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Uma dieta balanceada é a solução para manter o sistema imunológico em dia

O sistema imunológico é responsável pelo reconhecimento e pelo combate de micro-organismos invasores patogênicos (bactérias e vírus), evitando, assim, o desenvolvimento de doenças e diminuindo a ocorrência de possíveis sintomas. De acordo com Barbara Costa de Oliveira, nutricionista clínica do Hospital América de Mauá, para assegurar o funcionamento adequado do nosso sistema imunológico, é de extrema importância garantir a ingestão dos nutrientes necessários, por isso nossa dieta deve ser bastante diversificada e colorida, já que as cores dos alimentos indicam qual o nutriente que possuem em maior quantidade. “Devemos levar em consideração que os macro e micronutrientes são essenciais para o bom funcionamento do organismo de uma forma geral. Se um indivíduo não se alimentar bem, poderá ter disfunção nas ações do seu sistema imunológico, o que o deixará mais susceptível ao ataque de micro-organismos patológicos (doenças)”, explica.

Macronutrientes e micronutrientes

Macronutrientes

Proteínas: presentes em carne vermelha (prefira as carnes mais magras), carne suína, aves e peixes (os de água fria, como salmão, sardinha, atum, truta etc., são ricos em ômega 3);

Carboidratos: dê prioridade aos complexos, como arroz integral, batata-doce, aveia, pães integrais, entre outros. Os alimentos integrais são ricos em fibras e auxiliam no bom funcionamento do intestino e na redução dos níveis de colesterol, além de evitar picos glicêmicos, que têm ação inflamatória no organismo;

Lipídios (óleos): existem diversos tipos de óleos disponíveis no mercado, cada um deles com um tipo de benefício para a saúde. Deve-se atentar, porém, para quando utilizá-los: em preparações quentes, como frituras e refogados, prefira banha de porco ou óleo de coco; em saladas ou preparações que não precisam ir ao fogo, use óleo de canola, azeite extravirgem e óleo de girassol.

Micronutrientes

São as vitaminas e os minerais, que desempenham um papel fundamental no bom funcionamento do sistema imunológico.

Vitamina C: presente principalmente nas frutas cítricas, como laranja, acerola, kiwi e tomate, pode ser encontrada também no brócolis, na couve e no pimentão verde e vermelho, que são ricos em antioxidante e aumentam a resistência do organismo;

Ácido fólico: auxilia na formação de glóbulos brancos, responsáveis pela defesa do organismo. Esse nutriente está presente em maior concentração em alimentos verde- escuros, como escarola, brócolis, couve, espinafre, entre outros;

Zinco: auxilia no tratamento de doenças de alta gravidade, como AIDS, artrite reumatoide e lúpus. A deficiência desse nutriente é prejudicial para a digestão e para o paladar, pois pode provocar a redução da percepção do gosto e, portanto, a diminuição do apetite. O zinco está presente em maiores quantidades em nozes, ovos, farinha de trigo integral, carnes bovinas, peixes, aves, leite e derivados, mariscos e feijão.

Licopeno: presente em alimentos com coloração avermelhada, como tomate, cenoura, goiaba, caqui, cereja etc. É um forte aliado no combate de doenças cardiovasculares, pois colabora para a remoção de radicais livres do organismo, que são compostos que contribuem para o envelhecimento celular e deixam o corpo mais propício a desenvolver doenças.

Vitamina A: presente em alimentos de coloração avermelhada e também em carnes, principalmente em vísceras, como fígado, moela e coração, é responsável por diversas funções no organismo, como manter a saúde da visão, da pele e dos cabelos, fortalecer o sistema imunológico e garantir o bom funcionamento dos órgãos reprodutivos. Por ter ação antioxidante, também é importante na prevenção do envelhecimento precoce, de doenças cardiovasculares e de câncer.

Ainda segundo a nutricionista, para manter o equilíbrio do organismo, os nutrientes devem ser ingeridos regularmente, por isso é importante ter uma rotina alimentar adequada, sempre priorizando o consumo de alimentos de acordo com os benefícios que podem trazer em cada estação do ano. “Por exemplo, no outono e inverno, as frutas cítricas, que são ricas em vitamina C, auxiliam na prevenção de resfriados. No verão, a água de coco, que é rica em eletrólitos, auxilia a manter uma hidratação de qualidade. Frutas como melão, melancia, limão e maçã são ricos em potássio, magnésio e vitamina B6, que auxiliam na diminuição da retenção de líquidos. Já os leites fermentados e o kefir são ricos em probióticos e auxiliam na manutenção do equilíbrio da microbiota intestinal, evitando a proliferação de micro-organismos”, conclui a especialista.

 


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O diabetes mellitus (DM), ou simplesmente diabetes, é a elevação dos níveis de glicemia (taxa de açúcar) na corrente sanguínea. A glicemia é considerada normal quando indica até 99 mg/dl. Ao ultrapassar esse valor, entre 100 e 125 mg/dl, o paciente é considerado pré-diabético, e acima de 126 mg/dl, o paciente é considerado diabético.

De acordo com a Sociedade Brasileira de Diabetes, existem atualmente, mais de 13 milhões de pessoas vivendo com a doença no país, o que representa 6,9% da população nacional. “Em geral, os sintomas agudos do diabetes mellitus são o aumento da sensação de sede e, portanto, da ingestão de água (polidipsia), aumento do volume urinário (poliúria), aumento das micções no período noturno (noctúria), perda acentuada de peso sem realização de dieta, turvação visual e, em alguns casos, quadro de infecção genital”, explica o Dr. Edmir Fernandes, endocrinologista e prestador de serviços no Hospital América de Mauá.

A causa do diabetes ainda é desconhecida, e a melhor forma de prevenção é adotar práticas saudáveis de vida (alimentação balanceada, atividades físicas regulares e evitar álcool, tabaco e outras drogas). Confira a seguir os tipos, os sintomas mais comuns, as possíveis complicações e os tratamentos da doença.

Tipos de diabetes mellitus: 

  • Tipo I – Caracterizada pela ausência total de produção de insulina. De origem autoimune, acomete crianças, adolescentes e adultos jovens. O tratamento sempre se dá com a aplicação de insulina;
  • Tipo II – Caracterizada pela produção inadequada e parcial de insulina, possui origem genética, mas também pode estar relacionada à obesidade, acometendo indivíduos entre a quarta e a quinta década de vida. Em geral, é tratada com hipoglicemiantes orais, e ambos os tipos podem acarretar complicações em todo o organismo, como doenças na retina, infarto agudo do miocárdio, insuficiência renal crônica, disfunção erétil, vasculopatia e outros;
  • Diabetes gestacional – Surge somente no período gestacional, tendendo a desaparecer após o nascimento do bebê. No entanto, se a paciente tiver histórico familiar de diabetes e tiver aumento grande de peso durante a gravidez, a doença pode persistir após o parto.

Complicações da doença:

  • Retinopatia diabética, que pode levar à perda da visão;
  • Fator de risco para doenças cardíacas;
  • Fator de risco para AVC;
  • Insuficiência renal, podendo acarretar perda da função dos rins e necessidade de hemodiálise;
  • Doença vascular periférica, com diminuição da circulação, sendo fator de risco para gangrenas;
  • Neuropatia diabética, em que inicialmente o paciente sente muitas dores, podendo ocorrer, posteriormente, perda total da sensibilidade ou mesmo dos movimentos.

 Erros cometidos:

  • Dieta rica em calorias e grande aumento de peso, sedentarismo e não realização de exames periódicos, principalmente indivíduos com histórico familiar da doença;

Tratamentos: 

  • Mudança de estilo de vida, com dieta adequada, perda ponderal e prática regular de atividades físicas;
  • DM tipo I: uso de dose de insulina conforme indicação médica;
  • DM tipo II: uso de hipoglicemiantes orais e, em alguns casos, conforme orientação médica, de insulina.

Prevenção: 

Aos indivíduos com histórico familiar da doença, é necessário se manter próximo ao peso ideal, fazer atividades físicas regularmente e acompanhamento com o médico endocrinologista para a realização de exames de rotina.

  • Um simples teste de glicemia pode diagnosticar o Em alguns casos, é necessário fazer a curva glicêmica.

Dr. Edmir Fernandes, endocrinologista e prestador de serviços no Hospital América de Mauá | Título de Endocrinologia pela Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM)| CRM 58712


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Nos últimos anos, houve um grande processo de evolução nos tratamentos disponíveis para pessoas com doenças reumatológicas, e novas terapias trouxeram uma outra perspectiva de vida para esses pacientes, especialmente nos casos de artropatias inflamatórias, como a artrite reumatoide, a artrite psoriásica, a artrite idiopática juvenil e a espondilite aquilosante.

Com o desenvolvimento de terapias-alvo e o aperfeiçoamento de medicamentos imunobiológicos, as doenças reumatológicas tiveram uma grande melhora em termos de prognóstico a longo prazo. Nesse sentido, inúmeros centros de infusão de medicações surgiram não só no Brasil, mas no mundo todo. Os centros de infusão são unidades destinadas ao atendimento de pacientes que necessitam de tratamento por meio de medicações intravenosas ou subcutâneas, comuns a várias doenças da reumatologia e de outras especialidades médicas.

De acordo com o Dr. Carlos Bragaia, reumatologista e prestador de serviços no Hospital América, a instituição disponibiliza serviço completo de terapia infusional, além de contar com uma equipe especializada nos tratamentos das principais doenças reumatológicas. “O Hospital América atualmente possui todos os tratamentos disponíveis no mercado, entre eles as medicações de uso infusional subcutâneo e intravenoso”, explica.

O especialista ainda destaca que a instituição dispõe de todos recursos necessários para acompanhamento, diagnóstico e seguimento de pacientes reumáticos. “Contamos com serviço de infusão intra-hospitalar, avaliação pré-infusional, sala de infusão e equipe de enfermagem especializada. O nosso centro de infusões também utiliza toda a infraestrutura de apoio do hospital, o que torna o serviço autossuficiente. Somos o único hospital na região de Mauá que dispõe de um serviço completo e independente na área da reumatologia”, comenta.

O serviço de terapia infusional teve início há três anos e está em constante aperfeiçoamento, buscando sempre as melhores técnicas e terapias para oferecer mais qualidade de vida a cada paciente.

Dr. Carlos Alexandre Bragaia, reumatologista e prestador de serviços no Hospital América. Especialista na área pela Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR).



Dra. Renata Bastos Alves, coordenadora da equipe de oftalmologia do Hospital América, participou da live “América Responde”, desta sexta-feira (25). Na live, ela respondeu questões sobre diversos temas da especialidade, como:

– Conjuntivite alérgica;
– Catarata;
– Riscos de coçar os olhos;
– Grau de óculos.

Assista e confira!

América Responde com a Dra. Renata Bastos, oftalmologista. Envie sua pergunta. Agende sua consulta pelo WhatsApp: http://bit.ly/2pPFxok

Publicado por Hospital América de Mauá em Sexta-feira, 25 de outubro de 2019


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As doenças cardiovasculares estão entre as principais causas de morte no mundo, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), mas muitas delas poderiam ser evitadas com a avaliação de um médico cardiologista, exames preventivos e orientações para uma vida mais saudável.

Com o objetivo de prevenir e diagnosticar doenças cardíacas, o Hospital América lança mais um pacote de consulta e exames, o Na Sua Medida – Check-up Cardiológico, que inclui consulta, retorno com o especialista e exames com preços acessíveis. Para atender as necessidades específicas de cada faixa etária, o programa é divido em dois pacotes:  pacientes com até 40 anos e pacientes acima de 40 anos.

Todos os exames são realizados no próprio Hospital América, o que, além de proporcionar mais comodidade ao paciente, evita custos com deslocamentos, reduz o tempo de coleta e agiliza a liberação dos resultados.

O agendamento é realizado através da nossa Central de Atendimento, pelo telefone: (11) 4544-2085, pelo nosso site ou pessoalmente na recepção do Hospital América. O valor do pacote pode ser parcelado em até 5 vezes sem juros nos cartões de crédito (Visa, Mastercard, Hipercard, American Express e Elo).

Confira o que está incluso em cada pacote do programa:

Pacientes com até 40 anos 

  • Eletrocardiograma
  • Raio X de tórax PA
  • Ecocardiograma
  • Hemograma completo
  • Creatinina
  • Potássio
  • Colesterol total e frações
  • Triglicérides
  • Glicemia de Jejum
  • Hemoglobina glicada
  • Teste ergométrico

Pacientes acima de 40 anos

  • Eletrocardiograma
  • Raio X de tórax PA
  • Ecocardiograma
  • Hemograma completo
  • Creatinina
  • Potássio
  • Colesterol total e frações
  • Triglicérides
  • Glicemia de Jejum
  • Hemoglobina glicada
  • Teste ergométrico
  • USG de carótidas

 Faça seus exames regularmente e sempre consulte um cardiologista.

 

 


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Segundo a Organização Mundial de Saúde, mais de 1 milhão de pessoas entre 15 e 49 anos contraem Infecções Sexualmente Transmissíveis curáveis todos os dias. De acordo com dados divulgados pela organização, isso equivale a mais de 376 milhões de novos casos anuais de doenças como clamídia, gonorreia e sífilis. É o que explica o Dr. Claudio Roberto Gonsalez, infectologista e prestador de serviços no Hospital América: “As Infecções Sexualmente Transmissíveis, as ISTs, são distribuídas em três grandes grupos de sintomas: corrimento, úlcera e verrugas. Diversas doenças podem ser enquadradas em cada grupo, causando diferentes sintomas, mas essas três condições são o que elas têm em comum, permitindo dividi-las em grupos. Por exemplo, no corrimento, temos a gonorreia e a clamídia; na úlcera, cancro mole (causado por Haemophilus ducreyi), cancro duro e sífilis; e nas doenças verrugosas, HPV e molusco contagioso. Existem outros tipos de infecções, mas essas são as mais conhecidas. Os sintomas são característicos de cada doença: na gonorreia, por exemplo, o principal sintoma é o corrimento, com dor para urinar, febre e desconforto genital, tanto no homem quanto na mulher. No caso das úlceras, temos duas situações: úlceras indolores, como no caso da sífilis, ou extremamente dolorosas, como as causadas por Haemophilus ducreyi. Já nas lesões verrucosas, o sintoma principal é o surgimento de lesões vegetantes (verrugas), que podem aparecer não só na região genital, mas também na anal, perianal e no corpo do paciente; no HPV, o principal sintoma são as lesões em corda vocal. Para diagnosticar cada uma das doenças, existem exames específicos, como exames de sangue (sorológicos), pesquisa direta (secreções), no caso das úlceras, e biópsia, no caso de lesões verrucosas, para identificar o vírus causador e qual o seu subtipo, de modo a correlacioná-lo ou não com a possibilidade de câncer. Os tratamentos e medicamentos prescritos são específicos para cada doença. Existem medicações que podem tratar mais de uma infecção, mas é importante ter recebido orientação médica previamente. Procure sempre um especialista quando houver suspeita de alguma doença, como em casos de exposição sexual ou contato com sangue de terceiros, por exemplo. Só após avaliar o risco do paciente, o médico irá direcioná-lo para uma investigação mais precisa. Se o paciente perceber a doença quando já estiver com os sintomas, também é preciso buscar ajuda médica, consultando um infectologista, dermatologista, ginecologista, urologista ou outro especialista, para identificar qual a causa da infecção e receber o tratamento adequado.”

Dr. Claudio Roberto Gonsalez, infectologista e prestador de serviços do Hospital América de Mauá | CRM 57166


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A primavera chegou, trazendo tempo seco e aumento da concentração de poluentes e pólen no ar. Por isso, nesta época do ano, são necessários cuidados específicos com a saúde. Confira a seguir dicas e informações relacionadas à estação. 

  • Clima seco e contato com o pólen das flores são fatores predisponentes de doenças que acometem as vias aéreas, como rinite, sinusite, asma brônquica e pneumonias.
  • Mudanças bruscas de temperatura e na umidade do ar contribuem para o surgimento de patologias como faringite, laringite, asma, pneumonia, amidalite e otite.
  • Pacientes com doenças crônicas podem precisar de acompanhamento ambulatorial. É recomendado evitar aglomerações e manter as vacinas em dia, principalmente crianças e idosos. Fique atento a qualquer sinal de acometimento das vias aéreas.
  • Tenha uma alimentação equilibrada (carnes, frutas e legumes) e mantenha-se bem hidratado.
  • Use roupas leves, chapéus, bonés e protetor solar diariamente (independentemente de exposição direta ou indireta aos raios solares).
  • Evite exposição à luz solar das 10h às 15h (luz ultravioleta). Nos dias secos, use umidificador de ar nos ambientes. E não se esqueça da manutenção do filtro do ar-condicionado (fonte de bactérias).

Dr. Reginaldo Amaral Batista, pneumologista e prestador de serviços no Hospital América de Mauá | CRM 43636


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Cardiologista do Hospital América de Mauá alerta sobre os efeitos da mistura

É cada vez mais comum entre os jovens o consumo de bebidas alcoólicas misturadas com energéticos. À primeira vista, essa combinação pode parecer benéfica, já que o energético, além de disfarçar o sabor das bebidas destiladas, dá mais energia. No entanto, não é bem isso o que acontece, por isso recomenda-se atenção para os efeitos dessa mistura.

As bebidas energéticas têm como função aumentar o estado de alerta do corpo e da mente e, apesar de sua composição variar de acordo com as diversas marcas disponíveis no mercado, são constituídos basicamente por taurina, cafeína e glucoronolactona.  “A taurina é um aminoácido naturalmente presente no cérebro, nos músculos e no coração. Sua função é elevar a força de contração do músculo cardíaco e acelerar a ação da insulina, aumentando o metabolismo da glicose (açúcar) e o anabolismo. Já a cafeína é classificada como xantina, também presente em tecidos do corpo humano, e atua principalmente sobre o sistema nervoso central e cardiovascular, melhorando a memória, o raciocínio, a força de contração do músculo cardíaco e provocando dilatação dos vasos periféricos. A glucoronolactona, por sua vez, é uma substância sintetizada em nosso corpo a partir da glicose e auxilia nos processos de eliminação de toxinas endógenas e exógenas. Na atividade física, ela age como um desintoxicante, diminuindo a fadiga e melhorando a performance. Como a glucoronolactona é um tipo de carboidrato biossintetizado a partir da glicose, pode ser encontrado também no vinho tinto, em cereais, na maçã e na pera, sendo essencial para a desintoxicação e o metabolismo no fígado de uma ampla variedade de xenobióticos e medicamentos, posteriormente excretados (liberados) na urina”, explica Dr. Eduardo Moreira dos Santos, cardiologista clínico e intervencionista e prestador de serviços no Hospital América de Mauá.

Nos rótulos de bebidas energéticas, é explícita a recomendação de não ingeri-las com nenhum tipo de bebida alcoólica, mas frequentemente são consumidas com vodca e whisky. “Essa mistura é dose-dependente, isto é, a dose ingerida está diretamente relacionada com seus efeitos, que também são influenciados pela tolerância de cada indivíduo. No geral, o consumo acima de 500 mL de energético em um curto espaço de tempo o torna prejudicial. Principalmente quando associado ao álcool, o consumo excessivo de bebida energética pode causar palpitações, arritmias e até mesmo óbito em portadores de doença cardíaca, dependendo da dose consumida, do intervalo de tempo em que as substâncias foram ingeridas e da sensibilidade de cada indivíduo. A depender da dose de energético e álcool consumidos, pessoas saudáveis também podem apresentar problemas cardíacos, com a ocorrência dos mesmos sintomas. Já em relação ao cérebro, o consumo de baixas doses de energético pode aumentar o estado de alerta, mas  a ingestão exagerada e associada ao álcool acelera a morte de neurônios e altera a percepção do estado de embriaguez, o que coloca quem ingere sob maior risco de sofrer acidentes, uma vez que provoca uma falsa impressão de que a capacidade motora está preservada”, ressalta o cardiologista.

Para analisar os efeitos do consumo excessivo de energéticos com bebidas alcoólicas, pesquisadores da Universidade Purdue, em Indiana, nos EUA, fizeram testes com o cérebro de ratos e observaram alterações químicas semelhantes às causadas pela cocaína. Outro estudo, realizado pela Universidade de Victoria, no Canadá, aponta que essa combinação aumenta a possibilidade de envolvimento em acidentes e brigas, já que a cafeína faz com que as pessoas se sintam mais despertas e propensas a beber mais.

Dr. Eduardo Moreira dos Santos, cardiologista clínico/intervencionista e prestador de serviços no Hospital América de Mauá.


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Mastologista do Hospital América de Mauá alerta a população sobre a importância da prevenção e do diagnóstico do câncer de mama

De acordo com o Instituto Nacional do Câncer (INCA), o câncer de mama é a neoplasia de maior incidência entre as mulheres no mundo todo. No Brasil, estimam-se 59.700 novos casos para 2019, isto é, 56,33 casos a cada 100 mil mulheres. O câncer de mama é um tumor maligno causado pela multiplicação anormal das células da mama. “Há vários tipos de câncer de mama, mas 90% deles ocorrem nos ductos ou nos lóbulos. Quando está em fase inicial, o tumor é chamado “in situ”, mas quando a doença rompe o ducto ou o lóbulo, o tumor passa a ser denominado “invasivo”. O carcinoma ductal invasivo é o tipo mais comum, seguido pelo carcinoma lobular invasivo, sendo que 30% dos casos são bilaterais. Outros tipos menos frequentes são o carcinoma ductal in situ, carcinoma medular, carcinoma mucinoso, carcinoma tubular, entre outros”, explica a Dra. Thais Santarossa, mastologista e prestadora de serviços no Hospital América de Mauá.

O câncer de mama é dividido em quatro estadios ou estágios, conforme o grau de desenvolvimento da doença. “O estadiamento do câncer de mama é baseado no tamanho do tumor, na quantidade de linfonodos axilares comprometidos e na presença de metástases à distância. Atualmente, foram também somados ao estadiamento achados clínicos e imunohistoquímicos. Entre os principais sintomas da doença estão mudanças nas características da mama, como nódulos mamários, alterações na pele da mama (vermelhidão, retração, aspecto casca de laranja), alterações no mamilo, saída de secreção do mamilo, geralmente transparente como “água de rocha” ou sanguinolenta, e nódulos na região da axila. Não é comum sentir dor em casos de câncer”, explica a mastologista.

Todas as mulheres devem fazer acompanhamento anual com o ginecologista e, a partir dos 40 anos, todas devem também fazer o exame de mamografia anualmente. “A mamografia é o principal exame para detectar o câncer de mama. Os demais exames são complementares e indicados de acordo com cada caso, como a ultrassonografia e a ressonância magnética das mamas”, pontua a doutora. O câncer de mama não possui causa única, de modo que diversos fatores estão relacionados ao aumento do risco de desenvolver a doença. “O risco aumenta principalmente com o avançar da idade. A maioria dos cânceres de mama são diagnosticados em mulheres acima de 55 anos. Apenas 5% a 10% dos casos são hereditários, ou seja, causados por defeitos genéticos herdados”, destaca a médica. Por meio de exame clínico anual com o ginecologista e/ou mastologista, é possível, juntamente com a mamografia, fazer o diagnóstico precoce do câncer de mama e indicar o melhor tratamento para cada caso. “O tratamento adequado depende do estadio da doença, mas basicamente consiste em cirurgia, quimioterapia e hormonioterapia. O câncer de mama tem cura, principalmente se diagnosticado em estadio inicial. Por isso é muito importante que as mulheres realizem exames de rotina anualmente”, finaliza.

Em caso de dúvidas, consulte sempre seu médico.

Dra. Thais Santarossa, mastologista e prestadora de serviços no Hospital América de Mauá | CRM 125166


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Atualmente, têm sido veiculadas na imprensa diversas reportagens sobre pessoas que inalaram monóxido de carbono e foram a óbito. Segundo o Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde (DATASUS), São Paulo contabiliza, desde 2000, 122 mortes do tipo, sendo o estado que mais registrou mortes por inalação de gás nesse período.  O monóxido de carbono é produzido quando combustíveis, como gás, madeira e carvão, são queimados, podendo também se acumular quando aquecedores e aparelhos de cozimento a gás falham ou não apresentam ventilação adequada. Trata-se de um gás inodoro e incolor, por isso pode ser inalado sem que a pessoa perceba. Entre os sintomas associados ao envenenamento, estão dores de cabeça, tontura, fraqueza, dores abdominais, vômito, dor no peito e confusão mental.

De acordo com a Dra. Maria Bernadette Zambotto, médica e prestadora de serviços no Hospital América de Mauá, a intoxicação por monóxido de carbono pode levar à morte em minutos. “O monóxido de carbono (CO) é um gás formado por um átomo de carbono e um átomo de oxigênio. É incolor, sem cheiro, sem sabor e inflamável. Sua emissão pode ocorrer por fontes naturais ou antrópicas (causadas pelo homem), sendo 60% de toda a massa emitida decorrente da ação humana. Entre as fontes naturais de emissão, estão atividade vulcânica, descargas elétricas e combustão de gás natural.  Entre as fontes antrópicas, que são também as mais poluentes, destaca-se a combustão de madeira, como no caso de queimadas, e de derivados de petróleo, utilizados nos combustíveis de veículos. Um dado aterrorizante sobre o monóxido de carbono foi sua utilização nas câmaras de gás nos campos de concentração nazistas durante a Segunda Guerra Mundial. Isso se deu justamente devido à sua letalidade, já que ao ser inalado o monóxido de carbono se liga à hemoglobina, ocupando o lugar do oxigênio (O2). A afinidade da hemoglobina é 240 vezes maior com o CO do que com o O2, então a menor oferta de O2 acaba rapidamente levando à morte por asfixia. Além disso, a exposição frequente a baixas concentrações de CO também pode acarretar diversos distúrbios na saúde, tais como insônia, dor de cabeça, náuseas, vômito, distúrbios visuais, alterações auditivas, doenças respiratórias, perda de apetite e problemas cardíacos. No Brasil, por meio de órgãos como a Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (CETESB), a concentração de CO na atmosfera é constantemente medida. A partir de 9 ppm (partículas por milhão), a qualidade do ar já é considerada preocupante. Acima de 15 ppm, a qualidade do ar é considerada crítica”, explica a doutora.

 



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