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Nós sempre costumamos associar comida a comemorações, e as festas de final de ano talvez sejam o exemplo mais emblemático disso. Em todo caso, o melhor caminho é buscar o equilíbrio e a moderação.

– Quais são os excessos mais comuns cometidos no final do ano e suas principais consequências? 

Gorduras: consumidas em excesso, sobretudo as de origem animal, sobrecarregam o sistema digestivo, tendo impacto importante no fígado e nas vias biliares, bem como no sistema cardiocirculatório.

Álcool: o consumo de álcool acarreta uma grande sobrecarga no fígado, que consegue metabolizar em torno de 10 ml/hora da substância. Ou seja, o consumo acima de 240 ml de álcool pode demorar um dia inteiro para ser metabolizado. Além disso, os efeitos no sistema nervoso central são evidentes: euforia, disforia (a pessoa fica agitada e ansiosa, podendo evoluir para a agressividade) e depressão do estado de alerta, podendo levar ao coma alcoólico (quando o indivíduo fica inconsciente). Existe também o risco de o abuso de álcool evoluir para pancreatite aguda alcoólica, uma inflamação do pâncreas que pode ser muito grave, com risco de morte.

Açúcar: mesmo em indivíduos sem problemas relacionados à insulina, o consumo exagerado de açúcar pode, sim, elevar as taxas de glicemia e, com isso, causar danos nos tecidos, sobretudo no fígado e pâncreas. Outro fator importante relacionado ao abuso do consumo de açúcar se faz notar no aumento de peso, da chamada “massa gorda”, podendo induzir também outras situações, como aumento das taxas de triglicérides.

– Que doenças podem ser causadas ou agravadas por esses excessos?

O abuso no consumo de bebidas alcoólicas e de alimentos ricos em açúcar e gorduras pode acarretar diversos distúrbios, principalmente porque na maioria das vezes essas três substâncias são consumidas em grandes quantidades na mesma refeição. Entre as doenças mais comuns, podem ser citadas como exemplos:

      • Gastrite e esofagite aguda
      • Pancreatite
      • Diarreia provocada pelo excesso de gordura e álcool
      • Infiltração gordurosa no fígado
      • Alterações no comportamento e psiquismo
      • Sobrecarga do sistema cardiovascular 

– Quem deve tomar mais cuidado?

De um modo geral, ao abusar dessas substâncias, todos estão se expondo a riscos. Entretanto, são mais vulneráveis crianças, idosos e pessoas diabéticas, hipertensas ou portadoras de doenças cardiocirculatórias. 

 – Como se prevenir?

Vivemos em um país tropical e nossas comemorações ocorrem em pleno verão.  Meu conselho é que se priorize o consumo de frutas frescas (sempre há uma linda mesa delas nas decorações das festas), água (as saborizadas são deliciosas e saudáveis) e que se reduza o consumo de alimentos ricos em gordura e açúcar. Quanto ao álcool, é importante não misturar bebidas – destilados e fermentados – e limitar-se a 3 doses por dia.

A melhor prevenção é evitar o consumo de gorduras, açúcar e álcool entre 3 e 4 dias antes da data da festa.  Também podem ser utilizados protetores hepáticos, que têm função de “amortecer” os impactos, assim como os protetores gástricos, como o Pantoprazol, que também atuam como auxiliadores no controle dos danos. 

Dra. Maria Bernadette Zambotto Vianna, coloproctologista, colonoscopista e prestadora de serviços no Hospital América de Mauá |Cremesp 83319

 


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13/12/2018 Dicas

Confira algumas dicas para evitar os excessos durante as festas de fim de ano!

Desde sempre, nós, os humanos, associamos comida a comemorações.  As festas de final-de-ano são talvez o exemplo mais emblemático disso, mas o melhor caminho, sempre, é o do equilíbrio e a moderação.

– Quais são os principais abusos de fim de ano e suas consequências?

   Gorduras:   consumidas em excesso, sobretudo as de origem animal, sobrecarregam o sistema digestivo, com impacto importante no fígado e vias biliares, bem como o sistema cardiocirculatório.

Álcool:  o consumo de álcool acarreta uma grande sobrecarga no fígado, que consegue metabolizar em torno de 10ml/hora de álcool. Ou seja, um consumo acima de 240ml de álcool pode demorar um dia todo para ser metabolizado. Além disso, os efeitos no sistema nervoso central são evidentes:  euforia, disforia (quando a pessoa fica agitada e ansiosa, podendo evoluir para a agressividade), depressão do estado de alerta e até o coma alcoólico, quando o indivíduo passa a ficar inconsciente. Existe também o risco de evoluir para pancreatite aguda alcoólica, uma inflamação do pâncreas que pode ser muito grave, com risco de morte.

   Açúcar: mesmo em indivíduos sem problemas relacionados à insulina, o consumo exagerado de açúcar pode, sim, elevar as taxas de glicemia e com isso causar danos nos tecidos, sobretudo fígado e pâncreas.   Outro fator importante, ligado ao abuso de consumo de açúcar se faz notar no aumento de peso, às custas de “massa gorda”, bem como induzir a situações como aumento das taxas de triglicérides.

– Que doenças podem ser causadas ou agravadas com esses excessos?
Os abusos no consumo de alimentos ricos em álcool, açúcar e gorduras podem acarretar vários e sérios distúrbios.  Principalmente tendo em vista que, na grande maioria das vezes, essas três substâncias são consumidas em grandes quantidades na mesma refeição.
Posso citar como exemplos:

        • Gastrites e esofagites agudas;
        • Pancreatite;
        • Diarreias provocadas pelo excesso de gordura e álcool;
        • Infiltração gordurosa no fígado;
        • Alterações no comportamento e psiquismo;
        • Sobrecarga no sistema cardiovascular.

– Quem precisa se preocupar mais? 
Todos de um modo geral, se expõem a riscos de saúde quando abusam dessas substâncias. Entretanto, pessoas diabéticas, hipertensas, com doenças cardiocirculatórias, pessoas nos extremos de idade:  infância e terceira idade, são os mais vulneráveis.

– Como prevenir:
Vivemos em um país tropical e nossas comemorações ocorrem em pleno verão.  Meu conselho é que se enfatize o consumo de frutas frescas (sempre há uma linda mesa delas nas decorações das festas), água (as saborizadas são deliciosas e saudáveis) e se reduza o consumo dos alimentos ricos em gordura e açúcar. Quanto ao álcool, não misturar bebidas – destilados e fermentados – e limitar a 3 doses por festa. A melhor prevenção é já evitar o consumo 3 a 4 dias antes da data da festa.  Quanto aos protetores hepáticos, eles têm, sim, uma função de “amortecer” os impactos.  Os protetores gástricos, tais como o Pantoprazol, também atuam como auxiliadores no controle dos danos.

Dra. Maria Bernadette Zambotto Vianna | Cremesp 83319| Coloproctologista | Prestadora de Serviços no Hospital América de Mauá.



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