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Dra. Roberta Borges Novais Petrilli, otorrinolaringologista e prestadora de serviço no Hospital América de Mauá, responde dúvidas sobre rinite, desvio de septo, adenoide (carne esponjosa), labirintite e surdez.

Agende sua consulta pelo WhatsApp: http://bit.ly/2pPFxok

0:30 – Obstrução nasal;
1:05 – Cirurgia de adenoide (carne esponjosa) em crianças;
1:48 – Desvio de septo;
2:16 – Sangramento nasal recorrente pode ser causado por desvio de septo;
3:27 – Labirintite pode ser confundida com má alimentação;
3:42 – Causas da labirintite: estresse, açúcar, alimentação;
3:58 – Labirintite crônica possui tratamento;
4:30 – Tireóide pode causar labirintite;
4:40 – Surdez: exame da orelhinha e o que pode ser feito para evitar a perda auditiva;
5:40 – Surdez na terceira idade: diagnóstico pode melhorar qualidade de vida;
7:05 – Clima pode influenciar rinite;
7:25 – Rinite em grávidas e idosos por alteração hormonal;
7:35 – Hábito de usar muitos medicamentos pode causar rinite;
8:10 – Outras causas da rinite;
9:00 – Hereditariedade influencia na probabilidade da criança ter rinite;
9:50 – Processo pós-operatório de cirurgias de adenoide e desvio de septo;
11:05 – Como identificar problemas nasais em crianças;
12:02 – Vacina para rinite (tratamentos);



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Dermatologista do Hospital América de Mauá alerta a população sobre os sintomas e riscos da Hanseníase

A Hanseníase, também conhecida como Mal de Hansen e historicamente como lepra, é uma doença infecciosa crônica causada por um microrganismo (bactéria) chamado Mycobacterium leprae. Ela é transmitida de pessoa para pessoa, principalmente no convívio com doentes sem tratamento.  “A bactéria é transmitida pelas vias respiratórias (pelo ar), não por objetos utilizados por pessoas infectadas. Estima-se que a maioria da população possua defesa natural (imunidade) contra o M. leprae, portanto a maior parte das pessoas que entra em contato com a bactéria não desenvolve a doença. Sabe-se também que a susceptibilidade ao M. leprae possui influência genética. Assim, familiares de pessoas com hanseníase possuem maior chance de também desenvolvê-la. A doença acomete principalmente os nervos superficiais da pele e os troncos dos nervos periféricos, localizados na face, no pescoço, nos braços e nas pernas, mas também pode afetar os olhos e órgãos internos (mucosas, testículos, ossos, baço, fígado etc.). Se não tratada logo no início, a doença quase sempre evolui, tornando-se transmissível e podendo atingir pessoas de qualquer sexo ou idade, incluindo crianças e idosos. Essa evolução ocorre, em geral, de forma lenta e progressiva, podendo levar a incapacitações físicas”, explica Dra. Thaiz Santos Ochôa, dermatologista e prestadora de serviços no Hospital América de Mauá.

A hanseníase se apresenta de diversas formas na pele, assemelhando-se, em muitos casos, a  doenças dermatológicas comuns, o que pode dificultar seu diagnóstico e atrasar o início do tratamento. Essa doença ainda configura um grave problema de saúde pública em muitos países, inclusive no Brasil. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), o Brasil e a Índia são os dois países mais endêmicos do mundo. Em 2009, os brasileiros representavam 15,4% (37.610 casos) dos portadores mundiais dessa doença, enquanto na Índia o índice era de 54,7% (133.717 casos), o que torna a hanseníase uma doença de notificação obrigatória. “A OMS registra por ano aproximadamente 250 mil casos novos de hanseníase no mundo, o que demonstra a persistência da transmissão dessa infecção nas últimas três décadas. Isso quer dizer que, mesmo com tratamento já estabelecido e fornecido gratuitamente pelos órgãos públicos, a hanseníase não foi erradicada. No Brasil, em 2012, as regiões Norte e Centro-oeste foram as que apresentaram os maiores índices de notificações de novos casos de hanseníase”, aponta Dra. Thaiz.

No dia 26 de janeiro, comemora-se o Dia Nacional de Combate e Prevenção da Hanseníase (Janeiro Roxo). A data, celebrada sempre no último domingo do mês, reforça o compromisso de controlar a hanseníase e oferecer o diagnóstico e o tratamento corretos da doença, bem como difundir informações e acabar com o preconceito.  Durante todo o mês, a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), com intermédio do Departamento de Hanseníase e da Sociedade Brasileira de Hansenologia (SBH), promove campanhas e ações educativas para a população.

Segundo a Dra. Ochôa, os principais sinais e sintomas da hanseníase são “manchas ou áreas da pele esbranquiçadas, acastanhadas ou avermelhadas, com alterações de sensibilidade ao calor e/ou ao tato, podendo ou não ser dolorosas; formigamentos, choques e câimbras nos braços e nas pernas, que evoluem para dormência – a pessoa se queima ou se machuca sem perceber; aparecimento de pápulas e nódulos (caroços), normalmente sem sintomas; diminuição ou queda de pelos no corpo ou no local da lesão, podendo acometer os pelos das sobrancelhas (madarose); pele infiltrada (avermelhada), com diminuição ou ausência de suor no local; diminuição e/ou perda de sensibilidade nas áreas dos nervos afetados, principalmente nos olhos, nas mãos e nos pés; entupimento, feridas e ressecamento do nariz; ressecamento e sensação de areia nos olhos.

 No estágio inicial da doença, a lesão de pele pode ser única, mais clara do que a pele ao redor (formando uma mancha), não apresentar elevação (sem alteração de relevo), com bordas mal delimitadas e seca (“não pega poeira”, já que não ocorre sudorese na área afetada). Também há perda da sensibilidade (hipoestesia ou anestesia) térmica e/ou dolorosa, mas a tátil (capacidade de sentir o toque) geralmente permanece preservada. “Para direcionar o tratamento da doença, o paciente, no momento do diagnóstico, é colocado numa tabela de classificação que possui dois polos: de um lado, os pacientes com maior imunidade e que, na maioria das vezes, possuem menos lesões; no lado oposto, pacientes com baixa imunidade à bactéria e que possuem mais lesões. O diagnóstico da hanseníase deve ser baseado, essencialmente, no quadro clínico do paciente. Quando disponíveis, com resultados de qualidade e confiáveis, exames subsidiários (baciloscopia e biópsia de pele) podem ser feitos. O teste de sensibilidade também pode ser realizado pelo médico”, ressalta a especialista.

O tratamento da hanseníase se dá por meio de medicação e por poliquimioterapia, que, dependendo do estágio da doença no momento do diagnóstico, pode ter duração de 6 meses a 1 ano. O tratamento é supervisionado por agentes de saúde e possui doses controladas, de acordo com a regulamentação do Ministério da Saúde. “É imprescindível avaliar a integridade da função neural no momento do diagnóstico, na ocorrência de estados reacionais (durante o tratamento) e na alta por cura (término da medicação). O grau de incapacidade física é uma medida que indica existência de perda da sensibilidade protetora e/ou deformidade visível em consequência de lesão no nervo. A prevenção de incapacidades na hanseníase inclui um conjunto de medidas que visam evitar a ocorrência de danos físicos, emocionais e socioeconômicos, e a principal forma de preveni-los é o diagnóstico precoce. O objetivo geral da prevenção é proporcionar ao paciente, durante o tratamento e após a alta, a manutenção ou melhora de sua condição física, socioeconômica e emocional. Considerada a doença mais antiga da humanidade, a hanseníase tem cura, mas ainda é um grave problema de saúde pública”, finaliza.

Dra. Thaiz Santos Ochôa | Dermatologista | CRM 121.336 | Prestadora de Serviços no Hospital América de Mauá | Membro titular da Sociedade Brasileira de Dermatologia


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O coração é a fonte de vida do corpo humano.

Ao completarmos 80 anos, nosso coração terá batido mais de 3 bilhões de vezes.

Ao longo de um dia, são 7.500 litros de sangue circulando por nossos vasos sanguíneos.

E, para que o sangue bombeado alcance todo o nosso corpo, são necessários apenas 50 segundos.

É um esforço que não deve ser desrespeitado.

Por isso, é preciso tratar o coração com carinho.

É o que explica o Dr. João Breda, professor da Unifesp, cirurgião cardíaco, chefe do serviço de cardiologia e cirurgia cardíaca, incluindo o serviço de cirurgias cardíacas minimamente invasivas, do Hospital América.


Com o objetivo de prevenir e diagnosticar doenças cardíacas, o Hospital América lança mais um pacote de consulta e exames, o Na Sua Medida – Check-up Cardiológico, que inclui consulta, retorno com o especialista e exames com preços acessíveis. Para atender as necessidades específicas de cada faixa etária, o programa é divido em dois pacotes: pacientes com até 40 anos e pacientes acima de 40 anos.

Todos os exames são realizados no próprio Hospital América, o que, além de proporcionar mais comodidade ao paciente, evita custos com deslocamentos, reduz o tempo de coleta e agiliza a liberação dos resultados.

O agendamento é realizado através da nossa Central de Atendimento, pelo telefone: (11) 4544-2085, pelo nosso site https://hospitalamerica.com.br/agendamento/consultas/ ou pelo WhatsApp http://bit.ly/2nADmnq.


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Nós sempre costumamos associar comida a comemorações, e as festas de final de ano talvez sejam o exemplo mais emblemático disso. Em todo caso, o melhor caminho é buscar o equilíbrio e a moderação.

– Quais são os excessos mais comuns cometidos no final do ano e suas principais consequências? 

Gorduras: consumidas em excesso, sobretudo as de origem animal, sobrecarregam o sistema digestivo, tendo impacto importante no fígado e nas vias biliares, bem como no sistema cardiocirculatório.

Álcool: o consumo de álcool acarreta uma grande sobrecarga no fígado, que consegue metabolizar em torno de 10 ml/hora da substância. Ou seja, o consumo acima de 240 ml de álcool pode demorar um dia inteiro para ser metabolizado. Além disso, os efeitos no sistema nervoso central são evidentes: euforia, disforia (a pessoa fica agitada e ansiosa, podendo evoluir para a agressividade) e depressão do estado de alerta, podendo levar ao coma alcoólico (quando o indivíduo fica inconsciente). Existe também o risco de o abuso de álcool evoluir para pancreatite aguda alcoólica, uma inflamação do pâncreas que pode ser muito grave, com risco de morte.

Açúcar: mesmo em indivíduos sem problemas relacionados à insulina, o consumo exagerado de açúcar pode, sim, elevar as taxas de glicemia e, com isso, causar danos nos tecidos, sobretudo no fígado e pâncreas. Outro fator importante relacionado ao abuso do consumo de açúcar se faz notar no aumento de peso, da chamada “massa gorda”, podendo induzir também outras situações, como aumento das taxas de triglicérides.

– Que doenças podem ser causadas ou agravadas por esses excessos?

O abuso no consumo de bebidas alcoólicas e de alimentos ricos em açúcar e gorduras pode acarretar diversos distúrbios, principalmente porque na maioria das vezes essas três substâncias são consumidas em grandes quantidades na mesma refeição. Entre as doenças mais comuns, podem ser citadas como exemplos:

      • Gastrite e esofagite aguda
      • Pancreatite
      • Diarreia provocada pelo excesso de gordura e álcool
      • Infiltração gordurosa no fígado
      • Alterações no comportamento e psiquismo
      • Sobrecarga do sistema cardiovascular 

– Quem deve tomar mais cuidado?

De um modo geral, ao abusar dessas substâncias, todos estão se expondo a riscos. Entretanto, são mais vulneráveis crianças, idosos e pessoas diabéticas, hipertensas ou portadoras de doenças cardiocirculatórias. 

 – Como se prevenir?

Vivemos em um país tropical e nossas comemorações ocorrem em pleno verão.  Meu conselho é que se priorize o consumo de frutas frescas (sempre há uma linda mesa delas nas decorações das festas), água (as saborizadas são deliciosas e saudáveis) e que se reduza o consumo de alimentos ricos em gordura e açúcar. Quanto ao álcool, é importante não misturar bebidas – destilados e fermentados – e limitar-se a 3 doses por dia.

A melhor prevenção é evitar o consumo de gorduras, açúcar e álcool entre 3 e 4 dias antes da data da festa.  Também podem ser utilizados protetores hepáticos, que têm função de “amortecer” os impactos, assim como os protetores gástricos, como o Pantoprazol, que também atuam como auxiliadores no controle dos danos. 

Dra. Maria Bernadette Zambotto Vianna, coloproctologista, colonoscopista e prestadora de serviços no Hospital América de Mauá |Cremesp 83319

 


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Buscamos constante aprimoramento e evolução. Recentemente, além de revitalizarmos nossa logomarca, conquistamos o Selo de Certificação ONA II. Desde então, somos o único hospital de Mauá a possuir esse selo. Visando sempre oferecer conforto aos nossos pacientes, modernizamos e ampliamos nossas unidades de internação. São mais de 1200 atendimentos diários com profissionalismo e respeito à sua saúde. Hospital América, todo cuidado que sua saúde merece em um só lugar.

 

Você sabia que o Hospital América cuida da saúde da população de Mauá há mais de 20 anos?

Buscamos constante aprimoramento e evolução. Recentemente, além de revitalizarmos nossa logomarca, conquistamos o Selo de Certificação ONA II. Desde então, somos o único hospital de Mauá a possuir esse selo. Visando sempre oferecer conforto aos nossos pacientes, modernizamos e ampliamos nossas unidades de internação. São mais de 1200 atendimentos diários com profissionalismo e respeito à sua saúde. Hospital América, todo cuidado que sua saúde merece em um só lugar.

Publicado por Hospital América de Mauá em Sexta-feira, 6 de dezembro de 2019


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Dermatologista do Hospital América de Mauá alerta a população sobre a prevenção e o diagnóstico do câncer de pele

Em 2019, segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA), estimam-se, no Brasil, 85.170 novos casos de câncer de pele não melanoma entre homens e 80.410 entre mulheres. Esses valores correspondem a aproximadamente 82,53 casos a cada 100 mil homens e 75,84 a cada 100 mil mulheres. O câncer de pele é um tumor de pele maligno, provocado pelo crescimento anormal e descontrolado das células que compõem a pele. “A radiação ultravioleta é a principal responsável pelo desenvolvimento de tumores cutâneos, e a maioria dos casos está associada à exposição excessiva ao sol ou ao uso de câmaras de bronzeamento”, explica Dra. Thaiz Santos Ochôa, dermatologista e prestadora de serviços no Hospital América de Mauá.

Existem três tipos de câncer de pele: “O carcinoma basocelular, mais frequente e com alto percentual de cura; o carcinoma espinocelular, de incidência média; e o melanoma, o tipo mais grave e mais raro.  Em qualquer um desses casos, a doença é curável se detectada em estágio inicial”, esclarece a especialista.

De acordo com a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), os erros mais frequentes na prevenção do câncer de pele são não usar filtro solar diariamente, não o reaplicar durante o dia, achar que em dias nublados ou chuvosos ele não é necessário ou usar maquiagens que contenham filtro e acreditar que sejam suficientes para se proteger dos raios solares. “Outros erros comuns são usar o filtro solar só no rosto e se esquecer do corpo, se expor ao sol para se bronzear, fazer bronzeamento artificial e não ir ao dermatologista regularmente. O sol não é um vilão, mas a exposição solar indiscriminada, desprotegida e intermitente pode fazer mal, já que os raios solares são o principal fator de risco para o câncer da pele”, lembra a doutora.

O autoexame no espelho e a consulta com o dermatologista são a melhor forma de detectar lesões e prevenir o câncer. “Na consulta, realizamos o exame físico da pele. Junto com o exame físico, também usamos uma técnica chamada dermatoscopia para avaliar as lesões. Com o dermatoscópio, que é uma lente de aumento especial com fonte de luz própria, observamos a lesão e, se houver indicação, realizamos a biópsia da pele”, explica Ochôa.

Somente o exame clínico ou uma biópsia, ambos feitos pelo dermatologista, podem diagnosticar o câncer de pele, mas é importante estar sempre atento aos seguintes sintomas: “Lesão na pele que possua aparência elevada e brilhante, translúcida, avermelhada, castanha, rósea ou multicolorida, com crosta central e que sangre facilmente; alguma pinta preta ou castanha que mude de cor, textura ou torne-se irregular nas bordas e cresça de tamanho; mancha ou ferida que não cicatriza e que continue a crescer, apresentando coceira, crostas, erosões ou sangramento”, pontua a médica.

Além do uso do filtro solar, existem diversas formas de proteger a pele do corpo todo contra os raios UVA e UVB do sol. “É importante ressaltar que a proteção solar deve ser feita tanto em momentos de lazer quanto no caso de pessoas que trabalham sob o sol. No caso do trabalhador que exerce atividades ao ar livre, equipamentos de proteção individuais, como chapéus de abas largas, óculos escuros, roupas que cubram boa parte do corpo e protetor solar, são itens obrigatórios no dia a dia, para evitar que a exposição prolongada cause problemas de saúde”, finaliza.

Dra. Thaiz Santos Ochôa, dermatologista e prestadora de serviços no Hospital América de Mauá | Membro Titular da Sociedade Brasileira de Dermatologia | CRM 121336

 


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A lesão por pressão, também conhecida como escara ou úlcera de decúbito, é um dano decorrente da pressão intensa ou prolongada sobre a pele em combinação com cisalhamento, isto é, da fricção da pele sobre a superfície da cama, cadeira ou poltrona. Geralmente, ela se desenvolve em pacientes que permanecem muito tempo na mesma posição, surgindo sobre proeminências (elevações) ósseas ou estando relacionada ao uso de dispositivo médico ou a outro artefato que comprometa a circulação sanguínea de determinada região.

As lesões por pressão podem aparecer em diversas regiões de apoio do corpo, especialmente atrás da cabeça, nas costas, na articulação do quadril, no cóccix, nas nádegas, nos cotovelos e calcanhares. Pacientes em cadeira de rodas estão mais propensos a desenvolver lesões na região do ísquio, osso que serve de apoio ao corpo quando estamos sentados.

A pele lesionada pode ficar quente, dolorida e apresentar vermelhidão que não embranquece. Em peles de tonalidade mais escura, podem aparecer manchas diferentes. Os pacientes que correm maiores riscos de desenvolver as lesões por pressão são os que ficam acamados ou imobilizados durante muito tempo, bem como idosos, cadeirantes, portadores de diabetes, pessoas com desnutrição, com incontinência fecal ou urinária, com comprometimento do nível de consciência ou perda da sensibilidade tátil ou térmica.

As principais medidas para prevenir a formação de lesões são movimentar o paciente a cada 2 horas, mudando a posição do corpo para que seu peso seja redistribuído e para que haja alívio dos pontos de apoio e proeminências ósseas; inspecionar a pele diariamente; controlar a umidade do ambiente (a umidade a que se refere é da pele do paciente), a fim de proteger a pele da umidade excessiva, limpando-a após cada episódio de eliminações (no caso de incontinência, é recomendado o uso de produtos para a proteção da pele, como cremes ou soluções de barreiras); manter a pele hidratada; deixar a cabeceira da cama inclinada no mínimo 30°; evitar deixar a cabeceira elevada por muito tempo, pois o paciente tende a escorregar (cisalhamento); utilizar superfícies de suporte, como travesseiros ou colchões específicos que promovem a circulação dos tecidos, para manter as proeminências ósseas livres de pressão e atrito; e estimular a aceitação de alimentos e líquidos conforme as orientações médicas e nutricionais. Para pacientes que utilizam dispositivos médicos como cateteres, sondas, máscaras faciais, colares cervicais e drenos, é importante se atentar para o posicionamento adequado do dispositivo.

Qualquer descuido pode ocasionar o surgimento de lesões por pressão. Fique atento! #segurançadopacienteeuparticipo #lesãoporpressãoaquinão

Dia Mundial de Prevenção de Lesão por Pressão

Em comemoração à semana dedicada à lesão por pressão, também conhecida como escara ou úlcera de decúbito, a equipe de CCIH, em conjunto com o marketing do Hospital América, preparou um vídeo que explica o que é, como identificar e as principais medidas para prevenir a formação desse tipo de lesão. Assista, curta e compartilhe.

Publicado por Hospital América de Mauá em Terça-feira, 19 de novembro de 2019

 

 


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Dr. André Augusto Pinto, cirurgião bariátrico do Hospital América, participou da live “América Responde”, no último dia 12 de novembro. Na live, o doutor respondeu questões sobre a cirurgia bariátrica, como:

  • IMC adequado para realização da cirurgia bariátrica;
  • Quando a cirurgia é indicada;
  • Alimentação pós-cirurgia;
  • Cuidados necessários;
  • Cirurgia metabólica;
  • Duração da cirurgia;
  • Tempo de internação;
  • Tempo afastado do trabalho;
  • Bypass gástrico;
  • Libido;
  • Entre outros.

Assista e confira!

Dr. André Augusto Pinto, cirurgião bariátrico do Hospital América, participou da live "América Responde", no último dia 12 de novembro. Na live, o doutor respondeu questões sobre a cirurgia bariátrica, como:- IMC adequado para realização da cirurgia bariátrica;- Quando a cirurgia é indicada;- Alimentação pós-cirurgia;- Cuidados necessários;- Cirurgia metabólica;- Duração da cirurgia;- Tempo de internação;- Tempo afastado do trabalho;- Bypass gástrico;- Libido;- Entre outros.Assista e confira!

Publicado por Hospital América de Mauá em Terça-feira, 12 de novembro de 2019

 

 

 

 

 

 


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Uma dieta balanceada é a solução para manter o sistema imunológico em dia

O sistema imunológico é responsável pelo reconhecimento e pelo combate de micro-organismos invasores patogênicos (bactérias e vírus), evitando, assim, o desenvolvimento de doenças e diminuindo a ocorrência de possíveis sintomas. De acordo com Barbara Costa de Oliveira, nutricionista clínica do Hospital América de Mauá, para assegurar o funcionamento adequado do nosso sistema imunológico, é de extrema importância garantir a ingestão dos nutrientes necessários, por isso nossa dieta deve ser bastante diversificada e colorida, já que as cores dos alimentos indicam qual o nutriente que possuem em maior quantidade. “Devemos levar em consideração que os macro e micronutrientes são essenciais para o bom funcionamento do organismo de uma forma geral. Se um indivíduo não se alimentar bem, poderá ter disfunção nas ações do seu sistema imunológico, o que o deixará mais susceptível ao ataque de micro-organismos patológicos (doenças)”, explica.

Macronutrientes e micronutrientes

Macronutrientes

Proteínas: presentes em carne vermelha (prefira as carnes mais magras), carne suína, aves e peixes (os de água fria, como salmão, sardinha, atum, truta etc., são ricos em ômega 3);

Carboidratos: dê prioridade aos complexos, como arroz integral, batata-doce, aveia, pães integrais, entre outros. Os alimentos integrais são ricos em fibras e auxiliam no bom funcionamento do intestino e na redução dos níveis de colesterol, além de evitar picos glicêmicos, que têm ação inflamatória no organismo;

Lipídios (óleos): existem diversos tipos de óleos disponíveis no mercado, cada um deles com um tipo de benefício para a saúde. Deve-se atentar, porém, para quando utilizá-los: em preparações quentes, como frituras e refogados, prefira banha de porco ou óleo de coco; em saladas ou preparações que não precisam ir ao fogo, use óleo de canola, azeite extravirgem e óleo de girassol.

Micronutrientes

São as vitaminas e os minerais, que desempenham um papel fundamental no bom funcionamento do sistema imunológico.

Vitamina C: presente principalmente nas frutas cítricas, como laranja, acerola, kiwi e tomate, pode ser encontrada também no brócolis, na couve e no pimentão verde e vermelho, que são ricos em antioxidante e aumentam a resistência do organismo;

Ácido fólico: auxilia na formação de glóbulos brancos, responsáveis pela defesa do organismo. Esse nutriente está presente em maior concentração em alimentos verde- escuros, como escarola, brócolis, couve, espinafre, entre outros;

Zinco: auxilia no tratamento de doenças de alta gravidade, como AIDS, artrite reumatoide e lúpus. A deficiência desse nutriente é prejudicial para a digestão e para o paladar, pois pode provocar a redução da percepção do gosto e, portanto, a diminuição do apetite. O zinco está presente em maiores quantidades em nozes, ovos, farinha de trigo integral, carnes bovinas, peixes, aves, leite e derivados, mariscos e feijão.

Licopeno: presente em alimentos com coloração avermelhada, como tomate, cenoura, goiaba, caqui, cereja etc. É um forte aliado no combate de doenças cardiovasculares, pois colabora para a remoção de radicais livres do organismo, que são compostos que contribuem para o envelhecimento celular e deixam o corpo mais propício a desenvolver doenças.

Vitamina A: presente em alimentos de coloração avermelhada e também em carnes, principalmente em vísceras, como fígado, moela e coração, é responsável por diversas funções no organismo, como manter a saúde da visão, da pele e dos cabelos, fortalecer o sistema imunológico e garantir o bom funcionamento dos órgãos reprodutivos. Por ter ação antioxidante, também é importante na prevenção do envelhecimento precoce, de doenças cardiovasculares e de câncer.

Ainda segundo a nutricionista, para manter o equilíbrio do organismo, os nutrientes devem ser ingeridos regularmente, por isso é importante ter uma rotina alimentar adequada, sempre priorizando o consumo de alimentos de acordo com os benefícios que podem trazer em cada estação do ano. “Por exemplo, no outono e inverno, as frutas cítricas, que são ricas em vitamina C, auxiliam na prevenção de resfriados. No verão, a água de coco, que é rica em eletrólitos, auxilia a manter uma hidratação de qualidade. Frutas como melão, melancia, limão e maçã são ricos em potássio, magnésio e vitamina B6, que auxiliam na diminuição da retenção de líquidos. Já os leites fermentados e o kefir são ricos em probióticos e auxiliam na manutenção do equilíbrio da microbiota intestinal, evitando a proliferação de micro-organismos”, conclui a especialista.

 



HOSPITAL AMÉRICA

Rua Martin Afonso, 114
Vila Bocaina – Mauá/SP
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