fbpx

BLOG HOSPITAL

como-manter-o-coração-mais-saudável_tratada-1200x801.jpg

 

O coração é a fonte de vida do corpo humano.

Ao completarmos 80 anos, nosso coração terá batido mais de 3 bilhões de vezes.

Ao longo de um dia, são 7.500 litros de sangue circulando por nossos vasos sanguíneos.

E, para que o sangue bombeado alcance todo o nosso corpo, são necessários apenas 50 segundos.

É um esforço que não deve ser desrespeitado.

Por isso, é preciso tratar o coração com carinho.

É o que explica o Dr. João Breda, professor da Unifesp, cirurgião cardíaco, chefe do serviço de cardiologia e cirurgia cardíaca, incluindo o serviço de cirurgias cardíacas minimamente invasivas, do Hospital América.


Com o objetivo de prevenir e diagnosticar doenças cardíacas, o Hospital América lança mais um pacote de consulta e exames, o Na Sua Medida – Check-up Cardiológico, que inclui consulta, retorno com o especialista e exames com preços acessíveis. Para atender as necessidades específicas de cada faixa etária, o programa é divido em dois pacotes: pacientes com até 40 anos e pacientes acima de 40 anos.

Todos os exames são realizados no próprio Hospital América, o que, além de proporcionar mais comodidade ao paciente, evita custos com deslocamentos, reduz o tempo de coleta e agiliza a liberação dos resultados.

O agendamento é realizado através da nossa Central de Atendimento, pelo telefone: (11) 4544-2085, pelo nosso site https://hospitalamerica.com.br/agendamento/consultas/ ou pelo WhatsApp http://bit.ly/2nADmnq.


11DEZ-F-1200x888.png

Nós sempre costumamos associar comida a comemorações, e as festas de final de ano talvez sejam o exemplo mais emblemático disso. Em todo caso, o melhor caminho é buscar o equilíbrio e a moderação.

– Quais são os excessos mais comuns cometidos no final do ano e suas principais consequências? 

Gorduras: consumidas em excesso, sobretudo as de origem animal, sobrecarregam o sistema digestivo, tendo impacto importante no fígado e nas vias biliares, bem como no sistema cardiocirculatório.

Álcool: o consumo de álcool acarreta uma grande sobrecarga no fígado, que consegue metabolizar em torno de 10 ml/hora da substância. Ou seja, o consumo acima de 240 ml de álcool pode demorar um dia inteiro para ser metabolizado. Além disso, os efeitos no sistema nervoso central são evidentes: euforia, disforia (a pessoa fica agitada e ansiosa, podendo evoluir para a agressividade) e depressão do estado de alerta, podendo levar ao coma alcoólico (quando o indivíduo fica inconsciente). Existe também o risco de o abuso de álcool evoluir para pancreatite aguda alcoólica, uma inflamação do pâncreas que pode ser muito grave, com risco de morte.

Açúcar: mesmo em indivíduos sem problemas relacionados à insulina, o consumo exagerado de açúcar pode, sim, elevar as taxas de glicemia e, com isso, causar danos nos tecidos, sobretudo no fígado e pâncreas. Outro fator importante relacionado ao abuso do consumo de açúcar se faz notar no aumento de peso, da chamada “massa gorda”, podendo induzir também outras situações, como aumento das taxas de triglicérides.

– Que doenças podem ser causadas ou agravadas por esses excessos?

O abuso no consumo de bebidas alcoólicas e de alimentos ricos em açúcar e gorduras pode acarretar diversos distúrbios, principalmente porque na maioria das vezes essas três substâncias são consumidas em grandes quantidades na mesma refeição. Entre as doenças mais comuns, podem ser citadas como exemplos:

      • Gastrite e esofagite aguda
      • Pancreatite
      • Diarreia provocada pelo excesso de gordura e álcool
      • Infiltração gordurosa no fígado
      • Alterações no comportamento e psiquismo
      • Sobrecarga do sistema cardiovascular 

– Quem deve tomar mais cuidado?

De um modo geral, ao abusar dessas substâncias, todos estão se expondo a riscos. Entretanto, são mais vulneráveis crianças, idosos e pessoas diabéticas, hipertensas ou portadoras de doenças cardiocirculatórias. 

 – Como se prevenir?

Vivemos em um país tropical e nossas comemorações ocorrem em pleno verão.  Meu conselho é que se priorize o consumo de frutas frescas (sempre há uma linda mesa delas nas decorações das festas), água (as saborizadas são deliciosas e saudáveis) e que se reduza o consumo de alimentos ricos em gordura e açúcar. Quanto ao álcool, é importante não misturar bebidas – destilados e fermentados – e limitar-se a 3 doses por dia.

A melhor prevenção é evitar o consumo de gorduras, açúcar e álcool entre 3 e 4 dias antes da data da festa.  Também podem ser utilizados protetores hepáticos, que têm função de “amortecer” os impactos, assim como os protetores gástricos, como o Pantoprazol, que também atuam como auxiliadores no controle dos danos. 

Dra. Maria Bernadette Zambotto Vianna, coloproctologista, colonoscopista e prestadora de serviços no Hospital América de Mauá |Cremesp 83319

 


Capturar.JPG123456.jpg

Buscamos constante aprimoramento e evolução. Recentemente, além de revitalizarmos nossa logomarca, conquistamos o Selo de Certificação ONA II. Desde então, somos o único hospital de Mauá a possuir esse selo. Visando sempre oferecer conforto aos nossos pacientes, modernizamos e ampliamos nossas unidades de internação. São mais de 1200 atendimentos diários com profissionalismo e respeito à sua saúde. Hospital América, todo cuidado que sua saúde merece em um só lugar.

 

Você sabia que o Hospital América cuida da saúde da população de Mauá há mais de 20 anos?

Buscamos constante aprimoramento e evolução. Recentemente, além de revitalizarmos nossa logomarca, conquistamos o Selo de Certificação ONA II. Desde então, somos o único hospital de Mauá a possuir esse selo. Visando sempre oferecer conforto aos nossos pacientes, modernizamos e ampliamos nossas unidades de internação. São mais de 1200 atendimentos diários com profissionalismo e respeito à sua saúde. Hospital América, todo cuidado que sua saúde merece em um só lugar.

Publicado por Hospital América de Mauá em Sexta-feira, 6 de dezembro de 2019


Banner_campanha_dezembro-laranja-1200x888.png

Dermatologista do Hospital América de Mauá alerta a população sobre a prevenção e o diagnóstico do câncer de pele

Em 2019, segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA), estimam-se, no Brasil, 85.170 novos casos de câncer de pele não melanoma entre homens e 80.410 entre mulheres. Esses valores correspondem a aproximadamente 82,53 casos a cada 100 mil homens e 75,84 a cada 100 mil mulheres. O câncer de pele é um tumor de pele maligno, provocado pelo crescimento anormal e descontrolado das células que compõem a pele. “A radiação ultravioleta é a principal responsável pelo desenvolvimento de tumores cutâneos, e a maioria dos casos está associada à exposição excessiva ao sol ou ao uso de câmaras de bronzeamento”, explica Dra. Thaiz Santos Ochôa, dermatologista e prestadora de serviços no Hospital América de Mauá.

Existem três tipos de câncer de pele: “O carcinoma basocelular, mais frequente e com alto percentual de cura; o carcinoma espinocelular, de incidência média; e o melanoma, o tipo mais grave e mais raro.  Em qualquer um desses casos, a doença é curável se detectada em estágio inicial”, esclarece a especialista.

De acordo com a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), os erros mais frequentes na prevenção do câncer de pele são não usar filtro solar diariamente, não o reaplicar durante o dia, achar que em dias nublados ou chuvosos ele não é necessário ou usar maquiagens que contenham filtro e acreditar que sejam suficientes para se proteger dos raios solares. “Outros erros comuns são usar o filtro solar só no rosto e se esquecer do corpo, se expor ao sol para se bronzear, fazer bronzeamento artificial e não ir ao dermatologista regularmente. O sol não é um vilão, mas a exposição solar indiscriminada, desprotegida e intermitente pode fazer mal, já que os raios solares são o principal fator de risco para o câncer da pele”, lembra a doutora.

O autoexame no espelho e a consulta com o dermatologista são a melhor forma de detectar lesões e prevenir o câncer. “Na consulta, realizamos o exame físico da pele. Junto com o exame físico, também usamos uma técnica chamada dermatoscopia para avaliar as lesões. Com o dermatoscópio, que é uma lente de aumento especial com fonte de luz própria, observamos a lesão e, se houver indicação, realizamos a biópsia da pele”, explica Ochôa.

Somente o exame clínico ou uma biópsia, ambos feitos pelo dermatologista, podem diagnosticar o câncer de pele, mas é importante estar sempre atento aos seguintes sintomas: “Lesão na pele que possua aparência elevada e brilhante, translúcida, avermelhada, castanha, rósea ou multicolorida, com crosta central e que sangre facilmente; alguma pinta preta ou castanha que mude de cor, textura ou torne-se irregular nas bordas e cresça de tamanho; mancha ou ferida que não cicatriza e que continue a crescer, apresentando coceira, crostas, erosões ou sangramento”, pontua a médica.

Além do uso do filtro solar, existem diversas formas de proteger a pele do corpo todo contra os raios UVA e UVB do sol. “É importante ressaltar que a proteção solar deve ser feita tanto em momentos de lazer quanto no caso de pessoas que trabalham sob o sol. No caso do trabalhador que exerce atividades ao ar livre, equipamentos de proteção individuais, como chapéus de abas largas, óculos escuros, roupas que cubram boa parte do corpo e protetor solar, são itens obrigatórios no dia a dia, para evitar que a exposição prolongada cause problemas de saúde”, finaliza.

Dra. Thaiz Santos Ochôa, dermatologista e prestadora de serviços no Hospital América de Mauá | Membro Titular da Sociedade Brasileira de Dermatologia | CRM 121336

 


Capturar.JPG12345-1200x670.jpg

A lesão por pressão, também conhecida como escara ou úlcera de decúbito, é um dano decorrente da pressão intensa ou prolongada sobre a pele em combinação com cisalhamento, isto é, da fricção da pele sobre a superfície da cama, cadeira ou poltrona. Geralmente, ela se desenvolve em pacientes que permanecem muito tempo na mesma posição, surgindo sobre proeminências (elevações) ósseas ou estando relacionada ao uso de dispositivo médico ou a outro artefato que comprometa a circulação sanguínea de determinada região.

As lesões por pressão podem aparecer em diversas regiões de apoio do corpo, especialmente atrás da cabeça, nas costas, na articulação do quadril, no cóccix, nas nádegas, nos cotovelos e calcanhares. Pacientes em cadeira de rodas estão mais propensos a desenvolver lesões na região do ísquio, osso que serve de apoio ao corpo quando estamos sentados.

A pele lesionada pode ficar quente, dolorida e apresentar vermelhidão que não embranquece. Em peles de tonalidade mais escura, podem aparecer manchas diferentes. Os pacientes que correm maiores riscos de desenvolver as lesões por pressão são os que ficam acamados ou imobilizados durante muito tempo, bem como idosos, cadeirantes, portadores de diabetes, pessoas com desnutrição, com incontinência fecal ou urinária, com comprometimento do nível de consciência ou perda da sensibilidade tátil ou térmica.

As principais medidas para prevenir a formação de lesões são movimentar o paciente a cada 2 horas, mudando a posição do corpo para que seu peso seja redistribuído e para que haja alívio dos pontos de apoio e proeminências ósseas; inspecionar a pele diariamente; controlar a umidade do ambiente (a umidade a que se refere é da pele do paciente), a fim de proteger a pele da umidade excessiva, limpando-a após cada episódio de eliminações (no caso de incontinência, é recomendado o uso de produtos para a proteção da pele, como cremes ou soluções de barreiras); manter a pele hidratada; deixar a cabeceira da cama inclinada no mínimo 30°; evitar deixar a cabeceira elevada por muito tempo, pois o paciente tende a escorregar (cisalhamento); utilizar superfícies de suporte, como travesseiros ou colchões específicos que promovem a circulação dos tecidos, para manter as proeminências ósseas livres de pressão e atrito; e estimular a aceitação de alimentos e líquidos conforme as orientações médicas e nutricionais. Para pacientes que utilizam dispositivos médicos como cateteres, sondas, máscaras faciais, colares cervicais e drenos, é importante se atentar para o posicionamento adequado do dispositivo.

Qualquer descuido pode ocasionar o surgimento de lesões por pressão. Fique atento! #segurançadopacienteeuparticipo #lesãoporpressãoaquinão

Dia Mundial de Prevenção de Lesão por Pressão

Em comemoração à semana dedicada à lesão por pressão, também conhecida como escara ou úlcera de decúbito, a equipe de CCIH, em conjunto com o marketing do Hospital América, preparou um vídeo que explica o que é, como identificar e as principais medidas para prevenir a formação desse tipo de lesão. Assista, curta e compartilhe.

Publicado por Hospital América de Mauá em Terça-feira, 19 de novembro de 2019

 

 


Arte_TV_HA-America-responde_Bariátrica-1200x675.png

Dr. André Augusto Pinto, cirurgião bariátrico do Hospital América, participou da live “América Responde”, no último dia 12 de novembro. Na live, o doutor respondeu questões sobre a cirurgia bariátrica, como:

  • IMC adequado para realização da cirurgia bariátrica;
  • Quando a cirurgia é indicada;
  • Alimentação pós-cirurgia;
  • Cuidados necessários;
  • Cirurgia metabólica;
  • Duração da cirurgia;
  • Tempo de internação;
  • Tempo afastado do trabalho;
  • Bypass gástrico;
  • Libido;
  • Entre outros.

Assista e confira!

Dr. André Augusto Pinto, cirurgião bariátrico do Hospital América, participou da live "América Responde", no último dia 12 de novembro. Na live, o doutor respondeu questões sobre a cirurgia bariátrica, como:- IMC adequado para realização da cirurgia bariátrica;- Quando a cirurgia é indicada;- Alimentação pós-cirurgia;- Cuidados necessários;- Cirurgia metabólica;- Duração da cirurgia;- Tempo de internação;- Tempo afastado do trabalho;- Bypass gástrico;- Libido;- Entre outros.Assista e confira!

Publicado por Hospital América de Mauá em Terça-feira, 12 de novembro de 2019

 

 

 

 

 

 


09NOV-F-1200x888.png

Uma dieta balanceada é a solução para manter o sistema imunológico em dia

O sistema imunológico é responsável pelo reconhecimento e pelo combate de micro-organismos invasores patogênicos (bactérias e vírus), evitando, assim, o desenvolvimento de doenças e diminuindo a ocorrência de possíveis sintomas. De acordo com Barbara Costa de Oliveira, nutricionista clínica do Hospital América de Mauá, para assegurar o funcionamento adequado do nosso sistema imunológico, é de extrema importância garantir a ingestão dos nutrientes necessários, por isso nossa dieta deve ser bastante diversificada e colorida, já que as cores dos alimentos indicam qual o nutriente que possuem em maior quantidade. “Devemos levar em consideração que os macro e micronutrientes são essenciais para o bom funcionamento do organismo de uma forma geral. Se um indivíduo não se alimentar bem, poderá ter disfunção nas ações do seu sistema imunológico, o que o deixará mais susceptível ao ataque de micro-organismos patológicos (doenças)”, explica.

Macronutrientes e micronutrientes

Macronutrientes

Proteínas: presentes em carne vermelha (prefira as carnes mais magras), carne suína, aves e peixes (os de água fria, como salmão, sardinha, atum, truta etc., são ricos em ômega 3);

Carboidratos: dê prioridade aos complexos, como arroz integral, batata-doce, aveia, pães integrais, entre outros. Os alimentos integrais são ricos em fibras e auxiliam no bom funcionamento do intestino e na redução dos níveis de colesterol, além de evitar picos glicêmicos, que têm ação inflamatória no organismo;

Lipídios (óleos): existem diversos tipos de óleos disponíveis no mercado, cada um deles com um tipo de benefício para a saúde. Deve-se atentar, porém, para quando utilizá-los: em preparações quentes, como frituras e refogados, prefira banha de porco ou óleo de coco; em saladas ou preparações que não precisam ir ao fogo, use óleo de canola, azeite extravirgem e óleo de girassol.

Micronutrientes

São as vitaminas e os minerais, que desempenham um papel fundamental no bom funcionamento do sistema imunológico.

Vitamina C: presente principalmente nas frutas cítricas, como laranja, acerola, kiwi e tomate, pode ser encontrada também no brócolis, na couve e no pimentão verde e vermelho, que são ricos em antioxidante e aumentam a resistência do organismo;

Ácido fólico: auxilia na formação de glóbulos brancos, responsáveis pela defesa do organismo. Esse nutriente está presente em maior concentração em alimentos verde- escuros, como escarola, brócolis, couve, espinafre, entre outros;

Zinco: auxilia no tratamento de doenças de alta gravidade, como AIDS, artrite reumatoide e lúpus. A deficiência desse nutriente é prejudicial para a digestão e para o paladar, pois pode provocar a redução da percepção do gosto e, portanto, a diminuição do apetite. O zinco está presente em maiores quantidades em nozes, ovos, farinha de trigo integral, carnes bovinas, peixes, aves, leite e derivados, mariscos e feijão.

Licopeno: presente em alimentos com coloração avermelhada, como tomate, cenoura, goiaba, caqui, cereja etc. É um forte aliado no combate de doenças cardiovasculares, pois colabora para a remoção de radicais livres do organismo, que são compostos que contribuem para o envelhecimento celular e deixam o corpo mais propício a desenvolver doenças.

Vitamina A: presente em alimentos de coloração avermelhada e também em carnes, principalmente em vísceras, como fígado, moela e coração, é responsável por diversas funções no organismo, como manter a saúde da visão, da pele e dos cabelos, fortalecer o sistema imunológico e garantir o bom funcionamento dos órgãos reprodutivos. Por ter ação antioxidante, também é importante na prevenção do envelhecimento precoce, de doenças cardiovasculares e de câncer.

Ainda segundo a nutricionista, para manter o equilíbrio do organismo, os nutrientes devem ser ingeridos regularmente, por isso é importante ter uma rotina alimentar adequada, sempre priorizando o consumo de alimentos de acordo com os benefícios que podem trazer em cada estação do ano. “Por exemplo, no outono e inverno, as frutas cítricas, que são ricas em vitamina C, auxiliam na prevenção de resfriados. No verão, a água de coco, que é rica em eletrólitos, auxilia a manter uma hidratação de qualidade. Frutas como melão, melancia, limão e maçã são ricos em potássio, magnésio e vitamina B6, que auxiliam na diminuição da retenção de líquidos. Já os leites fermentados e o kefir são ricos em probióticos e auxiliam na manutenção do equilíbrio da microbiota intestinal, evitando a proliferação de micro-organismos”, conclui a especialista.

 


03NOV-F-1200x888.png

O diabetes mellitus (DM), ou simplesmente diabetes, é a elevação dos níveis de glicemia (taxa de açúcar) na corrente sanguínea. A glicemia é considerada normal quando indica até 99 mg/dl. Ao ultrapassar esse valor, entre 100 e 125 mg/dl, o paciente é considerado pré-diabético, e acima de 126 mg/dl, o paciente é considerado diabético.

De acordo com a Sociedade Brasileira de Diabetes, existem atualmente, mais de 13 milhões de pessoas vivendo com a doença no país, o que representa 6,9% da população nacional. “Em geral, os sintomas agudos do diabetes mellitus são o aumento da sensação de sede e, portanto, da ingestão de água (polidipsia), aumento do volume urinário (poliúria), aumento das micções no período noturno (noctúria), perda acentuada de peso sem realização de dieta, turvação visual e, em alguns casos, quadro de infecção genital”, explica o Dr. Edmir Fernandes, endocrinologista e prestador de serviços no Hospital América de Mauá.

A causa do diabetes ainda é desconhecida, e a melhor forma de prevenção é adotar práticas saudáveis de vida (alimentação balanceada, atividades físicas regulares e evitar álcool, tabaco e outras drogas). Confira a seguir os tipos, os sintomas mais comuns, as possíveis complicações e os tratamentos da doença.

Tipos de diabetes mellitus: 

  • Tipo I – Caracterizada pela ausência total de produção de insulina. De origem autoimune, acomete crianças, adolescentes e adultos jovens. O tratamento sempre se dá com a aplicação de insulina;
  • Tipo II – Caracterizada pela produção inadequada e parcial de insulina, possui origem genética, mas também pode estar relacionada à obesidade, acometendo indivíduos entre a quarta e a quinta década de vida. Em geral, é tratada com hipoglicemiantes orais, e ambos os tipos podem acarretar complicações em todo o organismo, como doenças na retina, infarto agudo do miocárdio, insuficiência renal crônica, disfunção erétil, vasculopatia e outros;
  • Diabetes gestacional – Surge somente no período gestacional, tendendo a desaparecer após o nascimento do bebê. No entanto, se a paciente tiver histórico familiar de diabetes e tiver aumento grande de peso durante a gravidez, a doença pode persistir após o parto.

Complicações da doença:

  • Retinopatia diabética, que pode levar à perda da visão;
  • Fator de risco para doenças cardíacas;
  • Fator de risco para AVC;
  • Insuficiência renal, podendo acarretar perda da função dos rins e necessidade de hemodiálise;
  • Doença vascular periférica, com diminuição da circulação, sendo fator de risco para gangrenas;
  • Neuropatia diabética, em que inicialmente o paciente sente muitas dores, podendo ocorrer, posteriormente, perda total da sensibilidade ou mesmo dos movimentos.

 Erros cometidos:

  • Dieta rica em calorias e grande aumento de peso, sedentarismo e não realização de exames periódicos, principalmente indivíduos com histórico familiar da doença;

Tratamentos: 

  • Mudança de estilo de vida, com dieta adequada, perda ponderal e prática regular de atividades físicas;
  • DM tipo I: uso de dose de insulina conforme indicação médica;
  • DM tipo II: uso de hipoglicemiantes orais e, em alguns casos, conforme orientação médica, de insulina.

Prevenção: 

Aos indivíduos com histórico familiar da doença, é necessário se manter próximo ao peso ideal, fazer atividades físicas regularmente e acompanhamento com o médico endocrinologista para a realização de exames de rotina.

  • Um simples teste de glicemia pode diagnosticar o Em alguns casos, é necessário fazer a curva glicêmica.

Dr. Edmir Fernandes, endocrinologista e prestador de serviços no Hospital América de Mauá | Título de Endocrinologia pela Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM)| CRM 58712


Capturar.jpg

Especialista do Hospital América de Mauá alerta a população sobre a importância do diagnóstico precoce do câncer de próstata

Em razão do Dia Mundial do Combate ao Câncer de Próstata, celebrado no dia 17 de novembro, foi criada a campanha Novembro Azul, um movimento de ações organizadas durante todo mês de novembro para informar a população sobre a doença.  Iniciada na Austrália, em 2003, a campanha acontece também no Brasil e em mais de vinte países, com o objetivo de conscientizar os homens sobre o câncer de próstata, os benefícios do diagnóstico precoce, a necessidade de a população masculina adotar um estilo de vida mais saudável e a importância das consultas e dos exames periódicos de check-up, já que, culturalmente, ainda há muita resistência e negligência dos homens em relação à sua saúde.

De acordo com o Instituto Nacional do Câncer (INCA), para o ano de 2019, estimam-se 68.220 novos casos de câncer de próstata, o que corresponde a 66,12 novos casos a cada 100 mil homens. As maiores vítimas são homens a partir dos 50 anos e pessoas com histórico da doença em parentes de primeiro grau, como pai, irmão ou filho.

A próstata é uma glândula masculina localizada abaixo da bexiga. Possui tamanho semelhante ao de uma noz e envolve a uretra, que é o canal da urina. “Entre suas funções, estão o auxílio na continência urinária, no processo de ejaculação, na fertilidade, na transformação do hormônio testosterona em di-hidrotestosterona e na produção de um dos componentes do sêmen, composto por espermatozoides, produzidos nos testículos, por secreção seminal, produzida nas vesículas seminais, e por secreção prostática, produzida nas glândulas prostáticas. As células que compõem as glândulas prostáticas podem ser acometidas pelo câncer, que acarreta um crescimento anormal e sem controle dessas células, invadindo os tecidos vizinhos. Como o tumor é considerado uma lesão maligna, ele pode gerar metástase, ou seja, implantar um tumor também em outras regiões do corpo ou em outros órgãos”, explica Dr. Alexandre Gomes Agostinho, urologista e prestador de serviços no Hospital América de Mauá.

A maioria dos casos de câncer de próstata não apresenta sintomas, por isso o diagnóstico precoce e as consultas anuais para realizar check-up urológico são de extrema importância. Dos homens que procuram auxílio médico somente ao apresentar sintomas, aproximadamente 50% deles podem ter a doença em estágio avançado. “Os sintomas da doença incluem dificuldade para urinar, já que o câncer começa a obstruir a uretra, sensação de queimação da uretra, dor com mais ou menos intensidade na região entre o ânus e o escroto, infecção urinária, jato urinário com interrupções, dor ao urinar, diminuição da força do jato urinário, dores na coluna, no fêmur e na bacia, aumento no número de micções noturnas, retenção de urina, sangramento ao urinar, insuficiência renal, perda de peso e infecções generalizadas”, esclarece o urologista.

A idade e o fator hereditário também contribuem para o desenvolvimento desse tipo de câncer. “O câncer de próstata é raro em homens abaixo de 40 anos, mas a chance de ter a doença aumenta rapidamente após os 50 anos. Aproximadamente 60% dos cânceres de próstata são diagnosticados em homens com mais de 65 anos. Em relação a familiares, em homens com parentes de primeiro grau com câncer de próstata, o risco de desenvolver a doença duplica. Outros fatores que influenciam são a obesidade, com tendência ao desenvolvimento do tipo mais agressivo da doença, dieta rica em carne vermelha, gorduras e laticínios, afrodescendência (homens com ascendência africana tem risco dobrado de desenvolver a doença) e genética (em famílias em que há incidência de câncer de mama, os filhos devem ficar ainda mais atentos ao controle prostático”, pontua o especialista.

Não existem métodos preventivos para o câncer de próstata, por isso o diagnóstico precoce da doença é tão importante. “Não há como interferir no histórico familiar, na etnia ou na nacionalidade do paciente, por isso quem tem histórico familiar da doença deve avisar o médico, que indicará os exames que devem ser feitos. É importante evitar excesso de carne vermelha e gordura animal e adotar uma dieta rica em frutas, verduras, legumes, grãos e cereais integrais. Optar por uma alimentação saudável também contribui para o controle da obesidade, que é outro fator de risco. A prática de atividades físicas também pode ser usada como estratégia para a perda de peso”, indica o médico.

No Hospital América, estão disponíveis todos os exames necessários para o diagnóstico do câncer de próstata. “A investigação da doença é feita por meio da análise da dosagem de uma substância no sangue, o Antígeno Prostático Específico (PSA), da realização do toque retal e do exame de ultrassonografia de próstata. A partir deles, o médico avaliará a necessidade ou não de realizar outros exames. A confirmação do diagnóstico de câncer é feita por meio da biópsia prostática”, explica o especialista.

As chances de cura do câncer de próstata estão diretamente relacionadas ao estágio em que a doença foi diagnosticada, da expectativa de vida, das condições clínicas e de outras doenças associadas que os pacientes tenham e que devem ser avaliadas individualmente. “Nos estágios de doença avançada, existe a possibilidade de remover completamente todas as células do câncer do corpo, levando à cura da doença. Isso pode ser alcançado por meio da cirurgia de remoção completa da próstata, a prostatectómica radical, ou mesmo pela radioterapia. Em situações especiais, podemos usar de forma combinada a cirurgia e a radioterapia, bem como utilizar certos tipos de medicação, como bloqueadores do hormônio testosterona, resultando em cerca de 85% de chance de cura. No que diz respeito à taxa de sobrevida relativa, isto é, a porcentagem de pacientes vivos 5 anos após o diagnóstico, se considerarmos todos os estágios do câncer de próstata, essa taxa é de 99%. Em 10 anos após o diagnóstico, 98%, e em 15 anos, 96%. Já nos estágios em que a doença se apresenta na forma metastática, a erradicação completa de todos os focos da doença no corpo ainda não é possível nos dias de hoje. Dessa forma, pode-se dizer que, nesse estágio, a doença não tem cura, e o objetivo do tratamento é, portanto, inibir o crescimento das células cancerosas durante o maior tempo possível. Nessa situação, a utilização de bloqueadores de testosterona, assim como, em situações especiais, a quimioterapia, são opções de tratamento que levam ao controle da doença por um longo período de tempo, proporcionando, 5 anos após o diagnóstico da doença, uma taxa de sobrevida de 29%”, lembra o doutor.

A indicação do tratamento do câncer de próstata é feita de maneira individualizada, considerando riscos e benefícios para cada paciente, e a decisão de aderir ou não ao tratamento é sempre tomada conjuntamente entre paciente e equipe médica. “Para indicar o tratamento mais adequado, considera-se a idade do paciente, doenças associadas que ele possa ter, avaliando se podem elevar muito o risco em caso de cirurgia, e características e estágio do tumor. Os tumores são classificados como câncer de próstata localizado, localmente avançado e avançado (metastático ou recidivado). Alguns tumores crescem de forma bastante lenta, mas, em alguns casos, podem crescer rapidamente, espalhando-se para outros órgãos. Para o câncer localizado, o tratamento pode se dar por cirurgia, radioterapia e até mesmo observação vigilante, em algumas situações especiais. Para a doença localmente avançada, têm sido utilizada a combinação de tratamento hormonal e radioterapia ou cirurgia. Já para a doença metastática, quando o tumor original já se espalhou para outras partes do corpo, o tratamento de eleição é a terapia hormonal”, finaliza.

Dr. Alexandre Gomes Agostinho, urologista e prestador de serviços no Hospital América de Mauá | Membro Titular da Sociedade Brasileira de Urologia (SBU) | CRM  83810

 


Capturar.JPG2_.jpg

Nos últimos anos, houve um grande processo de evolução nos tratamentos disponíveis para pessoas com doenças reumatológicas, e novas terapias trouxeram uma outra perspectiva de vida para esses pacientes, especialmente nos casos de artropatias inflamatórias, como a artrite reumatoide, a artrite psoriásica, a artrite idiopática juvenil e a espondilite aquilosante.

Com o desenvolvimento de terapias-alvo e o aperfeiçoamento de medicamentos imunobiológicos, as doenças reumatológicas tiveram uma grande melhora em termos de prognóstico a longo prazo. Nesse sentido, inúmeros centros de infusão de medicações surgiram não só no Brasil, mas no mundo todo. Os centros de infusão são unidades destinadas ao atendimento de pacientes que necessitam de tratamento por meio de medicações intravenosas ou subcutâneas, comuns a várias doenças da reumatologia e de outras especialidades médicas.

De acordo com o Dr. Carlos Bragaia, reumatologista e prestador de serviços no Hospital América, a instituição disponibiliza serviço completo de terapia infusional, além de contar com uma equipe especializada nos tratamentos das principais doenças reumatológicas. “O Hospital América atualmente possui todos os tratamentos disponíveis no mercado, entre eles as medicações de uso infusional subcutâneo e intravenoso”, explica.

O especialista ainda destaca que a instituição dispõe de todos recursos necessários para acompanhamento, diagnóstico e seguimento de pacientes reumáticos. “Contamos com serviço de infusão intra-hospitalar, avaliação pré-infusional, sala de infusão e equipe de enfermagem especializada. O nosso centro de infusões também utiliza toda a infraestrutura de apoio do hospital, o que torna o serviço autossuficiente. Somos o único hospital na região de Mauá que dispõe de um serviço completo e independente na área da reumatologia”, comenta.

O serviço de terapia infusional teve início há três anos e está em constante aperfeiçoamento, buscando sempre as melhores técnicas e terapias para oferecer mais qualidade de vida a cada paciente.

Dr. Carlos Alexandre Bragaia, reumatologista e prestador de serviços no Hospital América. Especialista na área pela Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR).



HOSPITAL AMÉRICA

Rua Martin Afonso, 114
Vila Bocaina – Mauá/SP
Telefone: (11) 4544.2085





ACOMPANHE NOSSAS

Redes Sociais






Hospital 2019. Todos os Direitos Reservados.