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Infectologista do Hospital América alerta sobre as Infecções Sexualmente Transmissíveis

23/10/2019
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Segundo a Organização Mundial de Saúde, mais de 1 milhão de pessoas entre 15 e 49 anos contraem Infecções Sexualmente Transmissíveis curáveis todos os dias. De acordo com dados divulgados pela organização, isso equivale a mais de 376 milhões de novos casos anuais de doenças como clamídia, gonorreia e sífilis. É o que explica o Dr. Claudio Roberto Gonsalez, infectologista e prestador de serviços no Hospital América: “As Infecções Sexualmente Transmissíveis, as ISTs, são distribuídas em três grandes grupos de sintomas: corrimento, úlcera e verrugas. Diversas doenças podem ser enquadradas em cada grupo, causando diferentes sintomas, mas essas três condições são o que elas têm em comum, permitindo dividi-las em grupos. Por exemplo, no corrimento, temos a gonorreia e a clamídia; na úlcera, cancro mole (causado por Haemophilus ducreyi), cancro duro e sífilis; e nas doenças verrugosas, HPV e molusco contagioso. Existem outros tipos de infecções, mas essas são as mais conhecidas. Os sintomas são característicos de cada doença: na gonorreia, por exemplo, o principal sintoma é o corrimento, com dor para urinar, febre e desconforto genital, tanto no homem quanto na mulher. No caso das úlceras, temos duas situações: úlceras indolores, como no caso da sífilis, ou extremamente dolorosas, como as causadas por Haemophilus ducreyi. Já nas lesões verrucosas, o sintoma principal é o surgimento de lesões vegetantes (verrugas), que podem aparecer não só na região genital, mas também na anal, perianal e no corpo do paciente; no HPV, o principal sintoma são as lesões em corda vocal. Para diagnosticar cada uma das doenças, existem exames específicos, como exames de sangue (sorológicos), pesquisa direta (secreções), no caso das úlceras, e biópsia, no caso de lesões verrucosas, para identificar o vírus causador e qual o seu subtipo, de modo a correlacioná-lo ou não com a possibilidade de câncer. Os tratamentos e medicamentos prescritos são específicos para cada doença. Existem medicações que podem tratar mais de uma infecção, mas é importante ter recebido orientação médica previamente. Procure sempre um especialista quando houver suspeita de alguma doença, como em casos de exposição sexual ou contato com sangue de terceiros, por exemplo. Só após avaliar o risco do paciente, o médico irá direcioná-lo para uma investigação mais precisa. Se o paciente perceber a doença quando já estiver com os sintomas, também é preciso buscar ajuda médica, consultando um infectologista, dermatologista, ginecologista, urologista ou outro especialista, para identificar qual a causa da infecção e receber o tratamento adequado.”

Dr. Claudio Roberto Gonsalez, infectologista e prestador de serviços do Hospital América de Mauá | CRM 57166


HOSPITAL AMÉRICA

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Telefone: (11) 4544.2085





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