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Hospital América lança programa de telemedicina

Com atendimentos via plataforma on-line, instituição é o primeiro hospital na cidade de Mauá que oferecerá acesso remoto aos pacientes

Em plena pandemia do novo coronavírus (Covid-19), o atendimento via telemedicina se tornou uma ferramenta essencial em hospitais e centros de saúde. Com o teleatendimento, o paciente tem a possibilidade de conversar com especialistas, tirar dúvidas e conseguir, quando necessário, prescrições de medicamentos e atestados sem sair de sua casa.

Tendo em vista esse cenário, o Hospital América também oferecerá esse serviço aos seus pacientes, sendo o primeiro hospital na cidade de Mauá a aderir à modalidade. Para o Dr. Manuel Borges Carneiro Neto, clínico geral e prestador de serviços da instituição, essa tecnologia veio para agregar muito: “Só de o Hospital América pensar em adotar uma metodologia diferente de atendimento é um indicativo de que pensam em pessoas, pensam nos pacientes. E nesse momento em que vivemos um quadro de pandemia, a gente conseguir expandir o acesso ao atendimento médico, ou até de múltiplas especialidades ao paciente, sem ele ter que se deslocar, mostra a importância dessa tecnologia, dessa inovação, e a preocupação do hospital com quem confia em seus serviços. O teleatendimento está facilitando a relação do médico com o paciente, reduzindo o tempo de contato em questão de prazo de retorno e na análise de exames”, pontua.

O agendamento da teleconsulta no Hospital América pode ser realizado pelo site, por telefone ou via WhatsApp. Assim, o paciente poderá agendar sua consulta com um médico clínico geral para atendimentos eletivos e/ou urgências de baixa complexidade. “Acredito que com essa modalidade teremos uma melhor gestão da saúde do paciente, das suas doenças, garantindo que ele fique melhor por mais tempo. Além disso, também é um meio de acelerar a resolução de dúvidas quando se está em casa com uma pessoa doente, com alguma enfermidade, ou existe uma dor muito importante. Dessa forma, é possível que o paciente obtenha direcionamento para que se dirija ao local certo, reduzindo tempo de espera ao fazermos o encaminhamento ao nosso Pronto Atendimento, onde conseguimos atendê-lo mais rápido, com mais assertividade no diagnóstico e no tratamento. Sabemos que tempo é vida, e cada vida conta”, ressalta o especialista.

Ao acessar o serviço, o paciente receberá um SMS e um e-mail com o link para ser atendido, precisando apenas estar conectado a uma rede sem fio ou 4G. A plataforma não consome créditos da operadora do beneficiário. No final da consulta, o paciente receberá por SMS sua receita e/ou atestado médico, quando necessário, de modo a poder apresentá-los em seu trabalho e em farmácias cadastradas. A consulta de retorno será realizada somente quando houver indicação médica, conforme a necessidade do paciente, podendo ocorrer presencialmente ou por teleconsulta em até 15 dias após o primeiro atendimento.

Nesse momento, o Hospital América está realizando apenas consultas particulares. Verifique com sua operadora de saúde se é possível obter reembolso. Lembramos que os atendimentos presenciais continuam ocorrendo na instituição.

Dr. Manuel Borges Carneiro Neto, clínico geral e prestador de serviços do Hospital América de Mauá.


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A campanha Março Azul-Marinho foi criada com a intenção de conscientizar a população sobre a importância da prevenção do câncer colorretal. “O câncer de cólon é o segundo mais frequente em mulheres e o terceiro entre os homens. Existe uma discreta predominância no sexo feminino, porém não estatisticamente significante”, comenta a Dra. Maria Bernadette Zambotto, coloproctologista, prestadora de serviços no Hospital América de Mauá.



hanseniase janeiro roxo dermatologista

Dermatologista do Hospital América de Mauá alerta a população sobre os sintomas e riscos da Hanseníase

A Hanseníase, também conhecida como Mal de Hansen e historicamente como lepra, é uma doença infecciosa crônica causada por um microrganismo (bactéria) chamado Mycobacterium leprae. Ela é transmitida de pessoa para pessoa, principalmente no convívio com doentes sem tratamento.  “A bactéria é transmitida pelas vias respiratórias (pelo ar), não por objetos utilizados por pessoas infectadas. Estima-se que a maioria da população possua defesa natural (imunidade) contra o M. leprae, portanto a maior parte das pessoas que entra em contato com a bactéria não desenvolve a doença. Sabe-se também que a susceptibilidade ao M. leprae possui influência genética. Assim, familiares de pessoas com hanseníase possuem maior chance de também desenvolvê-la. A doença acomete principalmente os nervos superficiais da pele e os troncos dos nervos periféricos, localizados na face, no pescoço, nos braços e nas pernas, mas também pode afetar os olhos e órgãos internos (mucosas, testículos, ossos, baço, fígado etc.). Se não tratada logo no início, a doença quase sempre evolui, tornando-se transmissível e podendo atingir pessoas de qualquer sexo ou idade, incluindo crianças e idosos. Essa evolução ocorre, em geral, de forma lenta e progressiva, podendo levar a incapacitações físicas”, explica Dra. Thaiz Santos Ochôa, dermatologista e prestadora de serviços no Hospital América de Mauá.

A hanseníase se apresenta de diversas formas na pele, assemelhando-se, em muitos casos, a  doenças dermatológicas comuns, o que pode dificultar seu diagnóstico e atrasar o início do tratamento. Essa doença ainda configura um grave problema de saúde pública em muitos países, inclusive no Brasil. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), o Brasil e a Índia são os dois países mais endêmicos do mundo. Em 2009, os brasileiros representavam 15,4% (37.610 casos) dos portadores mundiais dessa doença, enquanto na Índia o índice era de 54,7% (133.717 casos), o que torna a hanseníase uma doença de notificação obrigatória. “A OMS registra por ano aproximadamente 250 mil casos novos de hanseníase no mundo, o que demonstra a persistência da transmissão dessa infecção nas últimas três décadas. Isso quer dizer que, mesmo com tratamento já estabelecido e fornecido gratuitamente pelos órgãos públicos, a hanseníase não foi erradicada. No Brasil, em 2012, as regiões Norte e Centro-oeste foram as que apresentaram os maiores índices de notificações de novos casos de hanseníase”, aponta Dra. Thaiz.

No dia 26 de janeiro, comemora-se o Dia Nacional de Combate e Prevenção da Hanseníase (Janeiro Roxo). A data, celebrada sempre no último domingo do mês, reforça o compromisso de controlar a hanseníase e oferecer o diagnóstico e o tratamento corretos da doença, bem como difundir informações e acabar com o preconceito.  Durante todo o mês, a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), com intermédio do Departamento de Hanseníase e da Sociedade Brasileira de Hansenologia (SBH), promove campanhas e ações educativas para a população.

Segundo a Dra. Ochôa, os principais sinais e sintomas da hanseníase são “manchas ou áreas da pele esbranquiçadas, acastanhadas ou avermelhadas, com alterações de sensibilidade ao calor e/ou ao tato, podendo ou não ser dolorosas; formigamentos, choques e câimbras nos braços e nas pernas, que evoluem para dormência – a pessoa se queima ou se machuca sem perceber; aparecimento de pápulas e nódulos (caroços), normalmente sem sintomas; diminuição ou queda de pelos no corpo ou no local da lesão, podendo acometer os pelos das sobrancelhas (madarose); pele infiltrada (avermelhada), com diminuição ou ausência de suor no local; diminuição e/ou perda de sensibilidade nas áreas dos nervos afetados, principalmente nos olhos, nas mãos e nos pés; entupimento, feridas e ressecamento do nariz; ressecamento e sensação de areia nos olhos.

 No estágio inicial da doença, a lesão de pele pode ser única, mais clara do que a pele ao redor (formando uma mancha), não apresentar elevação (sem alteração de relevo), com bordas mal delimitadas e seca (“não pega poeira”, já que não ocorre sudorese na área afetada). Também há perda da sensibilidade (hipoestesia ou anestesia) térmica e/ou dolorosa, mas a tátil (capacidade de sentir o toque) geralmente permanece preservada. “Para direcionar o tratamento da doença, o paciente, no momento do diagnóstico, é colocado numa tabela de classificação que possui dois polos: de um lado, os pacientes com maior imunidade e que, na maioria das vezes, possuem menos lesões; no lado oposto, pacientes com baixa imunidade à bactéria e que possuem mais lesões. O diagnóstico da hanseníase deve ser baseado, essencialmente, no quadro clínico do paciente. Quando disponíveis, com resultados de qualidade e confiáveis, exames subsidiários (baciloscopia e biópsia de pele) podem ser feitos. O teste de sensibilidade também pode ser realizado pelo médico”, ressalta a especialista.

O tratamento da hanseníase se dá por meio de medicação e por poliquimioterapia, que, dependendo do estágio da doença no momento do diagnóstico, pode ter duração de 6 meses a 1 ano. O tratamento é supervisionado por agentes de saúde e possui doses controladas, de acordo com a regulamentação do Ministério da Saúde. “É imprescindível avaliar a integridade da função neural no momento do diagnóstico, na ocorrência de estados reacionais (durante o tratamento) e na alta por cura (término da medicação). O grau de incapacidade física é uma medida que indica existência de perda da sensibilidade protetora e/ou deformidade visível em consequência de lesão no nervo. A prevenção de incapacidades na hanseníase inclui um conjunto de medidas que visam evitar a ocorrência de danos físicos, emocionais e socioeconômicos, e a principal forma de preveni-los é o diagnóstico precoce. O objetivo geral da prevenção é proporcionar ao paciente, durante o tratamento e após a alta, a manutenção ou melhora de sua condição física, socioeconômica e emocional. Considerada a doença mais antiga da humanidade, a hanseníase tem cura, mas ainda é um grave problema de saúde pública”, finaliza.

Dra. Thaiz Santos Ochôa | Dermatologista | CRM 121.336 | Prestadora de Serviços no Hospital América de Mauá | Membro titular da Sociedade Brasileira de Dermatologia






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