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17/10/2019 Sem categoria

O Hospital América foi um dos patrocinadores da 4º Caminha Outubro Rosa, organizada pela Academia Rytmos. Realizado no domingo (13), em Mauá, o evento teve início às 8 horas, com concentração e saída do Parque da Juventude, e contou com a participação de 450 pessoas. Toda a renda arrecadada foi revertida para a Rede Feminina Voluntária de Combate do Câncer Mauá (Refema) e para a ação “Doe lenços, doe alegria”, criada pela enfermeira Talita Romatt.

Após a caminhada, a academia promoveu diversas atividades, como aulas de zumba, fit dance, combate e sorteio de brindes. O principal objetivo do evento foi alertar as mulheres para a importância da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de mama.

O câncer de mama é um tumor maligno causado pela multiplicação anormal das células da mama e, de acordo com o Instituto Nacional do Câncer (INCA), é a neoplasia de maior incidência entre a população feminina mundial. No Brasil, estimam-se 59.700 novos casos para 2019, isto é, 56,33 casos a cada 100 mil mulheres. O acompanhamento com o ginecologista deve ser anual e, a partir dos 40 anos, o exame de mamografia também deve ser feito anualmente.

Para evitar que as mulheres que não possuem plano de saúde sofram com a demora no atendimento dos serviços do SUS em consultas e exames para a prevenção do câncer de mama, do câncer de colo de útero, de doenças da tireoide, da osteoporose e de outras enfermidades, o Hospital América criou o Programa Na Sua Medida para Mulheres. O programa consiste em um conjunto de consultas, incluindo retorno, e até 15 exames com preços acessíveis, para que a população feminina de Mauá e região possa se beneficiar de uma infraestrutura hospitalar de alta tecnologia, com atendimento acolhedor, preciso e confiável durante a realização de seu check-up anual.

Fotos: Divulgação


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23/09/2019 Sem categoria

O Hospital América iniciou o lançamento de sua nova identidade visual com a renovação de sua logomarca, celebrando seus 21 anos e a conquista da Certificação Nível II, pela Organização Nacional de Acreditação (ONA), ingressando assim num pequeno e seleto grupo de hospitais do Brasil, detentores deste relevante Selo de Acreditação.  A nova logomarca, que faz parte de um amplo projeto de revitalização da identidade visual, está diretamente relacionada com a história, a missão, a visão e os valores do Hospital América, e representa um novo momento da instituição. “Hoje o Hospital América é um hospital extremamente respeitado em Mauá e região. É um hospital que com 21 anos de amadurecimento se tornou uma instituição prestadora de serviços de altíssima qualidade na área de saúde, graças à sua notável infraestrutura tecnológica e ao precioso e incansável trabalho de cada um de nossos colaboradores e parceiros, sempre com foco na excelência da qualidade assistencial”, lembra Dr. Geraldo Chaves de Alcântara Júnior, diretor administrativo do Hospital América.

Para retratar de modo marcante toda a trajetória de valiosas conquistas da instituição nestes 21 anos, um grande projeto de revitalização da identidade visual do hospital foi criado, de modo a transmitir com mais transparência aos pacientes o espírito jovem, humano, acolhedor e experiente da equipe assistencial do hospital, além de seu parque tecnológico moderno e atualizado, que tem sido um grande diferencial. “A ampla revitalização de nossa identidade visual inclui, além da mudança da nossa logomarca, uma mudança de comportamento frente aos nossos clientes, bem como uma revitalização de nossa infraestrutura, com reformas que renovarão a parte externa, a recepção central, os ambulatórios e ampliarão o CTI, o centro cirúrgico e as unidades de internação com a inauguração, em breve, de mais dois andares”, ressalta Dr. Geraldo.

A criação do novo logotipo foi realizada pela agência Anaya em conjunto com a diretoria do Hospital América. A nova logomarca foi desenvolvida tendo como ponto de partida a estrela, que é fonte de luz e está associada ao simbolismo celeste, representando a perfeição, a luz, o renascimento, a revitalização, o divino e a proteção. As cores selecionadas para compor esta nova marca foram o verde e o azul. Estas cores também trazem todo um significado, como explica o Dr. Geraldo: “O verde representa a esperança, saúde e vitalidade. É a cor da natureza viva, além de estar associada ao crescimento, à renovação e à revitalização, que é o que buscamos. O verde ainda acalma e traz equilíbrio ao corpo e ao espírito, podendo também ser reconfortante e estimulante em situações de depressão e tristeza. O azul representa a tranquilidade, a serenidade, tão importante nos momentos de sofrimento diante de uma enfermidade”.

O Hospital América neste seu vigésimo primeiro ano de vida, vive um momento de grandes conquistas e mudanças, um momento definitivamente marcante. “A conquista da Certificação ONA II, parte da busca pela excelência na assistência à saúde e todo este projeto de revitalização da identidade visual do hospital, fazem parte do que definimos há alguns anos como sendo nossa visão para o futuro, nosso norte: ser a primeira opção no cuidado com a saúde em Mauá e região. Hoje temos a certeza de que este futuro, se ainda não chegou, não tardará”, finaliza Dr. Geraldo.


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14/08/2019 Sem categoria

Oferecer um serviço de qualidade e garantir segurança aos pacientes são os principais objetivos do Hospital América. A busca por selos de qualidade, é um movimento crescente nas instituições de saúde. Não  se trata apenas da conquista de um certificado, mas do compromisso em mostrar o comprometimento e transparência quanto à qualidade dos serviços oferecidos, transmitindo maior confiança aos pacientes, empresas e operadoras de saúde. No mês de julho, o Hospital América em busca de uma elevação em seu nível de acreditação, passou por um segundo processo antecipado de certificação conquistando o Segundo Nível de Acreditação ONA. “De forma arrojada, o hospital buscou um upgrade, isto é, um processo antecipado de recertificação, na busca por um nível mais avançado”, comenta Thaís Lidiane de Oliveira, gerente de qualidade.

Para conquistar esse novo selo, foi preciso além de atender aos critérios de Nível I Acreditado de qualidade e segurança na assistência ao paciente, atender também aos critérios de Nível II Pleno, que corresponde a uma gestão integrada, com processos ocorrendo de maneira fluida e plena comunicação entre as atividades. “Todos os esforços que estão sendo destinados à busca da qualidade em nossos serviços, refletem o compromisso e respeito que o  Hospital América tem com seus pacientes, parceiros e clientes. É um hospital que, com 21 anos de amadurecimento, se tornou uma instituição prestadora de serviços de altíssima qualidade na área de saúde, graças à sua notável infraestrutura tecnológica e ao precioso e incansável trabalho de cada um de nossos colaboradores e parceiros, sempre com foco na excelência da qualidade assistencial”, afirma Dr. Geraldo Chaves de Alcântara Júnior, diretor administrativo do Hospital América.

No Brasil, existem aproximadamente 6 mil hospitais, sendo apenas 348 certificados com o Selo de Acreditação ONA Nível I e cerca de 100 hospitais certificados com o Selo de Acreditação ONA Nível II. O Hospital América acaba de ingressar neste pequeno e seleto grupo de hospitais certificados do Brasil, sendo o primeiro e único hospital de Mauá a possuir o Selo de Acreditação ONA Nível II. “Neste 21º ano de existência, o Hospital América vive um momento definitivamente marcante de grandes conquistas e mudanças, que inclui o projeto de revitalização de sua identidade visual, iniciado com a mudança da logomarca. A conquista da Certificação ONA Nível II é resultado da busca pela excelência na assistência à saúde e faz parte do que definimos há alguns anos como nossa visão para o futuro, nosso norte: ser a primeira opção no cuidado com a saúde em Mauá e região. Hoje temos certeza de que esse futuro, se ainda não chegou, não tardará”, finaliza Dr. Geraldo.


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Pediatra do Hospital América de Mauá fala sobre a importância do aleitamento materno

“Capacite os pais e permita a amamentação, agora e no futuro!” é o slogan da Semana Mundial de Aleitamento Materno (SMAM) 2019, definido pela Aliança Mundial para Ação em Amamentação (WABA, sigla em inglês). A iniciativa, que acontece anualmente em agosto, tem como objetivo enfatizar a importância do envolvimento de todos os familiares próximos, não apenas da mãe, para garantir que seja possível o aleitamento materno exclusivo nos primeiros 6 meses de vida e de forma complementar até os 2 anos de idade. “Quando nos referimos à amamentação, o binômio mãe-bebê surge de imediato em nosso pensamento, porém para que ela ocorra é preciso que haja um ambiente favorável: tranquilo, confortável e sem fatores estressores, com a presença de pessoas para assegurar uma amamentação de qualidade para mãe e bebê. A participação do pai, a ajuda de familiares e a assistência de profissionais de saúde são fatores que interferem diretamente no êxito do amamentar. O pai é fundamental no processo do aleitamento materno e pode participar de diversas maneiras, sendo as principais estar ao lado da mãe para oferecer todo o apoio necessário durante o processo e auxiliar nos cuidados da casa e dos filhos mais velhos, bem como na alimentação da lactante e em outras funções que a mãe anteriormente realizava.  Familiares e amigos também podem contribuir com esses cuidados”, explica a Dra. Nathalie Moschetta Monteiro Gil, pediatra e neurologista infantil, prestadora de serviços no Hospital América de Mauá.

Desde 1992, mais de 120 países celebram a Semana Mundial da Amamentação entre os dias 1º e 7 de agosto, definidos pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) com base na Declaração de Innocenti, assinada em 1º de agosto de 1990. A campanha Agosto Dourado remete ao mês dedicado à intensificação das ações de promoção, proteção e apoio ao aleitamento materno, chamando atenção para a grande importância da amamentação no desenvolvimento do recém-nascido. O dourado faz alusão à definição do leite materno segundo a OMS: alimento de ouro para a saúde dos bebês. “O objetivo da campanha é informar sobre os benefícios do leite materno, que está diretamente ligado a uma boa nutrição, bem como vincular a amamentação a uma agenda nutricional de segurança alimentar, alcançar pessoas e organizações que trabalham com questões relacionadas à propagação de informação sobre a amamentação e motivar as mães a amamentar com consciência sobre a importância nutricional do leite materno”, esclarece a doutora.

A composição do leite materno

“Nos primeiros dias após o parto, é produzido o colostro. Quando comparado ao leite maduro, ele é mais viscoso e possui maior concentração de proteínas, minerais, carotenoides e vitaminas lipossolúveis, principalmente A e E, além de apresentar menor quantidade de lactose, gorduras e outras vitaminas. O colostro é muito rico em fatores de defesa, como substâncias imunomoduladoras, agentes anti-inflamatórios, imunoglobulinas e outros agentes antimicrobianos. As modificações na composição láctea após o 5º dia ocorrem de forma gradual e progressiva, sendo denominado leite de transição o leite produzido nesse período intermediário entre o colostro e o leite maduro. Embora o período compreendido entre o 6º e o 10º dia pós-parto seja considerado transicional, poucos nutrientes atingem o 10º dia com seus valores definitivos. Essa irregularidade na composição láctea dos primeiros dias pode ser atribuída à imaturidade fisiológica e metabólica da glândula mamária, então, apesar de o processo de transição perdurar durante todo o primeiro mês de lactação, convencionou-se definir como leite maduro o leite produzido posteriormente ao 15° dia de vida do bebê. Nesse período, o soro do leite humano apresenta cerca de 60% a 90% de seu teor proteico total, e sua composição inclui alfa-lactoalbumina, lactoferrina, lisozima, soroalbumina, imunoglobulinas e betalactoglobulina. A alfa-lactoalbumina, que constitui cerca de 40% das proteínas do soro do leite humano, é necessária para o transporte de ferro e para a síntese de lactose na glândula mamária. A lactoferrina, a lisozima e as imunoglobulinas, especialmente a IgA secretora, são proteínas do soro do leite humano relacionadas ao sistema de proteção do corpo. A caseína, proteína responsável por conferir a aparência branca do leite, possui vários subtipos, mas predominam no leite humano as frações beta-caseína (50%) e kappa-caseína (20% a 27%). Durante a lactação, ocorre uma acentuada elevação do teor de caseína no leite humano, acompanhada de um concomitante decréscimo dos níveis de proteínas do soro. A lactose constitui cerca de 70% do conteúdo de carboidratos do leite materno e sua concentração no colostro oscila em torno de 5,3 g/dl, elevando-se para 7 g/dl no leite maduro. As gorduras são a maior fonte de energia do leite humano e são facilmente digeríveis e absorvíveis. Entre os macrominerais presentes, estão sódio, potássio, cloreto, cálcio, magnésio, fósforo e sulfato. É importante lembrar que os microelementos, ou seja, o conteúdo vitamínico do leite humano, pode ser afetado por diversos fatores, sendo o principal o estado nutricional materno”, afirma a doutora.

Benefícios da amamentação

O aleitamento materno apresenta inúmeras vantagens, como aspectos higiênicos, imunológicos, psicossociais e cognitivos, contribuindo também para a prevenção de doenças futuras. Além disso, gera menor custo e efeito anticoncepcional, bem como outros inúmeros benefícios para o organismo da mãe e do bebê.  “O leite humano possui uma composição nutricional balanceada em termos de proteínas, carboidratos e gorduras, garantindo o crescimento e o desenvolvimento adequados do recém-nascido. Ele auxilia no desenvolvimento neurológico, no fortalecimento do sistema imunológico e reforça o vínculo afetivo entre mãe e filho. Também reduz a morbimortalidade infantil ao diminuir a incidência de doenças infecciosas, proporciona nutrição de alta qualidade para o bebê e promove a correta estimulação dos músculos orofaciais. Estudos recentes tem mostrado que pacientes que receberam aleitamento materno exclusivo até o 6º mês de vida desenvolveram fatores protetores na infância e na vida adulta para obesidade, diabetes, doenças inflamatórias intestinais, leucemia infantil, otite média, infecções do trato respiratório superior e inferior e apresentaram melhor desempenho em testes de inteligência (QI). Vale lembrar que o ritmo intestinal no primeiro ano de vida, sobretudo nos primeiros meses, é diferente. No início, o bebê pode evacuar todas as vezes depois que mamar, devido ao reflexo gastrocólico, ou evacuar em intervalos longos, até mesmo de dias, e isso é considerado normal, desde que as fezes estejam amolecidas, não apresentem rajas de sangue e o aumento de peso seja adequado. O ganho ponderal do bebê deve ser acompanhado mensalmente pelo pediatra para monitorar o seu crescimento”, ressalta a especialista.

O volume de leite materno necessário para satisfazer um recém-nascido é definido pelo cálculo da capacidade gástrica do bebê, que depende do peso, mas quando se trata de aleitamento materno exclusivo esses cálculos não são necessários. “O aleitamento deve ser realizado em livre demanda, ou seja, sem horários pré-estabelecidos, porém é importante que algumas informações sejam passadas às mães: o leite inicial tem composição predominantemente hídrica, já o leite posterior concentra as gorduras necessárias para a satisfação e nutrição do bebê, portanto a amamentação deve ser realizada na mesma mama até que ela esvazie, para depois intercalar com a outra. As mães também devem ser instruídas quanto ao intervalo máximo entre as mamadas: 4 horas, que é o tempo que leva para o estoque de glicose no organismo do recém-nascido acabar”, comenta a médica.

Dicas para amamentar

Para a mãe ter sucesso na amamentação, é preciso seguir algumas orientações em relação à alimentação, ao sono e às técnicas necessárias para a pega correta. “É necessário ingerir bastante água, não ficar nervosa durante o período de aleitamento, dormir bem, ter uma alimentação saudável e amamentar sempre que o bebê quiser, ajudando-o a acertar a pega. A massagem prévia à amamentação, com ordenha inicial, e compressas de água morna também podem ser úteis. O mais importante, no entanto, é respeitar a livre demanda e se certificar de que a pega está correta.  A ingestão de remédios deve ser feita somente em casos específicos e sob orientação médica. A lactante deve se sentar de modo confortável, relaxada, com a coluna ereta e os pés apoiados em uma banqueta. O corpo do bebê deve estar totalmente voltado para o corpo da mãe, de modo que seja possível o encontro de barriga com barriga. O pescoço do bebê deve estar ligeiramente estendido para facilitar a pega, e a mama deve ser segurada com os dedos em forma de “C”, não em forma de tesoura. O bebê deve estar bem apoiado, o queixo tocando o peito e a boca bem aberta, de frente para o mamilo”, instrui a pediatra.

O aleitamento também contribui para a saúde da mulher ao reduzir riscos de certos tipos de cânceres, ampliar o intervalo entre partos, auxiliar a mulher a atingir seu peso ideal, proporcionar economia e ajudar no desprendimento da placenta, colaborando para a volta do útero ao tamanho normal e, com isso, evitando o sangramento excessivo e uma possível anemia. A amamentação reduz ainda o risco de a mulher desenvolver síndrome metabólica (doenças cardíacas e diabetes) após a gravidez, mesmo quando houve diabetes gestacional.

Mitos sobre a amamentação

– Mito ou verdade: O leite materno pode ser fraco para nutrir o bebê.

Mito. Não há leite materno fraco. O leite materno apresenta composição semelhante em todas as mulheres que amamentam e é o alimento ideal para o bebê, sendo sua ingestão recomendada de forma complementar até os 2 anos de vida ou mais e de forma exclusiva até o 6º mês.

– Mito ou verdade: O leite congelado, mesmo que retirado das mamas, perde os nutrientes.

Mito. Se armazenado adequadamente, o leite pode ser congelado por até 15 dias sem perder suas propriedades e sua qualidade nutricional.

– Mito ou verdade: Quem fez redução mamária ou colocou silicone não pode amamentar.

Mito. A cirurgia nos seios não impede a mulher de amamentar, desde que durante a cirurgia sejam preservadas as estruturas das mamas.

– Mito ou verdade: Seios muito pequenos não produzem leite na quantidade suficiente para o bebê.

Mito. O tamanho da mama não tem relação com a produção de leite. Tanto as mamas grandes quanto as pequenas possuem capacidade de produzir o mesmo volume de leite por dia.

 

Dra. Nathalie Moschetta Monteiro Gil, pediatra e neurologista infantil, prestadora de serviços no Hospital América de Mauá | CRM 163047

 


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09/04/2019 Sem categoria

Ser certificado pela ONA é garantir qualidade e segurança em seus serviços prestados

O Hospital América conquistou, em 2018, o selo de acreditação da metodologia ONA (Organização Nacional de Acreditação), nível I. A conquista foi possível devido aos trabalhos de melhorias contínuas realizados para atender os requisitos de segurança do paciente em todas as áreas de atividades na instituição, incluindo aspectos estruturais e assistenciais. O processo para se chegar à conquista de um selo de acreditação é árduo, a curto e longo prazo, pois implica revisão e melhorias de todos os processos, além de promover uma mudança de cultura e gestão, o que gera grande impacto na instituição. Buscar a conquista de um selo de qualidade mostra uma grande evolução da maturidade institucional, que visa atingir a excelência em gestão com a continuidade dos processos de melhoria, e, assim, buscar novos níveis de acreditação, bem como conquistar outras acreditações disponíveis. “Quando o hospital toma a decisão de entrar em um processo de obtenção de um selo de acreditação, além de demonstrar o comprometimento da instituição com as melhorias de processos e transparência, ele traz consigo uma notória preocupação e comprometimento com um quesito inquestionável e extremamente importante na assistência: a segurança do paciente. A conquista desses selos coroa de forma majestosa o trabalho realizado por cada um dos colaboradores de nossa instituição. Essa conquista só foi possível com o engajamento e comprometimento de todos os nossos colaboradores e a participação integral de nossa diretoria”, explica Thais Lidiane Oliveira, gerente geral do Hospital América de Mauá.

A metodologia de conquista de um selo de qualidade obriga a instituição a rever todos os seus processos, tanto os assistenciais como os administrativos. As mudanças são profundas e têm início no planejamento estratégico da instituição, com a revisão da sua missão, visão, valores, objetivos, metas, gerando planos de ações que determinem um novo rumo à organização, e, principalmente, o alinhamento estratégico de todas as áreas com foco em objetivos claros e disseminados para toda a instituição. “Dentre todos os processos de melhorias implementados, destacamos o desenvolvimento da gestão de custos na instituição, com um acompanhamento eficiente de nosso planejamento. Como resultado, alcançamos hoje um melhor controle financeiro, aliado a um melhor desempenho do hospital como um todo. A gestão de indicadores, sua análise crítica e ações de melhorias mostraram ser uma ferramenta extremamente rica no apoio à gestão. Todas essas mudanças impactaram positivamente no processo assistencial, agregando valor aos serviços prestados pelo Hospital América junto às operadoras, importantes clientes de uma instituição hospitalar”, comenta a gerente.

O desafio de entrar em um processo de acreditação voluntariamente demonstra a transparência e comprometimento da instituição. A gestão transparente promove um maior engajamento dos colaboradores com o hospital, os detalhes administrativos são discutidos de maneira clara, afinal, a segurança do paciente depende de todos e não somente da equipe multiprofissional ou da diretoria. “Boa parte dos colaboradores de um hospital lidam diretamente com os clientes da instituição, que são os pacientes. Logo, em um hospital, caso não haja transparência na gestão, é possível que as equipes da assistência e do atendimento acabem tendo dificuldades para desempenhar suas funções, pois podem surgir questionamentos por parte dos pacientes e acompanhantes, ou problemas assistenciais, que só serão resolvidos adequadamente se os colaboradores tiverem conhecimento pleno de todos os aspectos relativos à maneira como a instituição gerencia seus processos. Desse modo, a identidade organizacional, as políticas institucionais e o planejamento estratégico devem estar claros e muito bem disseminados para todos os colaboradores da instituição”, finaliza.



HOSPITAL AMÉRICA

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Telefone: (11) 4544.2085





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