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01/04/2021 Sem categoria

Oftalmologista do Hospital América fala sobre a importância da prevenção à cegueira.

A campanha Abril Marrom foi criada em 2016 e tem como objetivo conscientizar as pessoas sobre a cegueira, para que saibam como evitá-la e, em alguns casos, revertê-la. A campanha visa alertar a população sobre a necessidade de exames oftalmológicos preventivos que possam diagnosticar estados iniciais de determinadas doenças, evitando a perda visual.

A cegueira atinge cerca de 1,2 milhões de brasileiros, segundo dados recentes do Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO). Deste total, em torno de 60% dos casos são tratáveis. “Muitos casos de cegueira podem ser evitados ou revertidos, mediante diagnóstico precoce e tratamento. Considerando que cerca de 80% de todas as informações que recebemos do mundo exterior nos chegam através da visão, podemos perceber o impacto devastador que a perda visual causa na qualidade de vida de uma pessoa, independente da faixa etária em que ocorra”, explica a Dra. Renata Bastos Alves, coordenadora da equipe de oftalmologia e prestadora de serviços no Hospital América de Mauá.

Existem alguns fatores de risco para a cegueira ou a perda da visão. “Cada patologia tem seus próprios fatores de risco, mas idade (acima da 40 anos), familiares de primeiro grau com doenças semelhantes, doenças associadas (como hipertensão arterial e diabetes) e hábitos como o tabagismo estão entre os principais fatores relacionados à maioria dos casos de cegueira nos pacientes adultos. Já nas crianças, a presença de estrabismo é o fator de risco mais relevante para a ambliopia (olho preguiçoso)”, ressalta a especialista.

As principais doenças que podem levar a cegueira são: “Catarata, perda de transparência do cristalino (lente natural do olho), que pode ocasionar perda visual em diferentes níveis, podendo chegar à cegueira. Em geral, afeta indivíduos acima dos 50 anos de idade; Glaucoma, aumento da pressão do olho, na maioria das vezes sem sintomas, que vai progressivamente causando a morte do nervo óptico (responsável por levar ao cérebro as imagens), acarretando cegueira de forma irreversível. Devido ao fato de não manifestar sintomas até que o comprometimento visual já esteja muito adiantado, é fundamental que as pessoas, principalmente acima dos 40 anos, façam exame oftalmológico de rotina, com medida da pressão ocular e fundo de olho anualmente; Degeneração Macular relacionada à idade (DMRI) é uma inflamação na região da retina chamada mácula, que ocorre principalmente em pessoas acima dos 60 anos, levando à formação de uma cicatriz no local, o que ocasiona perda da visão central. A pessoa passa a ver uma “mancha” bem no centro da visão, que será tanto maior, quanto maior for o tempo e a extensão da inflamação do tecido, restando apenas a periferia do campo visual, o que causa, muitas vezes, incapacidade permanente; Retinopatia diabética, alteração nos vasos sanguíneos da retina (tecido localizado no fundo do olho, que recebe a informação visual e encaminha ao nervo óptico, para que as imagens sejam percebidas). No paciente diabético não controlado ocorre a formação de vasos sanguíneos mais frágeis na retina, além de vazamento de líquidos e sangramento. Isso faz com que a visão fique muito prejudicada, além de predispor à hemorragia vítrea e ao descolamento da retina, situações de muita gravidade, que exigem cirurgia urgente e podem levar à cegueira; Ambliopia, perda visual em graus variáveis (podendo chegar à cegueira), causada por falta de diagnóstico de problemas oculares na infância, como estrabismo, catarata congênita, glaucoma congênito, tumores oculares, como o retinoblastoma (câncer ocular que começa na parte de trás do olho, retina) ou altos graus de miopia, hipermetropia ou astigmatismo. Quando esses problemas aparecem, devem ser tratados rapidamente, porque a criança só “aprende” a enxergar até por volta dos 6-7anos de idade. Após esse período, mesmo tratados os problemas oculares, a visão não pode ser completamente restabelecida”, pontua a oftalmologista.

Os sintomas iniciais na maioria das doenças são uma perda visual leve, um embaçamento, que vai desde a dificuldade para leitura, para assistir TV ou dirigir, evoluindo progressivamente para cegueira completa. “Muitos pacientes, infelizmente, negligenciam esses sintomas iniciais, ou mesmo não os percebem, principalmente quando a patologia envolve os olhos de maneira assimétrica (um olho mais acometido que o outro), buscando tratamento apenas tardiamente, quando, infelizmente, já não há mais o que fazer”, comenta a doutora.

Para prevenção, investigação, diagnóstico e tratamento de qualquer doença ocular, é preciso acompanhamento com o médico oftalmologista e realização de exames de rotina. “Nos adultos, deve ser aferida anualmente a pressão ocular (tonometria), além de exames como biomicroscopia, fundo de olho e mapeamento das retinas, que podem diagnosticar a maioria das patologias que leva à cegueira. Não apenas a realização do exame é importante, mas a sua correta interpretação e a introdução do tratamento mais eficaz para cada tipo de patologia ocular. Para as crianças, é obrigatório, ao nascimento, um exame que se chama “teste do olhinho”. Nesse exame, o médico consegue observar se há alguma alteração na passagem da luz para dentro do olho. Qualquer alteração deve ser direcionada diretamente para investigação mais profunda e tratamento. No Hospital América, contamos com aparelhos precisos de alta tecnologia e profissionais especialistas nas mais diversas áreas da oftalmologia, para que o paciente tenha seu diagnóstico e tratamento de forma rápida e assertiva, possibilitando a recuperação visual ou a interrupção da perda visual”, lembra a médica.

Os tratamentos das doenças oculares variam de acordo com cada caso. “Para a catarata, o tratamento é cirúrgico, com a substituição do cristalino opaco por uma lente intraocular, e restabelecimento rápido da visão. No caso do glaucoma, são usados colírios que diminuem a pressão ocular, estacionando a lesão do nervo óptico e impedindo a progressão da perda da visão. Em alguns casos, pode ser necessária cirurgia ou procedimentos a laser para controlar a pressão. Nos pacientes com degeneração macular, bem como naqueles com retinopatia diabética, os tratamentos com diferentes tipos de laser nos vasos da retina são eficazes e, atualmente, a injeção de substâncias anti-angiogênicas (que impedem a formação dos vasos defeituosos) e anti-inflamatórias intra-vítreas tem mostrado bons resultados em termos de recuperação visual. Nas crianças, uma vez diagnosticado o problema ocular, o tratamento precoce pode evitar a perda visual (ambliopia)”, recomenda Alves.

A prevenção está diretamente relacionada à conscientização da população sobre a existência dessas doenças e, sobretudo, ao diagnóstico precoce, através dos quais se pode evitar a maioria dos casos de cegueira.

Dra. Renata Bastos Alves | Coordenadora da equipe de oftalmologia e prestadora de serviços no Hospital América de Mauá | CRM 83686.



01/03/2021 Sem categoria

A campanha Março Azul-Marinho foi criada com a intenção de conscientizar a população sobre a importância da prevenção do câncer colorretal. “O câncer de cólon é o segundo mais frequente em mulheres e o terceiro entre os homens. Existe uma discreta predominância no sexo feminino, porém não estatisticamente significante”, comenta a Dra. Maria Bernadette Zambotto, coloproctologista, prestadora de serviços no Hospital América de Mauá.

O câncer colorretal pode atingir qualquer parte do intestino grosso: ceco, cólon ascendente, cólon transverso, cólon descendente, sigmoide e reto. “Na fase de pólipo (tumores benignos de até 3cm), são absolutamente assintomáticos. Portanto, a prevenção é mandatória. O que é mais importante ressaltar é que todo câncer começa pequeno e é curável”, explica a doutora.

Os sintomas da doença são dependentes da localização: tumores no intestino grosso inicial (que está do nosso lado direito) costumam provocar anemia. Tumores no intestino grosso final (que está do nosso lado esquerdo) provocam sintomas de constipação (ressecamento), evacuação difícil, sangue e muco nas fezes.

O Hospital América de Mauá disponibiliza aos pacientes o exame “gold standard” (padrão ouro) para detectar e retirar pequenos pólipos. “Temos colonoscopia de alta resolução no Hospital América, o que nos permite rastrear e tratar tumores através do exame, com procedimentos avançados. Contamos com equipe de cirurgia coloproctológica para assumir os casos cuja resolução não é mais possível pela colonoscopia”, ressalta Zambotto.

Em 2018, a Sociedade Americana de Câncer – “American Cancer Society” (ACS) – reduziu de 50 para 45 anos a idade para se iniciar o rastreamento de câncer colorretal na população em geral.  Isso porque tem-se diagnosticado câncer colorretal em indivíduos cada vez mais jovens. “Esse “corte” de 45 anos pode cair para idades mais jovens, conforme o histórico familiar do paciente”, lembra a coloproctologista.

Hábitos de vida estão fortemente relacionados ao risco de doenças neoplásicas (os cânceres). No que se refere ao câncer colorretal, a dieta inadequada, com grande consumo de gorduras animais, corantes, aromatizantes, defumados, além da falta da ingestão rotineira de fibras e consumo de água são fatores de risco. “O câncer colorretal tem alta prevalência genética, o que significa que, descendentes diretos de pessoas portadoras de câncer colorretal (filhos) devem fazer rastreamento assim que dado o diagnóstico aos pais.  Indivíduos em linhagem horizontal (irmãos), também devem ser investigados. Como medida de cautela, é fundamental investigar-se até a segunda geração (netos)”, finaliza.

Dra. Maria Bernadette Zambotto Vianna, coloproctologista, colonoscopista e prestadora de serviços no Hospital América de Mauá | Título de especialista pela Sociedade Brasileira de Coloproctologia | Cremesp 83319



02/02/2021 Sem categoria

A Campanha Fevereiro Laranja foi criada para alertar a população sobre a Leucemia e a importância da realização de exames para que a doença seja detectada e tratada o mais rápido possível.

A Leucemia é um tipo de câncer que ocasiona um crescimento acelerado nas células do sangue, levando a um desequilíbrio no organismo. A leucemia atinge a produção de glóbulos brancos que aparecem quando novas células na medula óssea são produzidas. O tratamento mais indicado para combater a doença é a medicação quimioterá­pica até o transplante de medula óssea.

Sintomas da Leucemia

Atualmente foram descobertos 12 tipos de leucemia cujos sintomas podem variar muito.

A Leucemia apresenta alguns sintomas como:

Sangramento, desmaios, vômitos, manchas no corpo, dores nas articulações e perda de peso

Esses sintomas devem ser investigados através de exames de sangue e acompanhamento com um hematologista que dará um diagnóstico.

Um dos exames realizados para constatar a doença é o hemograma, realizado por meio da coleta de sangue do paciente.

Formas de prevenção a Leucemia

O INCA observa que, apesar de os pacientes que desenvolvem leucemia não apresentarem fatores de risco que possam ser modificados, o recomendado pelo instituto é evitar o tabagismo. Fumar é um fator externo de risco para diversos tipos de câncer.

Os exames periódicos são essenciais para o diagnóstico ainda no início da doença. Caso apresente os sintomas descritos, busque uma unidade de saúde.

Uma das formas de tratamento mais eficazes da doença é o transplante de medula óssea e é indicado em casos de alto risco.

O primeiro passo é a investigação dos familiares de primeiro grau do paciente em busca de compatibilidade. Caso isso não ocorra, é registrada a necessidade em um banco de medula.

Os doadores volun­tários são examinados e seus resultados também vão para um banco. No momento em que surge a compatibilidade entre o doador e o paciente, é realizado o procedimento de coleta do material. A doação é importante, pois a chance de encontrar doadores compatíveis é relativamente baixa.



04/01/2021 Sem categoria

Hospital América de Mauá alerta a população sobre os sintomas e riscos da doença

A Hanseníase, também conhecida como Mal de Hansen e historicamente como Lepra, é uma doença infecciosa crônica causada por um microorganismo (bactéria) chamado Mycobacterium leprae. Ela é transmitida de pessoa para pessoa, principalmente no convívio com doentes sem tratamento.  “A bactéria é transmitida pelas vias respiratórias (pelo ar), e não por objetos utilizados pelo paciente. Estima-se que a maioria da população possua defesa natural (imunidade) contra o M. leprae. Portanto, a maior parte das pessoas que entra em contato com a bactéria não irá desenvolver a doença. É sabido que a susceptibilidade ao M. leprae possui influência genética. Assim, familiares de pessoas com hanseníase possuem maior chance de adoecer. A doença acomete principalmente os nervos superficiais da pele e os troncos dos nervos periféricos (localizados na face, pescoço, braços, pernas), mas também pode afetar os olhos e órgãos internos (mucosas, testículos, ossos, baço, fígado etc.). Se não tratada logo no início, a doença quase sempre evolui, torna-se transmissível e pode atingir pessoas de qualquer sexo ou idade, inclusive crianças e idosos. Essa evolução ocorre, em geral, de forma lenta e progressiva, podendo levar a incapacidades físicas”, explica Dra. Thaiz Santos Ochôa, dermatologista, prestadora de serviços no Hospital América de Mauá.

A doença apresenta-se de várias formas na pele, podendo parecer como diversas outras doenças de pele mais comuns, o que pode dificultar o seu diagnóstico e atrasar o tratamento. A hanseníase ainda se configura como um grave problema de saúde pública em muitos países, inclusive no Brasil. Segundo a OMS (Organização Mundial de Saúde), o Brasil e a Índia são os dois países mais endêmicos do mundo, sendo notificados, pois o Brasil apresentava no ano de 2009 15,4% (37.610 casos) dos doentes existentes no mundo, enquanto na Índia o índice era de 54,7% (133.717casos), o que torna a hanseníase uma doença de notificação obrigatória. “A OMS registra anualmente aproximadamente 250 mil casos novos de hanseníase no mundo, o que mostra a persistência da transmissão da infecção nas últimas 3 décadas; ou seja, mesmo com tratamento já estabelecido e fornecido gratuitamente pelos órgãos públicos, a hanseníase não foi eliminada. No Brasil, as regiões Norte e Centro-oeste apresentaram os maiores índices de notificações de novos casos de hanseníase no ano de 2012”, esclarece Dra. Thaiz.

No dia 27 de janeiro comemora-se o Dia Nacional de Combate e Prevenção da Hanseníase (janeiro Roxo). A data, celebrada sempre no último domingo do mês, reforça o compromisso em controlar a hanseníase, oferecer o diagnóstico da doença e seu tratamento correto, bem como difundir informações e desfazer o preconceito.  Durante todo o mês, a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), por intermédio do Departamento de Hanseníase e a Sociedade Brasileira de Hansenologia (SBH), promovem campanhas e ações educativas para a população.

Os principais sinais e sintomas da hanseníase são: “Áreas da pele, ou manchas esbranquiçadas, acastanhadas ou avermelhadas, com alterações de sensibilidade ao calor e/ou ao tato, podendo ou não ser dolorosa; formigamentos, choques e câimbras nos braços e pernas, que evoluem para dormência – a pessoa se queima ou se machuca sem perceber; pápulas e nódulos (caroços), normalmente sem sintomas; diminuição ou queda de pelos no corpo ou no local da lesão, podendo acometer os pelos das sobrancelhas (madarose); pele infiltrada (avermelhada), com diminuição ou ausência de suor no local; diminuição e/ou perda de sensibilidade nas áreas dos nervos afetados, principalmente nos olhos, mãos e pés; entupimento, feridas e ressecamento do nariz; ressecamento e sensação de areia nos olhos”, pontua a especialista.

No início da doença, a lesão de pele pode ser única, mais clara do que a pele ao redor (mancha), não é elevada (sem alteração de relevo), apresenta bordas mal delimitadas, e é seca (“não pega poeira” – uma vez que não ocorre sudorese na respectiva área). Há perda da sensibilidade (hipoestesia ou anestesia) térmica e/ou dolorosa, mas a tátil (capacidade de sentir o toque) geralmente é preservada.  “Para direcionar o tratamento da doença, o paciente, no momento do diagnóstico, é colocado numa tabela de classificação, que possuem dois polos: de um lado os pacientes com mais imunidade e que, na maioria das vezes, possuem menos lesões; no lado aposto pacientes com baixa imunidade à bactéria e que possuem mais lesões. O diagnóstico da hanseníase deve ser baseado, essencialmente, no quadro clínico do paciente. Quando disponíveis, de qualidade e confiáveis, os exames subsidiários (baciloscopia e biópsia de pele) podem ser feitos. O teste de sensibilidade também pode ser realizado pelo médico”, ressalta Ochôa.

O tratamento da hanseníase é realizado através da medicação, poliquimioterapia, que, dependendo da sua classificação no momento do diagnóstico, pode ter a duração de 6 meses a 1 ano. O tratamento é supervisionado pelos agentes de saúde e possuem doses supervisionadas, de acordo com o Ministério da Saúde. “É imprescindível avaliar a integridade da função neural no momento do diagnóstico, na ocorrência de estados reacionais (durante o tratamento) e na alta por cura (término da medicação). O grau de incapacidade física é uma medida que indica a existência de perda da sensibilidade protetora e/ou deformidade visível em consequência de lesão no nervo. A prevenção de incapacidades em hanseníase inclui um conjunto de medidas visando evitar a ocorrência de danos físicos, emocionais e socioeconômicos. A principal forma de prevenir as deficiências e as incapacidades físicas é o diagnóstico precoce. O objetivo geral da prevenção é proporcionar ao paciente, durante o tratamento e após alta, a manutenção ou melhora de sua condição física, socioeconômica e emocional. Considerada a doença mais antiga da humanidade, a hanseníase tem cura, mas ainda é um grave problema de saúde pública”, finaliza.

Dra. Thaiz Santos Ochôa | Dermatologista | CRM 121.336 | Prestadora de Serviços no Hospital América de Mauá
Membro titular da Sociedade Brasileira de Dermatologia.



01/12/2020 Sem categoria

Dermatologista do Hospital América de Mauá alerta a população sobre a prevenção e o diagnóstico do câncer de pele

Em 2020, segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA), estimam-se, no Brasil, 176.930 novos casos de câncer de pele não melanoma entre homens e 93.160 entre mulheres. Esses valores correspondem a aproximadamente 82,53 casos a cada 100 mil homens e 75,84 a cada 100 mil mulheres. O câncer de pele é um tumor de pele maligno, provocado pelo crescimento anormal e descontrolado das células que compõem a pele. “A radiação ultravioleta é a principal responsável pelo desenvolvimento de tumores cutâneos, e a maioria dos casos está associada à exposição excessiva ao sol ou ao uso de câmaras de bronzeamento”, explica Dra. Thaiz Santos Ochôa, dermatologista e prestadora de serviços no Hospital América de Mauá.

Existem três tipos de câncer de pele: “O carcinoma basocelular, mais frequente e com alto percentual de cura; o carcinoma espinocelular, de incidência média; e o melanoma, o tipo mais grave e mais raro.  Em qualquer um desses casos, a doença é curável se detectada em estágio inicial”, esclarece a especialista.

De acordo com a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), os erros mais frequentes na prevenção do câncer de pele são não usar filtro solar diariamente, não o reaplicar durante o dia, achar que em dias nublados ou chuvosos ele não é necessário ou usar maquiagens que contenham filtro e acreditar que sejam suficientes para se proteger dos raios solares. “Outros erros comuns são usar o filtro solar só no rosto e se esquecer do corpo, se expor ao sol para se bronzear, fazer bronzeamento artificial e não ir ao dermatologista regularmente. O sol não é um vilão, mas a exposição solar indiscriminada, desprotegida e intermitente pode fazer mal, já que os raios solares são o principal fator de risco para o câncer da pele”, lembra a doutora.

O autoexame no espelho e a consulta com o dermatologista são a melhor forma de detectar lesões e prevenir o câncer. “Na consulta, realizamos o exame físico da pele. Junto com o exame físico, também usamos uma técnica chamada dermatoscopia para avaliar as lesões. Com o dermatoscópio, que é uma lente de aumento especial com fonte de luz própria, observamos a lesão e, se houver indicação, realizamos a biópsia da pele”, explica Ochôa.

Somente o exame clínico ou uma biópsia, ambos feitos pelo dermatologista, podem diagnosticar o câncer de pele, mas é importante estar sempre atento aos seguintes sintomas: “Lesão na pele que possua aparência elevada e brilhante, translúcida, avermelhada, castanha, rósea ou multicolorida, com crosta central e que sangre facilmente; alguma pinta preta ou castanha que mude de cor, textura ou torne-se irregular nas bordas e cresça de tamanho; mancha ou ferida que não cicatriza e que continue a crescer, apresentando coceira, crostas, erosões ou sangramento”, pontua a médica.

Além do uso do filtro solar, existem diversas formas de proteger a pele do corpo todo contra os raios UVA e UVB do sol. “É importante ressaltar que a proteção solar deve ser feita tanto em momentos de lazer quanto no caso de pessoas que trabalham sob o sol. No caso do trabalhador que exerce atividades ao ar livre, equipamentos de proteção individuais, como chapéus de abas largas, óculos escuros, roupas que cubram boa parte do corpo e protetor solar, são itens obrigatórios no dia a dia, para evitar que a exposição prolongada cause problemas de saúde”, finaliza.

Dra. Thaiz Santos Ochôa, dermatologista e prestadora de serviços no Hospital América de Mauá | Membro Titular da Sociedade Brasileira de Dermatologia | CRM 121336



23/11/2020 Sem categoria

Recentemente o Hospital América de Mauá, em São Paulo, firmou com o Hospital Infantil Sabará, Hospital de excelência no atendimento médico às crianças em São Paulo há mais de 40 anos, uma parceria para atendimento de crianças e recém-nascidos com problemas cardiológicos.

A parceria permite que a equipe de cardiologia e cirurgia cardíaca infantil do Hospital Sabará, preste assistência através de telemedicina, à equipe da pediatria do Hospital América, auxiliando assim na condução e no tratamento de crianças e recém-nascidos com doenças cardiológicas, como por exemplo nos casos de malformações congênitas em recém-nascidos.

Além da assistência clínica via telemedicina a parceria possibilita que, em havendo a necessidade de uma intervenção cirúrgica para o tratamento, a criança seja transferida para o Hospital Sabará para ser operada pela equipe de cirurgia cardíaca, e posteriormente possa retornar ao Hospital América para realizar o acompanhamento de pós-operatório, sempre sob a supervisão e  assessoramento dos cardiologistas e cirurgiões do Sabará.

Por fim, esta honrosa parceria, oferece aos médicos especialistas em pediatria e neonatologia do Hospital América, o acesso a uma educação continuada na área de cardiologia infantil, com discussões de casos, aulas e cursos on-line.

Toda esta cooperação e extraordinária assistência, prestada por tão respeitada e especializada instituição, é oferecida ao Hospital América sem ônus qualquer.

O perfil epidemiológico do Hospital América na área de pediatria, Hospital privado de referência na cidade de Mauá, não é cardiológico. Atendemos em média, ao longo de um ano, 150 pacientes com idade igual ou menor do que 13 anos, com queixas ou diagnósticos de doenças cardiológicas.

Mauá, município da Região Metropolitana de São Paulo, pertencente à região do ABC Paulista, possui uma população de pouco mais de 417.000 habitantes, comporta dois grandes polos industriais, Capuava e Sertãozinho, e um grande polo petroquímico, onde está localizada a RECAP – Refinaria de Capuava pertencente à Petrobras, além de industrias na área de química e metalúrgica que empregam aproximadamente 6000 trabalhadores.

Pelo volume de atendimento de crianças com problemas cardiológicos do Hospital América, certamente a população de Mauá, está se deslocando para outros municípios a fim de realizar o tratamento de suas crianças com doenças cardiológicas.

Esta parceria traz, de certa forma, um bracinho do Hospital Infantil Sabará para a região, devendo assim fortalecer enormemente a assistência pediátrica do Hospital América, que já é uma referência na cidade em pediatria geral, também na área cardiológica.

Nosso objetivo é tornar o Hospital América, com a inestimável cooperação do Hospital Infantil Sabará, uma referência na cidade de Mauá, quiçá na região do ABC, também para o acompanhamento e tratamento de crianças e recém-nascidos portadores de doenças cardiológicas, permitindo assim que os munícipes não necessitem mais cruzar as fronteiras da cidade para que seus filhos recebam assistência cardiológica especializada e de qualidade inquestionável, seja para tratamento cardiológico clínico ou cirúrgico.

Dr. Geraldo C. de Alcântara Jr.
Diretor Administrativo
Hospital América



03/11/2020 Sem categoria

Especialista do Hospital América de Mauá alerta a população sobre a importância do diagnóstico precoce do câncer de próstata

Em razão do Dia Mundial do Combate ao Câncer de Próstata, celebrado no dia 17 de novembro, foi criada a campanha Novembro Azul, um movimento de ações organizadas durante todo mês de novembro para informar a população sobre a doença.  Iniciada na Austrália, em 2003, a campanha acontece também no Brasil e em mais de vinte países, com o objetivo de conscientizar os homens sobre o câncer de próstata, os benefícios do diagnóstico precoce, a necessidade de a população masculina adotar um estilo de vida mais saudável e a importância das consultas e dos exames periódicos de check-up, já que, culturalmente, ainda há muita resistência e negligência dos homens em relação à sua saúde.

De acordo com o Instituto Nacional do Câncer (INCA), para o ano de 2020, estimativa de novos casos: 65.840 (2020 – INCA)
Número de mortes: 15.576 (2018 – Atlas de Mortalidade por Câncer – SIM).

A próstata é uma glândula masculina localizada abaixo da bexiga. Possui tamanho semelhante ao de uma noz e envolve a uretra, que é o canal da urina. “Entre suas funções, estão o auxílio na continência urinária, no processo de ejaculação, na fertilidade, na transformação do hormônio testosterona em di-hidrotestosterona e na produção de um dos componentes do sêmen, composto por espermatozoides, produzidos nos testículos, por secreção seminal, produzida nas vesículas seminais, e por secreção prostática, produzida nas glândulas prostáticas. As células que compõem as glândulas prostáticas podem ser acometidas pelo câncer, que acarreta um crescimento anormal e sem controle dessas células, invadindo os tecidos vizinhos. Como o tumor é considerado uma lesão maligna, ele pode gerar metástase, ou seja, implantar um tumor também em outras regiões do corpo ou em outros órgãos”, explica Dr. Alexandre Gomes Agostinho, urologista e prestador de serviços no Hospital América de Mauá.

A maioria dos casos de câncer de próstata não apresenta sintomas, por isso o diagnóstico precoce e as consultas anuais para realizar check-up urológico são de extrema importância. Dos homens que procuram auxílio médico somente ao apresentar sintomas, aproximadamente 50% deles podem ter a doença em estágio avançado. “Os sintomas da doença incluem dificuldade para urinar, já que o câncer começa a obstruir a uretra, sensação de queimação da uretra, dor com mais ou menos intensidade na região entre o ânus e o escroto, infecção urinária, jato urinário com interrupções, dor ao urinar, diminuição da força do jato urinário, dores na coluna, no fêmur e na bacia, aumento no número de micções noturnas, retenção de urina, sangramento ao urinar, insuficiência renal, perda de peso e infecções generalizadas”, esclarece o urologista.

A idade e o fator hereditário também contribuem para o desenvolvimento desse tipo de câncer. “O câncer de próstata é raro em homens abaixo de 40 anos, mas a chance de ter a doença aumenta rapidamente após os 50 anos. Aproximadamente 60% dos cânceres de próstata são diagnosticados em homens com mais de 65 anos. Em relação a familiares, em homens com parentes de primeiro grau com câncer de próstata, o risco de desenvolver a doença duplica. Outros fatores que influenciam são a obesidade, com tendência ao desenvolvimento do tipo mais agressivo da doença, dieta rica em carne vermelha, gorduras e laticínios, afrodescendência (homens com ascendência africana tem risco dobrado de desenvolver a doença) e genética (em famílias em que há incidência de câncer de mama, os filhos devem ficar ainda mais atentos ao controle prostático”, pontua o especialista.

Não existem métodos preventivos para o câncer de próstata, por isso o diagnóstico precoce da doença é tão importante. “Não há como interferir no histórico familiar, na etnia ou na nacionalidade do paciente, por isso quem tem histórico familiar da doença deve avisar o médico, que indicará os exames que devem ser feitos. É importante evitar excesso de carne vermelha e gordura animal e adotar uma dieta rica em frutas, verduras, legumes, grãos e cereais integrais. Optar por uma alimentação saudável também contribui para o controle da obesidade, que é outro fator de risco. A prática de atividades físicas também pode ser usada como estratégia para a perda de peso”, indica o médico.

No Hospital América, estão disponíveis todos os exames necessários para o diagnóstico do câncer de próstata. “A investigação da doença é feita por meio da análise da dosagem de uma substância no sangue, o Antígeno Prostático Específico (PSA), da realização do toque retal e do exame de ultrassonografia de próstata. A partir deles, o médico avaliará a necessidade ou não de realizar outros exames. A confirmação do diagnóstico de câncer é feita por meio da biópsia prostática”, explica o especialista.

As chances de cura do câncer de próstata estão diretamente relacionadas ao estágio em que a doença foi diagnosticada, da expectativa de vida, das condições clínicas e de outras doenças associadas que os pacientes tenham e que devem ser avaliadas individualmente. “Nos estágios de doença avançada, existe a possibilidade de remover completamente todas as células do câncer do corpo, levando à cura da doença. Isso pode ser alcançado por meio da cirurgia de remoção completa da próstata, a prostatectómica radical, ou mesmo pela radioterapia. Em situações especiais, podemos usar de forma combinada a cirurgia e a radioterapia, bem como utilizar certos tipos de medicação, como bloqueadores do hormônio testosterona, resultando em cerca de 85% de chance de cura. No que diz respeito à taxa de sobrevida relativa, isto é, a porcentagem de pacientes vivos 5 anos após o diagnóstico, se considerarmos todos os estágios do câncer de próstata, essa taxa é de 99%. Em 10 anos após o diagnóstico, 98%, e em 15 anos, 96%. Já nos estágios em que a doença se apresenta na forma metastática, a erradicação completa de todos os focos da doença no corpo ainda não é possível nos dias de hoje. Dessa forma, pode-se dizer que, nesse estágio, a doença não tem cura, e o objetivo do tratamento é, portanto, inibir o crescimento das células cancerosas durante o maior tempo possível. Nessa situação, a utilização de bloqueadores de testosterona, assim como, em situações especiais, a quimioterapia, são opções de tratamento que levam ao controle da doença por um longo período de tempo, proporcionando, 5 anos após o diagnóstico da doença, uma taxa de sobrevida de 29%”, lembra o doutor.

A indicação do tratamento do câncer de próstata é feita de maneira individualizada, considerando riscos e benefícios para cada paciente, e a decisão de aderir ou não ao tratamento é sempre tomada conjuntamente entre paciente e equipe médica. “Para indicar o tratamento mais adequado, considera-se a idade do paciente, doenças associadas que ele possa ter, avaliando se podem elevar muito o risco em caso de cirurgia, e características e estágio do tumor. Os tumores são classificados como câncer de próstata localizado, localmente avançado e avançado (metastático ou recidivado). Alguns tumores crescem de forma bastante lenta, mas, em alguns casos, podem crescer rapidamente, espalhando-se para outros órgãos. Para o câncer localizado, o tratamento pode se dar por cirurgia, radioterapia e até mesmo observação vigilante, em algumas situações especiais. Para a doença localmente avançada, têm sido utilizada a combinação de tratamento hormonal e radioterapia ou cirurgia. Já para a doença metastática, quando o tumor original já se espalhou para outras partes do corpo, o tratamento de eleição é a terapia hormonal”, finaliza.

Dr. Alexandre Gomes Agostinho, urologista e prestador de serviços no Hospital América de Mauá | Membro Titular da Sociedade Brasileira de Urologia (SBU) | CRM  83810



01/10/2020 Sem categoria

De acordo com o Instituto Nacional do Câncer (INCA), o câncer de mama é a neoplasia de maior incidência entre as mulheres em todo o mundo.

Estimativa de novos casos: 66.280 (2020 – INCA)

O câncer de mama é um tumor maligno causado pela multiplicação anormal das células da mama. “Há vários tipos de câncer de mama; 90% dos cânceres ocorrem nos ductos ou nos lóbulos. Quando está em fase inicial chama-se “In situ” – e quando a doença rompe o ducto ou lóbulo é chamado de “Invasivo”. O mais comum é o carcinoma ductal invasivo, o segundo tipo mais frequente é o carcinoma lobular invasivo, sendo que 30% dos casos são bilaterais. Temos ainda o carcinoma ductal in situ, carcinoma medular, carcinoma mucinoso, carcinoma tubular, entre outros”, explica a Dra. Thais Santarossa, mastologista, prestadora de serviços no Hospital América.

O câncer de mama é dividido em quatro estadios ou estágios, conforme a expansão da doença. “O estadiamento do câncer da mama é baseado no tamanho do tumor, quantidade de linfonodos axilares comprometidos e metástases à distância. Atualmente, temos uma mudança no estadiamento, no qual foi somado achados clínicos e imuno-histoquímicos”, esclarece a doutora.

Os principais sintomas do câncer de mama podem ser notados por alterações na mama. “Nódulos mamários, alteração na pele da mama, como vermelhidão, retração, aspecto casca laranja, alterações no mamilo, saída de secreção no mamilo, tipo água de rocha ou sanguinolenta, nódulos na axila, dor não é comum sentir em casos de câncer”, explica a mastologista.

Todas as mulheres devem fazer um acompanhamento anual com o seu ginecologista e, a partir dos 40 anos todas devem fazer o exame de mamografia anualmente. “O principal exame para detectar o câncer de mama é a mamografia. Os demais exames são complementares e têm sua indicação de acordo com cada caso, como por exemplo, a ultrassom das mamas e a ressonância magnética das mamas”, recomenda Santarossa.

O câncer de mama não tem uma causa única, diversos fatores estão relacionados ao aumento do risco de desenvolver a doença. “O risco aumenta com a idade, a maioria dos cânceres de mama são diagnosticados em mulheres acima de 55 anos. Apenas 5-10% dos casos de câncer de mama são hereditários, ou seja, por defeitos genéticos herdados”, lembra a médica.

Existem diversos tratamentos indicados para o câncer de mama. “O tratamento adequado depende do estadio da doença, mas basicamente consiste em cirurgia, quimioterapia e hormonioterapia”, comenta a especialista.

A prevenção do câncer de mama é feita através do exame clínico anual, com o ginecologista e/ou mastologista, somada a mamografia, dessa forma é possível fazer o diagnóstico precoce do câncer e seu tratamento adequado. “O câncer de mama tem cura, principalmente se diagnosticado em estadio inicial. Por isso é muito importante a mulher realizar seus exames de rotina anualmente”, finaliza.

Em caso de dúvida, consulte sempre seu médico.

Dra. Thais Santarossa, mastologista e prestadora de serviços no Hospital América de Mauá | CRM 125166

 



01/09/2020 Sem categoria

Idealizada em 2014, pelo “Instituto Lado a Lado Pela Vida”, a campanha foi escolhida por tratar do mês em que acontece o Dia Mundial do Coração, 29/09. Segundo a entidade, a conscientização sobre as doenças cardíacas é vital para controlar o número de óbitos relacionados ao órgão, que chega a 43% no mundo.  Os hábitos de vida inadequados influenciam diretamente o surgimento futuro de doenças cardíacas. A má alimentação, principalmente com o consumo excessivo de carboidrato simples (contidos em alimentos com farinha branca), de gorduras saturadas de origem animal, excesso de sal e a ingestão excessiva de bebidas alcoólicas, predispõem ao surgimento de doenças, como o diabetes, dislipidemia (problemas de colesterol) e a hipertensão arterial. “Essas condições, a longo prazo são importantes fatores de risco para infarto. O sedentarismo e tabagismo também são hábitos que devem ser abolidos, uma vez que, aumentam significativamente as taxas de doenças cardiovasculares. Pessoas que nunca sofreram eventos cardíacos e que não tem histórico familiar de doença cardíaca entre pais e/ou irmãos, devem passar por avaliação com cardiologista a partir dos 35 anos de idade. Aqueles com histórico de doenças cardíacas entre pais e/ou irmãos devem ser avaliados aos 30 anos. A partir disso, o médico determina os exames complementares a serem realizados e a periodicidade das futuras avaliações”, explica o Dr. Eduardo Moreira dos Santos, médico cardiologista clínico, intervencionista e prestador de serviços no Hospital América de Mauá.

O aumento do triglicérides não influencia diretamente o surgimento de doenças cardíacas. No entanto, frequentemente, o aumento dos triglicérides está relacionado ao aumento das taxas de açúcar no sangue, manifesto pelo diabetes, pré-diabetes e intolerância à glicose e, esses sim, são importantes fatores de risco para as doenças cardíacas. Por outro lado, a dislipidemia manifesta-se pelo aumento dos colesteróis maléficos ao coração (LDL), um importante fator de risco para doença cardíaca.

O infarto é a principal causa de morte por doença cardíaca, e uma das principais causas de morte em todo o mundo. Espera-se que em 2030, o Brasil seja um dos campeões mundiais em número de infarto e por isso a identificação pela população dos sintomas do infarto é muito importante. “Habitualmente se manifesta por angina, que é a dor no peito, em queimação ou opressão, que pode irradiar para os membros superiores e mandíbula. Geralmente, tem início enquanto o paciente se encontra em repouso e tem duração prolongada (maior que 20 minutos). Médicos e pacientes devem estar atentos a algumas populações específicas que podem não manifestar sintomas de infarto da forma típica como descrita acima. Mulheres, idosos e diabéticos podem sentir apenas um desconforto torácico inespecífico ou dispneia (sensação de falta de ar) e, em alguns casos, podem sofrer infarto sem apresentar nenhum sintoma. O rápido reconhecimento dos sintomas pelo paciente deve ser um sinal de alerta para que procure um hospital e seja atendido pelo médico de forma a agilizar o diagnóstico e receber o tratamento adequado”, ressalta o cardiologista.

Alguns fatores, como a idade influencia diretamente as taxas de sobrevivência ao infarto. Como o processo de acúmulo de gordura na parede dos vasos sanguíneos se inicia desde a infância e vai até o final da vida, pode-se assumir que quanto maior a idade, maior a propensão de um indivíduo desenvolver um infarto. “Pacientes com mais de 75 anos tem maior taxa de mortalidade que pacientes mais jovens. A qualidade de vida do paciente antes de sofrer o evento cardiovascular também influencia na sobrevida futura do paciente, principalmente, no que se refere a reabilitação cardiovascular após o infarto, uma vez que a capacidade de realizar exercícios físicos, além do hábito de já realizá-los antes do evento, facilitam tal reabilitação”, pontua o especialista.

A principal verdade é que o sedentarismo é um importante fator de risco para doenças cardiovasculares. Qualquer nível de atividade física é melhor que não realizar atividade física alguma. “Idealmente, todos nós devemos realizar, no mínimo, 30 minutos de atividades físicas aeróbicas (como caminhada, bicicleta ou corrida) cinco vezes por semana. Sempre que possível, a associação de exercícios anaeróbicos deve ser feita, sempre sob orientação médica, com a finalidade de proporcionar fortalecimento muscular e melhora da própria capacidade de desempenhar atividade física aeróbica”, finaliza o médico.

Dr. Eduardo Moreira dos Santos, cardiologista clínico, intervencionista e prestador de serviços no Hospital América de Mauá.


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Buscamos constante aprimoramento e evolução. Recentemente, além de revitalizarmos nossa logomarca, conquistamos o Selo de Certificação ONA II. Desde então, somos o único hospital de Mauá a possuir esse selo. Visando sempre oferecer conforto aos nossos pacientes, modernizamos e ampliamos nossas unidades de internação. São mais de 1200 atendimentos diários com profissionalismo e respeito à sua saúde. Hospital América, todo cuidado que sua saúde merece em um só lugar.

 

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Publicado por Hospital América de Mauá em Sexta-feira, 6 de dezembro de 2019






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