Uma dieta balanceada é a solução para manter o sistema imunológico em dia

O sistema imunológico é responsável pelo reconhecimento e pelo combate de micro-organismos invasores patogênicos (bactérias e vírus), evitando, assim, o desenvolvimento de doenças e diminuindo a ocorrência de possíveis sintomas. De acordo com Barbara Costa de Oliveira, nutricionista clínica do Hospital América de Mauá, para assegurar o funcionamento adequado do nosso sistema imunológico, é de extrema importância garantir a ingestão dos nutrientes necessários, por isso nossa dieta deve ser bastante diversificada e colorida, já que as cores dos alimentos indicam qual o nutriente que possuem em maior quantidade. “Devemos levar em consideração que os macro e micronutrientes são essenciais para o bom funcionamento do organismo de uma forma geral. Se um indivíduo não se alimentar bem, poderá ter disfunção nas ações do seu sistema imunológico, o que o deixará mais susceptível ao ataque de micro-organismos patológicos (doenças)”, explica.

Macronutrientes e micronutrientes

Macronutrientes

Proteínas: presentes em carne vermelha (prefira as carnes mais magras), carne suína, aves e peixes (os de água fria, como salmão, sardinha, atum, truta etc., são ricos em ômega 3);

Carboidratos: dê prioridade aos complexos, como arroz integral, batata-doce, aveia, pães integrais, entre outros. Os alimentos integrais são ricos em fibras e auxiliam no bom funcionamento do intestino e na redução dos níveis de colesterol, além de evitar picos glicêmicos, que têm ação inflamatória no organismo;

Lipídios (óleos): existem diversos tipos de óleos disponíveis no mercado, cada um deles com um tipo de benefício para a saúde. Deve-se atentar, porém, para quando utilizá-los: em preparações quentes, como frituras e refogados, prefira banha de porco ou óleo de coco; em saladas ou preparações que não precisam ir ao fogo, use óleo de canola, azeite extravirgem e óleo de girassol.

Micronutrientes

São as vitaminas e os minerais, que desempenham um papel fundamental no bom funcionamento do sistema imunológico.

Vitamina C: presente principalmente nas frutas cítricas, como laranja, acerola, kiwi e tomate, pode ser encontrada também no brócolis, na couve e no pimentão verde e vermelho, que são ricos em antioxidante e aumentam a resistência do organismo;

Ácido fólico: auxilia na formação de glóbulos brancos, responsáveis pela defesa do organismo. Esse nutriente está presente em maior concentração em alimentos verde- escuros, como escarola, brócolis, couve, espinafre, entre outros;

Zinco: auxilia no tratamento de doenças de alta gravidade, como AIDS, artrite reumatoide e lúpus. A deficiência desse nutriente é prejudicial para a digestão e para o paladar, pois pode provocar a redução da percepção do gosto e, portanto, a diminuição do apetite. O zinco está presente em maiores quantidades em nozes, ovos, farinha de trigo integral, carnes bovinas, peixes, aves, leite e derivados, mariscos e feijão.

Licopeno: presente em alimentos com coloração avermelhada, como tomate, cenoura, goiaba, caqui, cereja etc. É um forte aliado no combate de doenças cardiovasculares, pois colabora para a remoção de radicais livres do organismo, que são compostos que contribuem para o envelhecimento celular e deixam o corpo mais propício a desenvolver doenças.

Vitamina A: presente em alimentos de coloração avermelhada e também em carnes, principalmente em vísceras, como fígado, moela e coração, é responsável por diversas funções no organismo, como manter a saúde da visão, da pele e dos cabelos, fortalecer o sistema imunológico e garantir o bom funcionamento dos órgãos reprodutivos. Por ter ação antioxidante, também é importante na prevenção do envelhecimento precoce, de doenças cardiovasculares e de câncer.

Ainda segundo a nutricionista, para manter o equilíbrio do organismo, os nutrientes devem ser ingeridos regularmente, por isso é importante ter uma rotina alimentar adequada, sempre priorizando o consumo de alimentos de acordo com os benefícios que podem trazer em cada estação do ano. “Por exemplo, no outono e inverno, as frutas cítricas, que são ricas em vitamina C, auxiliam na prevenção de resfriados. No verão, a água de coco, que é rica em eletrólitos, auxilia a manter uma hidratação de qualidade. Frutas como melão, melancia, limão e maçã são ricos em potássio, magnésio e vitamina B6, que auxiliam na diminuição da retenção de líquidos. Já os leites fermentados e o kefir são ricos em probióticos e auxiliam na manutenção do equilíbrio da microbiota intestinal, evitando a proliferação de micro-organismos”, conclui a especialista.

 


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Especialista do Hospital América de Mauá alerta a população sobre a importância do diagnóstico precoce do câncer de próstata

Em razão do Dia Mundial do Combate ao Câncer de Próstata, celebrado no dia 17 de novembro, foi criada a campanha Novembro Azul, um movimento de ações organizadas durante todo mês de novembro para informar a população sobre a doença.  Iniciada na Austrália, em 2003, a campanha acontece também no Brasil e em mais de vinte países, com o objetivo de conscientizar os homens sobre o câncer de próstata, os benefícios do diagnóstico precoce, a necessidade de a população masculina adotar um estilo de vida mais saudável e a importância das consultas e dos exames periódicos de check-up, já que, culturalmente, ainda há muita resistência e negligência dos homens em relação à sua saúde.

De acordo com o Instituto Nacional do Câncer (INCA), para o ano de 2019, estimam-se 68.220 novos casos de câncer de próstata, o que corresponde a 66,12 novos casos a cada 100 mil homens. As maiores vítimas são homens a partir dos 50 anos e pessoas com histórico da doença em parentes de primeiro grau, como pai, irmão ou filho.

A próstata é uma glândula masculina localizada abaixo da bexiga. Possui tamanho semelhante ao de uma noz e envolve a uretra, que é o canal da urina. “Entre suas funções, estão o auxílio na continência urinária, no processo de ejaculação, na fertilidade, na transformação do hormônio testosterona em di-hidrotestosterona e na produção de um dos componentes do sêmen, composto por espermatozoides, produzidos nos testículos, por secreção seminal, produzida nas vesículas seminais, e por secreção prostática, produzida nas glândulas prostáticas. As células que compõem as glândulas prostáticas podem ser acometidas pelo câncer, que acarreta um crescimento anormal e sem controle dessas células, invadindo os tecidos vizinhos. Como o tumor é considerado uma lesão maligna, ele pode gerar metástase, ou seja, implantar um tumor também em outras regiões do corpo ou em outros órgãos”, explica Dr. Alexandre Gomes Agostinho, urologista e prestador de serviços no Hospital América de Mauá.

A maioria dos casos de câncer de próstata não apresenta sintomas, por isso o diagnóstico precoce e as consultas anuais para realizar check-up urológico são de extrema importância. Dos homens que procuram auxílio médico somente ao apresentar sintomas, aproximadamente 50% deles podem ter a doença em estágio avançado. “Os sintomas da doença incluem dificuldade para urinar, já que o câncer começa a obstruir a uretra, sensação de queimação da uretra, dor com mais ou menos intensidade na região entre o ânus e o escroto, infecção urinária, jato urinário com interrupções, dor ao urinar, diminuição da força do jato urinário, dores na coluna, no fêmur e na bacia, aumento no número de micções noturnas, retenção de urina, sangramento ao urinar, insuficiência renal, perda de peso e infecções generalizadas”, esclarece o urologista.

A idade e o fator hereditário também contribuem para o desenvolvimento desse tipo de câncer. “O câncer de próstata é raro em homens abaixo de 40 anos, mas a chance de ter a doença aumenta rapidamente após os 50 anos. Aproximadamente 60% dos cânceres de próstata são diagnosticados em homens com mais de 65 anos. Em relação a familiares, em homens com parentes de primeiro grau com câncer de próstata, o risco de desenvolver a doença duplica. Outros fatores que influenciam são a obesidade, com tendência ao desenvolvimento do tipo mais agressivo da doença, dieta rica em carne vermelha, gorduras e laticínios, afrodescendência (homens com ascendência africana tem risco dobrado de desenvolver a doença) e genética (em famílias em que há incidência de câncer de mama, os filhos devem ficar ainda mais atentos ao controle prostático”, pontua o especialista.

Não existem métodos preventivos para o câncer de próstata, por isso o diagnóstico precoce da doença é tão importante. “Não há como interferir no histórico familiar, na etnia ou na nacionalidade do paciente, por isso quem tem histórico familiar da doença deve avisar o médico, que indicará os exames que devem ser feitos. É importante evitar excesso de carne vermelha e gordura animal e adotar uma dieta rica em frutas, verduras, legumes, grãos e cereais integrais. Optar por uma alimentação saudável também contribui para o controle da obesidade, que é outro fator de risco. A prática de atividades físicas também pode ser usada como estratégia para a perda de peso”, indica o médico.

No Hospital América, estão disponíveis todos os exames necessários para o diagnóstico do câncer de próstata. “A investigação da doença é feita por meio da análise da dosagem de uma substância no sangue, o Antígeno Prostático Específico (PSA), da realização do toque retal e do exame de ultrassonografia de próstata. A partir deles, o médico avaliará a necessidade ou não de realizar outros exames. A confirmação do diagnóstico de câncer é feita por meio da biópsia prostática”, explica o especialista.

As chances de cura do câncer de próstata estão diretamente relacionadas ao estágio em que a doença foi diagnosticada, da expectativa de vida, das condições clínicas e de outras doenças associadas que os pacientes tenham e que devem ser avaliadas individualmente. “Nos estágios de doença avançada, existe a possibilidade de remover completamente todas as células do câncer do corpo, levando à cura da doença. Isso pode ser alcançado por meio da cirurgia de remoção completa da próstata, a prostatectómica radical, ou mesmo pela radioterapia. Em situações especiais, podemos usar de forma combinada a cirurgia e a radioterapia, bem como utilizar certos tipos de medicação, como bloqueadores do hormônio testosterona, resultando em cerca de 85% de chance de cura. No que diz respeito à taxa de sobrevida relativa, isto é, a porcentagem de pacientes vivos 5 anos após o diagnóstico, se considerarmos todos os estágios do câncer de próstata, essa taxa é de 99%. Em 10 anos após o diagnóstico, 98%, e em 15 anos, 96%. Já nos estágios em que a doença se apresenta na forma metastática, a erradicação completa de todos os focos da doença no corpo ainda não é possível nos dias de hoje. Dessa forma, pode-se dizer que, nesse estágio, a doença não tem cura, e o objetivo do tratamento é, portanto, inibir o crescimento das células cancerosas durante o maior tempo possível. Nessa situação, a utilização de bloqueadores de testosterona, assim como, em situações especiais, a quimioterapia, são opções de tratamento que levam ao controle da doença por um longo período de tempo, proporcionando, 5 anos após o diagnóstico da doença, uma taxa de sobrevida de 29%”, lembra o doutor.

A indicação do tratamento do câncer de próstata é feita de maneira individualizada, considerando riscos e benefícios para cada paciente, e a decisão de aderir ou não ao tratamento é sempre tomada conjuntamente entre paciente e equipe médica. “Para indicar o tratamento mais adequado, considera-se a idade do paciente, doenças associadas que ele possa ter, avaliando se podem elevar muito o risco em caso de cirurgia, e características e estágio do tumor. Os tumores são classificados como câncer de próstata localizado, localmente avançado e avançado (metastático ou recidivado). Alguns tumores crescem de forma bastante lenta, mas, em alguns casos, podem crescer rapidamente, espalhando-se para outros órgãos. Para o câncer localizado, o tratamento pode se dar por cirurgia, radioterapia e até mesmo observação vigilante, em algumas situações especiais. Para a doença localmente avançada, têm sido utilizada a combinação de tratamento hormonal e radioterapia ou cirurgia. Já para a doença metastática, quando o tumor original já se espalhou para outras partes do corpo, o tratamento de eleição é a terapia hormonal”, finaliza.

Dr. Alexandre Gomes Agostinho, urologista e prestador de serviços no Hospital América de Mauá | Membro Titular da Sociedade Brasileira de Urologia (SBU) | CRM  83810

 


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Nos últimos anos, houve um grande processo de evolução nos tratamentos disponíveis para pessoas com doenças reumatológicas, e novas terapias trouxeram uma outra perspectiva de vida para esses pacientes, especialmente nos casos de artropatias inflamatórias, como a artrite reumatoide, a artrite psoriásica, a artrite idiopática juvenil e a espondilite aquilosante.

Com o desenvolvimento de terapias-alvo e o aperfeiçoamento de medicamentos imunobiológicos, as doenças reumatológicas tiveram uma grande melhora em termos de prognóstico a longo prazo. Nesse sentido, inúmeros centros de infusão de medicações surgiram não só no Brasil, mas no mundo todo. Os centros de infusão são unidades destinadas ao atendimento de pacientes que necessitam de tratamento por meio de medicações intravenosas ou subcutâneas, comuns a várias doenças da reumatologia e de outras especialidades médicas.

De acordo com o Dr. Carlos Bragaia, reumatologista e prestador de serviços no Hospital América, a instituição disponibiliza serviço completo de terapia infusional, além de contar com uma equipe especializada nos tratamentos das principais doenças reumatológicas. “O Hospital América atualmente possui todos os tratamentos disponíveis no mercado, entre eles as medicações de uso infusional subcutâneo e intravenoso”, explica.

O especialista ainda destaca que a instituição dispõe de todos recursos necessários para acompanhamento, diagnóstico e seguimento de pacientes reumáticos. “Contamos com serviço de infusão intra-hospitalar, avaliação pré-infusional, sala de infusão e equipe de enfermagem especializada. O nosso centro de infusões também utiliza toda a infraestrutura de apoio do hospital, o que torna o serviço autossuficiente. Somos o único hospital na região de Mauá que dispõe de um serviço completo e independente na área da reumatologia”, comenta.

O serviço de terapia infusional teve início há três anos e está em constante aperfeiçoamento, buscando sempre as melhores técnicas e terapias para oferecer mais qualidade de vida a cada paciente.

Dr. Carlos Alexandre Bragaia, reumatologista e prestador de serviços no Hospital América. Especialista na área pela Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR).



Dra. Renata Bastos Alves, coordenadora da equipe de oftalmologia do Hospital América, participou da live “América Responde”, desta sexta-feira (25). Na live, ela respondeu questões sobre diversos temas da especialidade, como:

– Conjuntivite alérgica;
– Catarata;
– Riscos de coçar os olhos;
– Grau de óculos.

Assista e confira!

América Responde com a Dra. Renata Bastos, oftalmologista. Envie sua pergunta. Agende sua consulta pelo WhatsApp: http://bit.ly/2pPFxok

Publicado por Hospital América de Mauá em Sexta-feira, 25 de outubro de 2019


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Pediatra do Hospital América de Mauá alerta sobre a obesidade infantil

Em setembro, a Sociedade de Pediatria de São Paulo (SPSP) promove a campanha “Setembro Laranja: combate à obesidade infantil”, uma ação que visa incentivar hábitos e práticas alimentares saudáveis nas escolas e nas casas das famílias, bem como  estimular atividades físicas entre a população infanto-juvenil. A campanha se deve ao aumento da prevalência do excesso de peso na população pediátrica. Dados do IBGE evidenciam que 1/5 dos adolescentes possui excesso de peso, sendo que 1/4 deles apresenta obesidade.  “A obesidade infantil é definida como o acúmulo excessivo de gordura no organismo, com origem atribuída a causas multifatoriais, que incluem fatores endógenos (5% dos casos) e exógenos  (95% dos casos). Existem inúmeros métodos de avaliação para definir se um indivíduo está acima do peso, mas o preconizado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) é a aferição do  Índice de Massa Corporal (IMC) e do Z score correspondente a cada faixa etária”, explica a Dra. Nathalie Moschetta Monteiro Gil, pediatra e prestadora de serviços no Hospital América de Mauá.

A obesidade pode ser causada por diversos fatores, entre eles: genética/epigenética, hábitos (atividade física, sono, tempo de tela, alimentação) e doenças metabólicas e endocrinológicas, sendo também influenciada por níveis socioeconômicos/crenças da população. As causas preveníveis devem ser trabalhadas desde o período pré-natal, evitando a exposição intraútero a certos alimentos e substâncias e estimulando a prática de atividade física e boas escolhas alimentares, para equilibrar o ganho e o gasto energético. O estilo de vida materno durante a gestação, a falta de aleitamento materno, a nutrição precoce e o ambiente familiar são de grande relevância para a prevenção da obesidade infantil. Também são importantes cuidados pré e pós-parto, como nutrição materna saudável, acompanhamento do status do peso na idade reprodutiva e durante a gravidez, aleitamento materno e monitoramento cuidadoso do crescimento infantil, para detectar precocemente ganho excessivo de peso. “A prevenção da obesidade infantil é uma medida de saúde pública internacional prioritária, devido a seu impacto significativo em doenças agudas e/ou crônicas e no desenvolvimento e no bem-estar de crianças e adolescentes.  Intervenções que incluem atividades físicas podem reduzir o risco de obesidade em crianças, mas é nos adolescentes que têm maior impacto. Um estudo atual fez revisão sistemática das meta-análises já publicadas sobre obesidade infantil e evidenciou o importante papel das intervenções nutricionais, comportamentais e das atividades físicas na prevenção e no tratamento da obesidade”, ressalta a pediatra.

A ingestão alimentar inadequada ou em excesso, aliada ao sedentarismo ou a baixos níveis de atividade física, é uma das principais causas da obesidade infantil. Embora os fatores genéticos predisponham o desenvolvimento da obesidade, os principais determinantes de seu aumento são decorrentes de fatores ambientais e comportamentais, como falta de atividade física, grandes períodos de tempo assistindo à televisão e aumento do consumo de alimentos ricos em açúcares e gorduras. “O excesso de peso na infância aumenta as chances de obesidade na idade adulta, constituindo fator de risco para doenças cardiovasculares, dislipidemias, hipertensão arterial, resistência à insulina e doença gordurosa não alcoólica do fígado, que contribuem para o aumento de morbimortalidade na maturidade. Além disso, existem ainda implicações psíquicas e sociais associadas à obesidade que podem se estender por toda a vida. A ajuda dos pais deve se iniciar com a identificação dos hábitos familiares que serão passados a seus filhos. A partir disso, medidas deverão ser tomadas para criar hábitos de vida saudáveis desde a gestação até o jovem chegar à fase adulta, como estabelecer uma boa rotina alimentar, com local e horário definidos para realizar as refeições; considerar questões socioculturais relacionadas à alimentação e ao peso; evitar o ato de alimentar a criança para acalmá-la; reduzir o tempo de tela e incentivar brincadeiras ao ar livre; adotar caminhadas como alternativa de transporte quando possível e adequar a rotina de sono de acordo com a faixa etária. Portanto, para prevenir a obesidade, é necessário orientar não só os pais, mas também as escolas, considerando a diversidade de crenças e referências culturais dos pacientes, já que podem influenciar a percepção dos responsáveis em relação a crianças obesas. Por fim, é importante também que medidas públicas de saúde sejam adotadas para promover bons hábitos alimentares e um estilo de vida saudável. Os especialistas aptos a dignosticar e tratar pacientes obesos são: pediatra, nutrólogo infantil, endocrinologista infantil e nutricionista”, finaliza.

Dra. Nathalie Moschetta Monteiro Gil, pediatra, neurologista infantil e prestadora de serviços no Hospital América de Mauá | CRM 163047


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14/08/2019 Sem categoria

Oferecer um serviço de qualidade e garantir segurança aos pacientes são os principais objetivos do Hospital América. A busca por selos de qualidade, é um movimento crescente nas instituições de saúde. Não  se trata apenas da conquista de um certificado, mas do compromisso em mostrar o comprometimento e transparência quanto à qualidade dos serviços oferecidos, transmitindo maior confiança aos pacientes, empresas e operadoras de saúde. No mês de julho, o Hospital América em busca de uma elevação em seu nível de acreditação, passou por um segundo processo antecipado de certificação conquistando o Segundo Nível de Acreditação ONA. “De forma arrojada, o hospital buscou um upgrade, isto é, um processo antecipado de recertificação, na busca por um nível mais avançado”, comenta Thaís Lidiane de Oliveira, gerente de qualidade.

Para conquistar esse novo selo, foi preciso além de atender aos critérios de Nível I Acreditado de qualidade e segurança na assistência ao paciente, atender também aos critérios de Nível II Pleno, que corresponde a uma gestão integrada, com processos ocorrendo de maneira fluida e plena comunicação entre as atividades. “Todos os esforços que estão sendo destinados à busca da qualidade em nossos serviços, refletem o compromisso e respeito que o  Hospital América tem com seus pacientes, parceiros e clientes. É um hospital que, com 21 anos de amadurecimento, se tornou uma instituição prestadora de serviços de altíssima qualidade na área de saúde, graças à sua notável infraestrutura tecnológica e ao precioso e incansável trabalho de cada um de nossos colaboradores e parceiros, sempre com foco na excelência da qualidade assistencial”, afirma Dr. Geraldo Chaves de Alcântara Júnior, diretor administrativo do Hospital América.

No Brasil, existem aproximadamente 6 mil hospitais, sendo apenas 348 certificados com o Selo de Acreditação ONA Nível I e cerca de 100 hospitais certificados com o Selo de Acreditação ONA Nível II. O Hospital América acaba de ingressar neste pequeno e seleto grupo de hospitais certificados do Brasil, sendo o primeiro e único hospital de Mauá a possuir o Selo de Acreditação ONA Nível II. “Neste 21º ano de existência, o Hospital América vive um momento definitivamente marcante de grandes conquistas e mudanças, que inclui o projeto de revitalização de sua identidade visual, iniciado com a mudança da logomarca. A conquista da Certificação ONA Nível II é resultado da busca pela excelência na assistência à saúde e faz parte do que definimos há alguns anos como nossa visão para o futuro, nosso norte: ser a primeira opção no cuidado com a saúde em Mauá e região. Hoje temos certeza de que esse futuro, se ainda não chegou, não tardará”, finaliza Dr. Geraldo.


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Pneumologista do Hospital América de Mauá alerta sobre o uso do dispositivo

O cigarro eletrônico está cada vez mais popular no mundo, principalmente entre os jovens. Trata-se de um dispositivo alimentado por baterias que provoca uma combustão de substâncias e produz, entre outros produtos, a nicotina volátil (vapor). Diferentemente do cigarro tradicional, o cigarro eletrônico não contém tabaco, cuja queima gera milhares de substâncias tóxicas, como o monóxido de carbono (fator de risco para infarto) e os alcaloides do alcatrão (agentes cancerígenos). No dispositivo eletrônico, os aditivos são aquecidos e liberados em forma de vapor, que é então aspirado pelo usuário. No entanto, apesar de produzir menos substâncias tóxicas que o cigarro convencional, o cigarro eletrônico também é prejudicial à saúde, de modo que quem o utiliza não está livre de desenvolver problemas de saúde, como explica o Dr. Reginaldo Amaral Batista, pneumologista e prestador de serviços no Hospital América de Mauá:  “Não existem ainda estudos conclusivos a respeito, talvez pelo fato de ser um produto relativamente novo no mercado e seus possíveis efeitos ainda não terem se apresentado de maneira contundente no organismo, mas, sim, é possível adquirir doenças com a utilização do dispositivo”.

No Brasil, o cigarro eletrônico nunca teve registro, sendo proibido pela Anvisa desde 2009. Em um parecer de 2017, a Anvisa informou que o dispositivo eletrônico transmite uma falsa sensação de segurança ao fumante, o que, somado à falta de comprovação científica sobre a eficácia e segurança do produto, principalmente quando apresentado como alternativa para parar de fumar, justifica essa decisão. Também são proibidas a publicidade e a importação do produto no país, como ressalta o pneumologista: “Gostaria de salientar a importância de essas proibições serem mantidas no Brasil, pois nos EUA o cigarro eletrônico já é uma epidemia entre os jovens. A nicotina é uma substância altamente viciante (semelhante às presentes na cocaína e na heroína) e pode ser administrada em altas doses quando o consumidor não tem conhecimento disso. Além do mais, a médio prazo, portas podem se abrir para o consumo de tabaco e de substâncias psicoativas, devendo-se considerar ainda o malefício que o próprio dispositivo pode causar”.

Segundo uma pesquisa recente realizada pelo Ministério da Saúde, em 12 anos o número de fumantes no Brasil caiu 40%. Essa pesquisa, feita por meio do Sistema de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel), mostra que o país tem o que comemorar. Em 2018, apenas 9,3% dos brasileiros afirmaram ter o hábito de fumar. Em 2006, ano da primeira edição da pesquisa, esse índice era de 15,6%.

Dr. Reginaldo Amaral Batista | Pneumologista e prestador de serviços no Hospital América de Mauá | CRM 43637

 


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Tratar o paciente vai muito além de cuidar de sua doença

Ter uma alimentação saudável é essencial para garantir ao nosso corpo os nutrientes de que ele precisa. E, quando se trata da recuperação de uma pessoa internada, esse aspecto adquire uma relevância ainda maior, já que muitas doenças podem aumentar a demanda nutricional. Nesse sentido, refeições compostas por nutrientes adequados e equilibrados, além de contribuir para o fortalecimento do sistema imunológico, também podem auxiliar na recuperação do paciente.

Para que isso seja possível, no entanto, é necessário um amplo trabalho multidisciplinar nos hospitais, envolvendo diferentes áreas do conhecimento, como a Nutrição, conforme explica Elisabete Tavares, coordenadora de Nutrição do Hospital América de Mauá: “O Serviço de Nutrição e Dietética do Hospital América faz uma triagem nutricional com cada paciente. É realizada uma visita de admissão nas primeiras 24 horas de internação, para identificar os hábitos alimentares desse paciente, suas preferências, seu peso, sua altura e se houve perda de peso ou redução no apetite nos últimos meses. Dessa maneira, conseguimos verificar se ele tem um déficit nutricional ou não, ou se está com desnutrição, e, dessa forma, podemos intervir precocemente nesse paciente”.

No Hospital América, a equipe de nutricionistas planeja, elabora e distribui as refeições seguindo as orientações médicas e os protocolos da instituição, de modo a garantir a adequação e a qualidade dos nutrientes necessários para a melhor recuperação de cada paciente. “A prescrição da dieta é realizada pelo médico e, dependendo da patologia (doença) que o paciente tem, ele recebe uma dieta específica. Cada paciente tem suas preferências, seus hábitos, e as nutricionistas adaptam a prescrição da dieta feita pelo médico à rotina que o paciente tinha em casa, já que, por meio dos nossos protocolos, conseguimos realizar o cálculo da dieta de maneira individualizada para o paciente. Durante a montagem de cada refeição, seguimos um mapa de observações, a fim de garantir que chegue ao paciente o que ele precisa, mas de acordo com suas preferências”, ressalta Elisabete.

A especialista ainda destaca a extrema importância da avaliação nutricional realizada nos hospitais para identificar risco ou déficit nutricional em cada indivíduo: “O paciente pode ser internado já com um processo de desnutrição adquirido em casa ou ter o agravamento dessa desnutrição no ambiente hospitalar. Quando identificamos esse déficit nutricional precocemente, conseguimos intervir e tentamos recuperar ou manter o estado nutricional desse paciente. E ele deve seguir as orientações passadas, para que, dessa forma, possa auxiliar na melhora de seu quadro clínico e atender realmente às suas necessidades nutricionais”.

Para fortalecer o sistema imunológico, favorecendo uma rápida recuperação física, as nutricionistas do Hospital América buscam adequar as refeições às necessidades vitais de cada paciente, de maneira a atender às suas particularidades. “É importante o paciente ter uma dieta individualizada, porque cada um tem uma necessidade calórica e um metabolismo diferente. Além disso, a patologia que está instalada no paciente pode acarretar uma demanda energética maior. Por isso nós verificamos não só a necessidade do indivíduo, mas também a patologia que o acomete, bem como sua rotina e seus hábitos alimentares. Temos que considerar tudo isso e fazer um plano individualizado para ele”, explica Elisabete.

As refeições são elaboradas pela nutricionista de produção e preparadas pelas cozinheiras, auxiliares e ajudantes de cozinha. Todas trabalham em conjunto para garantir que as dietas cheguem devidamente aos pacientes. “Antes de servirmos as refeições, preparamos as montagens dessas dietas. Para isso, fazemos a higienização das mãos e a checagem do mapa do paciente com etiquetas, para sabermos se estamos montando a dieta corretamente e verificarmos se as preferências que ele solicitou estão sendo atendidas. Também medimos a temperatura ao iniciar e terminar a montagem, para saber se conseguimos garantir a temperatura adequada durante todo o processo”, pontua a coordenadora.

No Hospital América, são produzidas cinco refeições diariamente: café da manhã, almoço, café da tarde, jantar e ceia, todas seguindo critérios rigorosos desde a preparação até a distribuição, como informa Elisabete: “Para garantir que a distribuição desse alimento seja segura, nós temos protocolos, processos a serem seguidos, manual de boas práticas, legislação vigente, controle de temperatura, controle de amostras… tudo para garantir que a montagem e a temperatura da dieta estejam adequadas até o momento de distribuição ao paciente. Todos esses processos são importantes, pois garantem que não haja nenhuma contaminação”.

As refeições infantis são preparadas no lactário, o setor responsável pela produção de fórmulas lácteas, dietas enterais, chá e água para hidratação. “No preparo de fórmulas, precisamos ter uma paramentação correta, como touca e avental, para garantir a higienização, e conferir a temperatura adequada do leite, bem como sua diluição correta”, lembra a especialista. “Além disso, os utensílios devem estar esterilizados para chegarem com segurança até o paciente”, acrescenta.

O acompanhamento nutricional do paciente ainda continua após a alta hospitalar, uma vez que o objetivo é suscitar mudança alimentar e melhora em sua qualidade de vida. “O plano de alta do paciente começa na primeira admissão que fazemos com ele. Dependendo de sua necessidade e de sua patologia, ainda no hospital damos a orientação do que ele precisará posteriormente, com o acompanhamento dos familiares, para que no momento da alta o paciente esteja ciente do que ele poderá fazer em casa”, esclarece a coordenadora.

Para mais informações, consulte-nos pelo telefone: (11) 4544-2085



HOSPITAL AMÉRICA

Rua Martin Afonso, 114
Vila Bocaina – Mauá/SP
Telefone: (11) 4544.2085





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