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Uma dieta balanceada é a solução para manter o sistema imunológico em dia

O sistema imunológico é responsável pelo reconhecimento e pelo combate de micro-organismos invasores patogênicos (bactérias e vírus), evitando, assim, o desenvolvimento de doenças e diminuindo a ocorrência de possíveis sintomas. De acordo com Barbara Costa de Oliveira, nutricionista clínica do Hospital América de Mauá, para assegurar o funcionamento adequado do nosso sistema imunológico, é de extrema importância garantir a ingestão dos nutrientes necessários, por isso nossa dieta deve ser bastante diversificada e colorida, já que as cores dos alimentos indicam qual o nutriente que possuem em maior quantidade. “Devemos levar em consideração que os macro e micronutrientes são essenciais para o bom funcionamento do organismo de uma forma geral. Se um indivíduo não se alimentar bem, poderá ter disfunção nas ações do seu sistema imunológico, o que o deixará mais susceptível ao ataque de micro-organismos patológicos (doenças)”, explica.

Macronutrientes e micronutrientes

Macronutrientes

Proteínas: presentes em carne vermelha (prefira as carnes mais magras), carne suína, aves e peixes (os de água fria, como salmão, sardinha, atum, truta etc., são ricos em ômega 3);

Carboidratos: dê prioridade aos complexos, como arroz integral, batata-doce, aveia, pães integrais, entre outros. Os alimentos integrais são ricos em fibras e auxiliam no bom funcionamento do intestino e na redução dos níveis de colesterol, além de evitar picos glicêmicos, que têm ação inflamatória no organismo;

Lipídios (óleos): existem diversos tipos de óleos disponíveis no mercado, cada um deles com um tipo de benefício para a saúde. Deve-se atentar, porém, para quando utilizá-los: em preparações quentes, como frituras e refogados, prefira banha de porco ou óleo de coco; em saladas ou preparações que não precisam ir ao fogo, use óleo de canola, azeite extravirgem e óleo de girassol.

Micronutrientes

São as vitaminas e os minerais, que desempenham um papel fundamental no bom funcionamento do sistema imunológico.

Vitamina C: presente principalmente nas frutas cítricas, como laranja, acerola, kiwi e tomate, pode ser encontrada também no brócolis, na couve e no pimentão verde e vermelho, que são ricos em antioxidante e aumentam a resistência do organismo;

Ácido fólico: auxilia na formação de glóbulos brancos, responsáveis pela defesa do organismo. Esse nutriente está presente em maior concentração em alimentos verde- escuros, como escarola, brócolis, couve, espinafre, entre outros;

Zinco: auxilia no tratamento de doenças de alta gravidade, como AIDS, artrite reumatoide e lúpus. A deficiência desse nutriente é prejudicial para a digestão e para o paladar, pois pode provocar a redução da percepção do gosto e, portanto, a diminuição do apetite. O zinco está presente em maiores quantidades em nozes, ovos, farinha de trigo integral, carnes bovinas, peixes, aves, leite e derivados, mariscos e feijão.

Licopeno: presente em alimentos com coloração avermelhada, como tomate, cenoura, goiaba, caqui, cereja etc. É um forte aliado no combate de doenças cardiovasculares, pois colabora para a remoção de radicais livres do organismo, que são compostos que contribuem para o envelhecimento celular e deixam o corpo mais propício a desenvolver doenças.

Vitamina A: presente em alimentos de coloração avermelhada e também em carnes, principalmente em vísceras, como fígado, moela e coração, é responsável por diversas funções no organismo, como manter a saúde da visão, da pele e dos cabelos, fortalecer o sistema imunológico e garantir o bom funcionamento dos órgãos reprodutivos. Por ter ação antioxidante, também é importante na prevenção do envelhecimento precoce, de doenças cardiovasculares e de câncer.

Ainda segundo a nutricionista, para manter o equilíbrio do organismo, os nutrientes devem ser ingeridos regularmente, por isso é importante ter uma rotina alimentar adequada, sempre priorizando o consumo de alimentos de acordo com os benefícios que podem trazer em cada estação do ano. “Por exemplo, no outono e inverno, as frutas cítricas, que são ricas em vitamina C, auxiliam na prevenção de resfriados. No verão, a água de coco, que é rica em eletrólitos, auxilia a manter uma hidratação de qualidade. Frutas como melão, melancia, limão e maçã são ricos em potássio, magnésio e vitamina B6, que auxiliam na diminuição da retenção de líquidos. Já os leites fermentados e o kefir são ricos em probióticos e auxiliam na manutenção do equilíbrio da microbiota intestinal, evitando a proliferação de micro-organismos”, conclui a especialista.

 


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O diabetes mellitus (DM), ou simplesmente diabetes, é a elevação dos níveis de glicemia (taxa de açúcar) na corrente sanguínea. A glicemia é considerada normal quando indica até 99 mg/dl. Ao ultrapassar esse valor, entre 100 e 125 mg/dl, o paciente é considerado pré-diabético, e acima de 126 mg/dl, o paciente é considerado diabético.

De acordo com a Sociedade Brasileira de Diabetes, existem atualmente, mais de 13 milhões de pessoas vivendo com a doença no país, o que representa 6,9% da população nacional. “Em geral, os sintomas agudos do diabetes mellitus são o aumento da sensação de sede e, portanto, da ingestão de água (polidipsia), aumento do volume urinário (poliúria), aumento das micções no período noturno (noctúria), perda acentuada de peso sem realização de dieta, turvação visual e, em alguns casos, quadro de infecção genital”, explica o Dr. Edmir Fernandes, endocrinologista e prestador de serviços no Hospital América de Mauá.

A causa do diabetes ainda é desconhecida, e a melhor forma de prevenção é adotar práticas saudáveis de vida (alimentação balanceada, atividades físicas regulares e evitar álcool, tabaco e outras drogas). Confira a seguir os tipos, os sintomas mais comuns, as possíveis complicações e os tratamentos da doença.

Tipos de diabetes mellitus: 

  • Tipo I – Caracterizada pela ausência total de produção de insulina. De origem autoimune, acomete crianças, adolescentes e adultos jovens. O tratamento sempre se dá com a aplicação de insulina;
  • Tipo II – Caracterizada pela produção inadequada e parcial de insulina, possui origem genética, mas também pode estar relacionada à obesidade, acometendo indivíduos entre a quarta e a quinta década de vida. Em geral, é tratada com hipoglicemiantes orais, e ambos os tipos podem acarretar complicações em todo o organismo, como doenças na retina, infarto agudo do miocárdio, insuficiência renal crônica, disfunção erétil, vasculopatia e outros;
  • Diabetes gestacional – Surge somente no período gestacional, tendendo a desaparecer após o nascimento do bebê. No entanto, se a paciente tiver histórico familiar de diabetes e tiver aumento grande de peso durante a gravidez, a doença pode persistir após o parto.

Complicações da doença:

  • Retinopatia diabética, que pode levar à perda da visão;
  • Fator de risco para doenças cardíacas;
  • Fator de risco para AVC;
  • Insuficiência renal, podendo acarretar perda da função dos rins e necessidade de hemodiálise;
  • Doença vascular periférica, com diminuição da circulação, sendo fator de risco para gangrenas;
  • Neuropatia diabética, em que inicialmente o paciente sente muitas dores, podendo ocorrer, posteriormente, perda total da sensibilidade ou mesmo dos movimentos.

 Erros cometidos:

  • Dieta rica em calorias e grande aumento de peso, sedentarismo e não realização de exames periódicos, principalmente indivíduos com histórico familiar da doença;

Tratamentos: 

  • Mudança de estilo de vida, com dieta adequada, perda ponderal e prática regular de atividades físicas;
  • DM tipo I: uso de dose de insulina conforme indicação médica;
  • DM tipo II: uso de hipoglicemiantes orais e, em alguns casos, conforme orientação médica, de insulina.

Prevenção: 

Aos indivíduos com histórico familiar da doença, é necessário se manter próximo ao peso ideal, fazer atividades físicas regularmente e acompanhamento com o médico endocrinologista para a realização de exames de rotina.

  • Um simples teste de glicemia pode diagnosticar o Em alguns casos, é necessário fazer a curva glicêmica.

Dr. Edmir Fernandes, endocrinologista e prestador de serviços no Hospital América de Mauá | Título de Endocrinologia pela Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM)| CRM 58712


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Nos últimos anos, houve um grande processo de evolução nos tratamentos disponíveis para pessoas com doenças reumatológicas, e novas terapias trouxeram uma outra perspectiva de vida para esses pacientes, especialmente nos casos de artropatias inflamatórias, como a artrite reumatoide, a artrite psoriásica, a artrite idiopática juvenil e a espondilite aquilosante.

Com o desenvolvimento de terapias-alvo e o aperfeiçoamento de medicamentos imunobiológicos, as doenças reumatológicas tiveram uma grande melhora em termos de prognóstico a longo prazo. Nesse sentido, inúmeros centros de infusão de medicações surgiram não só no Brasil, mas no mundo todo. Os centros de infusão são unidades destinadas ao atendimento de pacientes que necessitam de tratamento por meio de medicações intravenosas ou subcutâneas, comuns a várias doenças da reumatologia e de outras especialidades médicas.

De acordo com o Dr. Carlos Bragaia, reumatologista e prestador de serviços no Hospital América, a instituição disponibiliza serviço completo de terapia infusional, além de contar com uma equipe especializada nos tratamentos das principais doenças reumatológicas. “O Hospital América atualmente possui todos os tratamentos disponíveis no mercado, entre eles as medicações de uso infusional subcutâneo e intravenoso”, explica.

O especialista ainda destaca que a instituição dispõe de todos recursos necessários para acompanhamento, diagnóstico e seguimento de pacientes reumáticos. “Contamos com serviço de infusão intra-hospitalar, avaliação pré-infusional, sala de infusão e equipe de enfermagem especializada. O nosso centro de infusões também utiliza toda a infraestrutura de apoio do hospital, o que torna o serviço autossuficiente. Somos o único hospital na região de Mauá que dispõe de um serviço completo e independente na área da reumatologia”, comenta.

O serviço de terapia infusional teve início há três anos e está em constante aperfeiçoamento, buscando sempre as melhores técnicas e terapias para oferecer mais qualidade de vida a cada paciente.

Dr. Carlos Alexandre Bragaia, reumatologista e prestador de serviços no Hospital América. Especialista na área pela Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR).



Dra. Renata Bastos Alves, coordenadora da equipe de oftalmologia do Hospital América, participou da live “América Responde”, desta sexta-feira (25). Na live, ela respondeu questões sobre diversos temas da especialidade, como:

– Conjuntivite alérgica;
– Catarata;
– Riscos de coçar os olhos;
– Grau de óculos.

Assista e confira!

América Responde com a Dra. Renata Bastos, oftalmologista. Envie sua pergunta. Agende sua consulta pelo WhatsApp: http://bit.ly/2pPFxok

Publicado por Hospital América de Mauá em Sexta-feira, 25 de outubro de 2019


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As doenças cardiovasculares estão entre as principais causas de morte no mundo, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), mas muitas delas poderiam ser evitadas com a avaliação de um médico cardiologista, exames preventivos e orientações para uma vida mais saudável.

Com o objetivo de prevenir e diagnosticar doenças cardíacas, o Hospital América lança mais um pacote de consulta e exames, o Na Sua Medida – Check-up Cardiológico, que inclui consulta, retorno com o especialista e exames com preços acessíveis. Para atender as necessidades específicas de cada faixa etária, o programa é divido em dois pacotes:  pacientes com até 40 anos e pacientes acima de 40 anos.

Todos os exames são realizados no próprio Hospital América, o que, além de proporcionar mais comodidade ao paciente, evita custos com deslocamentos, reduz o tempo de coleta e agiliza a liberação dos resultados.

O agendamento é realizado através da nossa Central de Atendimento, pelo telefone: (11) 4544-2085, pelo nosso site ou pessoalmente na recepção do Hospital América. O valor do pacote pode ser parcelado em até 5 vezes sem juros nos cartões de crédito (Visa, Mastercard, Hipercard, American Express e Elo).

Confira o que está incluso em cada pacote do programa:

Pacientes com até 40 anos 

  • Eletrocardiograma
  • Raio X de tórax PA
  • Ecocardiograma
  • Hemograma completo
  • Creatinina
  • Potássio
  • Colesterol total e frações
  • Triglicérides
  • Glicemia de Jejum
  • Hemoglobina glicada
  • Teste ergométrico

Pacientes acima de 40 anos

  • Eletrocardiograma
  • Raio X de tórax PA
  • Ecocardiograma
  • Hemograma completo
  • Creatinina
  • Potássio
  • Colesterol total e frações
  • Triglicérides
  • Glicemia de Jejum
  • Hemoglobina glicada
  • Teste ergométrico
  • USG de carótidas

 Faça seus exames regularmente e sempre consulte um cardiologista.

 

 


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A primavera chegou, trazendo tempo seco e aumento da concentração de poluentes e pólen no ar. Por isso, nesta época do ano, são necessários cuidados específicos com a saúde. Confira a seguir dicas e informações relacionadas à estação. 

  • Clima seco e contato com o pólen das flores são fatores predisponentes de doenças que acometem as vias aéreas, como rinite, sinusite, asma brônquica e pneumonias.
  • Mudanças bruscas de temperatura e na umidade do ar contribuem para o surgimento de patologias como faringite, laringite, asma, pneumonia, amidalite e otite.
  • Pacientes com doenças crônicas podem precisar de acompanhamento ambulatorial. É recomendado evitar aglomerações e manter as vacinas em dia, principalmente crianças e idosos. Fique atento a qualquer sinal de acometimento das vias aéreas.
  • Tenha uma alimentação equilibrada (carnes, frutas e legumes) e mantenha-se bem hidratado.
  • Use roupas leves, chapéus, bonés e protetor solar diariamente (independentemente de exposição direta ou indireta aos raios solares).
  • Evite exposição à luz solar das 10h às 15h (luz ultravioleta). Nos dias secos, use umidificador de ar nos ambientes. E não se esqueça da manutenção do filtro do ar-condicionado (fonte de bactérias).

Dr. Reginaldo Amaral Batista, pneumologista e prestador de serviços no Hospital América de Mauá | CRM 43636


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Atualmente, têm sido veiculadas na imprensa diversas reportagens sobre pessoas que inalaram monóxido de carbono e foram a óbito. Segundo o Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde (DATASUS), São Paulo contabiliza, desde 2000, 122 mortes do tipo, sendo o estado que mais registrou mortes por inalação de gás nesse período.  O monóxido de carbono é produzido quando combustíveis, como gás, madeira e carvão, são queimados, podendo também se acumular quando aquecedores e aparelhos de cozimento a gás falham ou não apresentam ventilação adequada. Trata-se de um gás inodoro e incolor, por isso pode ser inalado sem que a pessoa perceba. Entre os sintomas associados ao envenenamento, estão dores de cabeça, tontura, fraqueza, dores abdominais, vômito, dor no peito e confusão mental.

De acordo com a Dra. Maria Bernadette Zambotto, médica e prestadora de serviços no Hospital América de Mauá, a intoxicação por monóxido de carbono pode levar à morte em minutos. “O monóxido de carbono (CO) é um gás formado por um átomo de carbono e um átomo de oxigênio. É incolor, sem cheiro, sem sabor e inflamável. Sua emissão pode ocorrer por fontes naturais ou antrópicas (causadas pelo homem), sendo 60% de toda a massa emitida decorrente da ação humana. Entre as fontes naturais de emissão, estão atividade vulcânica, descargas elétricas e combustão de gás natural.  Entre as fontes antrópicas, que são também as mais poluentes, destaca-se a combustão de madeira, como no caso de queimadas, e de derivados de petróleo, utilizados nos combustíveis de veículos. Um dado aterrorizante sobre o monóxido de carbono foi sua utilização nas câmaras de gás nos campos de concentração nazistas durante a Segunda Guerra Mundial. Isso se deu justamente devido à sua letalidade, já que ao ser inalado o monóxido de carbono se liga à hemoglobina, ocupando o lugar do oxigênio (O2). A afinidade da hemoglobina é 240 vezes maior com o CO do que com o O2, então a menor oferta de O2 acaba rapidamente levando à morte por asfixia. Além disso, a exposição frequente a baixas concentrações de CO também pode acarretar diversos distúrbios na saúde, tais como insônia, dor de cabeça, náuseas, vômito, distúrbios visuais, alterações auditivas, doenças respiratórias, perda de apetite e problemas cardíacos. No Brasil, por meio de órgãos como a Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (CETESB), a concentração de CO na atmosfera é constantemente medida. A partir de 9 ppm (partículas por milhão), a qualidade do ar já é considerada preocupante. Acima de 15 ppm, a qualidade do ar é considerada crítica”, explica a doutora.

 


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O sarampo é causado por um vírus altamente contagioso, o Morbillivirus, e é uma das principais doenças responsáveis pela mortalidade infantil em países subdesenvolvidos.  Em 2016, o Brasil recebeu da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) o certificado de eliminação da circulação desse vírus, no entanto, em 2018, o país enfrentou dois surtos de sarampo, em Roraima e no Amazonas, com mais de mil casos confirmados. Em 2019, segundo a Secretaria Estadual de Saúde de São Paulo, o estado já registrou 967 casos de sarampo, sendo 80% deles na capital. As vacinas contra essa doença são dadas ainda na infância, mas uma nova campanha de vacinação começou há dois meses, tendo como público-alvo jovens entre 15 e 29 anos e bebês entre seis meses e um ano de idade. De acordo com a Dra. Maria Bernadette Zambotto, médica e prestadora de serviços no Hospital América de Mauá, a vacinação é a única forma eficaz de prevenir a doença.

“Estamos vivendo uma epidemia de sarampo de proporções mundiais. Os principais sintomas da contaminação pelo vírus dessa doença são febre e exantema (manchas vermelhas pelo corpo, que podem ou não coçar), dor no corpo, moleza e prostração, acompanhados ou não de conjuntivite, coriza e tosse. A ausência das manchas vermelhas típicas da doença parece ser mais frequente entre quem só tomou uma dose da vacina, mas deve-se destacar que o recomendado são duas doses. Pacientes submetidos a tratamentos que reduzem a resposta imunológica, como os que utilizam medicamentos corticosteroides, imunobiológicos (utilizados pela gastroenterologia, reumatologia e dermatologia) e quimioterápicos, não devem ser vacinados. As recomendações para esses pacientes que não podem tomar a vacina contra sarampo incluem não ter contato com pessoas em suspensão e vacinar familiares e pessoas que compartilham os mesmos ambientes”, explica a doutora.

 


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Para conscientizar a população sobre os riscos do câncer colorretal, a Sociedade Brasileira de Coloproctologia (SBCP) criou a campanha “Setembro Verde”, alertando sobre a gravidade dessa doença e a importância da prevenção e do diagnóstico precoce. Segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA), estimam-se 17.380 novos casos para homens e 18.980 para mulheres neste ano de 2019. O câncer colorretal é o segundo mais frequente em mulheres e o terceiro entre os homens. “Existe uma discreta predominância no sexo feminino, porém não é estatisticamente significante”, comenta Dra. Maria Bernadette Zambotto, coloproctologista e prestadora de serviços no Hospital América de Mauá.

O câncer colorretal pode atingir qualquer parte do intestino grosso, composto por ceco, cólon ascendente, cólon transverso, cólon descendente, sigmoide e reto. “Na fase de pólipo (tumores benignos de até 3cm), tudo é absolutamente assintomático.  Portanto, a prevenção é mandatória. O mais importante é saber que todo câncer começa pequeno e curável”, explica a doutora.

Os sintomas da doença dependem do local de incidência: tumores no intestino grosso inicial (que fica do nosso lado direito) costumam provocar anemia, já os tumores no intestino grosso final (que fica do nosso lado esquerdo) provocam sintomas como obstipação (ressecamento), evacuação difícil e sangue e muco nas fezes.

O Hospital América de Mauá oferece aos pacientes exame “Gold Standard” (padrão ouro) para detectar e retirar pequenos pólipos. “No Hospital América, a colonoscopia é de alta resolução, o que nos permite, com procedimentos avançados, rastrear e tratar tumores por meio desse exame. Também contamos com uma equipe de cirurgia coloproctológica para assumir os casos em que não é mais possível utilizar apenas a colonoscopia”, ressalta Zambotto.

Em 2018, a Sociedade Americana de Câncer (ACS, sigla em inglês) reduziu de 50 para 45 anos a idade em que se deve iniciar o rastreamento de câncer colorretal, já que a doença tem sido diagnosticada em indivíduos cada vez mais jovens. “Dependendo do histórico familiar do paciente, esse ‘corte’ para 45 anos pode ser ainda maior, isto é, a idade mínima para o início da investigação da doença pode diminuir ainda mais. O câncer colorretal tem alta prevalência genética, o que significa que descendentes diretos (filhos) de pessoas portadoras de câncer colorretal devem fazer o rastreamento assim que os pais forem diagnosticados. Indivíduos em linhagem horizontal (irmãos) também devem ser investigados e, como medida de cautela, é fundamental investigar até a segunda geração (netos)”, informa a coloproctologista.

Hábitos de vida pouco saudáveis estão fortemente relacionados ao risco de doenças neoplásicas (cânceres). No que se refere ao câncer colorretal, um grande fator de risco é ter uma dieta inadequada, em que há alta ingestão de gorduras animais, corantes, aromatizantes, defumados, baixo teor de fibras e pouco consumo de água.

Dra. Maria Bernadette Zambotto Vianna, coloproctologista e colonoscopista, prestadora de serviços no Hospital América de Mauá | Cremesp 83319

 


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Cardiologista do Hospital América de Mauá alerta sobre cuidados com o coração

Idealizada em 2014 pelo Instituto Lado a Lado pela Vida, a campanha visa promover a conscientização da população em relação a doenças cardíacas, já que o número de óbitos relacionados ao coração chega a 43% no mundo. O mês de setembro foi escolhido justamente por ser quando é celebrado o Dia Mundial do Coração, no dia 29. A má alimentação, principalmente o consumo excessivo de carboidrato simples (presentes em alimentos com farinha branca), de gorduras saturadas de origem animal, de sal e de bebidas alcoólicas, contribui para o desenvolvimento de doenças como diabetes, dislipidemia (problemas de colesterol) e hipertensão arterial, condições que, a longo prazo, aumentam as chances de infarto. “O sedentarismo e o tabagismo também são hábitos que devem ser abolidos, uma vez que aumentam significativamente as taxas de doenças cardiovasculares. Pessoas que nunca sofreram eventos cardíacos e que não têm histórico familiar de doença cardíaca entre pais e/ou irmãos, devem passar por avaliação cardiológica a partir dos 35 anos de idade. Aqueles com histórico de doenças cardíacas entre pais e/ou irmãos devem ser avaliados a partir dos 30 anos. Na consulta com o cardiologista, o médico determinará quais exames complementares deverão ser realizados e qual a periodicidade das futuras avaliações”, explica Dr. Eduardo Moreira dos Santos, cardiologista clínico e intervencionista e prestador de serviços no Hospital América de Mauá.

O aumento dos triglicérides, apesar de não influenciar diretamente no surgimento de doenças cardíacas, frequentemente está relacionado ao aumento das taxas de açúcar no sangue, que  contribui para a manifestação de diabetes, pré-diabetes e intolerância à glicose, importantes fatores de risco para as doenças cardíacas, assim como a dislipidemia, isto é, o aumento dos colesteróis maléficos ao coração (LDL).

O infarto é a principal causa de morte por doença cardíaca e uma das principais causas de morte em todo o mundo. Em 2030, estima-se que o Brasil será um dos campeões mundiais em números de infarto, por isso é urgente que a população saiba identificar os sintomas. “Habitualmente, o infarto se manifesta pela angina, que provoca dor intermitente ou grande desconforto no peito, como sensação de pressão ou queimação. Essa dor também pode irradiar para os membros superiores e para a mandíbula. A angina costuma ter início enquanto o paciente se encontra em repouso e tem duração prolongada, geralmente maior que 20 minutos. No entanto, médicos e pacientes devem estar atentos a algumas populações específicas que podem não manifestar os sintomas típicos de infarto descritos acima. Mulheres, idosos e diabéticos podem sentir apenas um desconforto torácico inespecífico ou dispneia (sensação de falta de ar) e, em alguns casos, podem sofrer infarto sem apresentar sintoma nenhum. Sendo assim, ao reconhecer algum dos sintomas, o paciente deve encarar como um sinal de alerta, buscando atendimento médico o mais rápido possível, de forma a agilizar o diagnóstico e receber o tratamento adequado o quanto antes”, ressalta o cardiologista.

A idade é um fator que também afeta diretamente nas taxas de sobrevivência ao infarto. Como o processo de acúmulo de gordura na parede dos vasos sanguíneos se inicia desde a infância e vai até o final da vida, pode-se assumir que quanto maior a idade, maior a propensão de um indivíduo sofrer infarto. “Pacientes com mais de 75 anos têm maior taxa de mortalidade que pacientes mais jovens. A qualidade de vida do paciente antes de sofrer o evento cardiovascular também influencia em sua sobrevida futura, principalmente no que se refere à reabilitação cardiovascular após o infarto, uma vez que uma pessoa com hábitos saudáveis possui maior capacidade de realizar exercícios físicos, o que facilita a reabilitação”, pontua o especialista.

O sedentarismo também é um grande fator de risco para doenças cardiovasculares, por isso a atividade física deve ser priorizada na rotina do dia a dia. “Idealmente, todos nós devemos realizar, no mínimo, 30 minutos de atividades físicas aeróbicas (como caminhada, bicicleta ou corrida) cinco vezes por semana. Sempre que possível, a associação com exercícios anaeróbicos também deve ser feita, sob orientação médica, com a finalidade de proporcionar fortalecimento muscular e melhora da capacidade de desempenhar atividade física aeróbica”, finaliza o médico.

Dr. Eduardo Moreira dos Santos, cardiologista clínico, intervencionista e prestador de serviços no Hospital América de Mauá.



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Telefone: (11) 4544.2085





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