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O diabetes mellitus (DM), ou simplesmente diabetes, é a elevação dos níveis de glicemia (taxa de açúcar) na corrente sanguínea. A glicemia é considerada normal quando indica até 99 mg/dl. Ao ultrapassar esse valor, entre 100 e 125 mg/dl, o paciente é considerado pré-diabético, e acima de 126 mg/dl, o paciente é considerado diabético.

De acordo com a Sociedade Brasileira de Diabetes, existem atualmente, mais de 13 milhões de pessoas vivendo com a doença no país, o que representa 6,9% da população nacional. “Em geral, os sintomas agudos do diabetes mellitus são o aumento da sensação de sede e, portanto, da ingestão de água (polidipsia), aumento do volume urinário (poliúria), aumento das micções no período noturno (noctúria), perda acentuada de peso sem realização de dieta, turvação visual e, em alguns casos, quadro de infecção genital”, explica o Dr. Edmir Fernandes, endocrinologista e prestador de serviços no Hospital América de Mauá.

A causa do diabetes ainda é desconhecida, e a melhor forma de prevenção é adotar práticas saudáveis de vida (alimentação balanceada, atividades físicas regulares e evitar álcool, tabaco e outras drogas). Confira a seguir os tipos, os sintomas mais comuns, as possíveis complicações e os tratamentos da doença.

Tipos de diabetes mellitus: 

  • Tipo I – Caracterizada pela ausência total de produção de insulina. De origem autoimune, acomete crianças, adolescentes e adultos jovens. O tratamento sempre se dá com a aplicação de insulina;
  • Tipo II – Caracterizada pela produção inadequada e parcial de insulina, possui origem genética, mas também pode estar relacionada à obesidade, acometendo indivíduos entre a quarta e a quinta década de vida. Em geral, é tratada com hipoglicemiantes orais, e ambos os tipos podem acarretar complicações em todo o organismo, como doenças na retina, infarto agudo do miocárdio, insuficiência renal crônica, disfunção erétil, vasculopatia e outros;
  • Diabetes gestacional – Surge somente no período gestacional, tendendo a desaparecer após o nascimento do bebê. No entanto, se a paciente tiver histórico familiar de diabetes e tiver aumento grande de peso durante a gravidez, a doença pode persistir após o parto.

Complicações da doença:

  • Retinopatia diabética, que pode levar à perda da visão;
  • Fator de risco para doenças cardíacas;
  • Fator de risco para AVC;
  • Insuficiência renal, podendo acarretar perda da função dos rins e necessidade de hemodiálise;
  • Doença vascular periférica, com diminuição da circulação, sendo fator de risco para gangrenas;
  • Neuropatia diabética, em que inicialmente o paciente sente muitas dores, podendo ocorrer, posteriormente, perda total da sensibilidade ou mesmo dos movimentos.

 Erros cometidos:

  • Dieta rica em calorias e grande aumento de peso, sedentarismo e não realização de exames periódicos, principalmente indivíduos com histórico familiar da doença;

Tratamentos: 

  • Mudança de estilo de vida, com dieta adequada, perda ponderal e prática regular de atividades físicas;
  • DM tipo I: uso de dose de insulina conforme indicação médica;
  • DM tipo II: uso de hipoglicemiantes orais e, em alguns casos, conforme orientação médica, de insulina.

Prevenção: 

Aos indivíduos com histórico familiar da doença, é necessário se manter próximo ao peso ideal, fazer atividades físicas regularmente e acompanhamento com o médico endocrinologista para a realização de exames de rotina.

  • Um simples teste de glicemia pode diagnosticar o Em alguns casos, é necessário fazer a curva glicêmica.

Dr. Edmir Fernandes, endocrinologista e prestador de serviços no Hospital América de Mauá | Título de Endocrinologia pela Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM)| CRM 58712


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O slime está em alta entre as crianças e até mesmo entre os adolescentes, mas, apesar de aparentar ser inofensivo, trata-se de uma mistura de compostos químicos, como o borato de sódio, mais conhecido como bórax. Por toda a química envolvida, é necessário que sejam tomadas algumas medidas de segurança para que crianças e adolescentes possam brincar sem comprometer a saúde. “O bórax, utilizado como ativador do slime, pode ser encontrado no nosso dia a dia, como em fertilizantes, produtos de limpeza e até mesmo em medicamentos, mas em concentrações e manipulações adequadas para não gerar nenhum efeito adverso. O maior risco para as crianças, em termos de intoxicação, está relacionado ao tempo de manipulação e à ingestão dessa substância, bem como à inalação ou não durante sua manipulação”, explica a Dra. Nathalie Moschetta Monteiro Gil, pediatra e neurologista infantil, prestadora de serviços no Hospital América de Mauá.

“Os sintomas da intoxicação pelo slime ou pelo bórax incluem náuseas, vômitos, cólicas abdominais e diarreia, assim como o descrito pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), nossa agência regulamentadora. A criança pode apresentar ainda aspecto azul-arroxeado ou acinzentado na pele e nas mucosas, caracterizando a cianose, um sintoma decorrente de uma intoxicação mais grave. Nesse caso, pode haver ainda queda de pressão, perda de consciência e até mesmo choque cardiovascular. O potencial da toxidade do bórax aumenta conforme são adicionados outros produtos químicos para colorir e texturizar as gelecas, como eram chamadas antigamente”, ressalta a pediatra.

Para as crianças, a parte mais divertida da brincadeira com o slime é sua fabricação. Por isso, por mais seguro que seja comprar um produto químico regulamentado pela Anvisa, o que deve obviamente ser algo prioritário, a produção também deve ser feita de uma maneira segura para as crianças, garantindo que sempre estejam acompanhadas por um adulto, tenham cuidados na manipulação e na mistura dos ingredientes e estejam com equipamento de proteção individual, como luvas. “É importante também que após a manipulação as mãos sejam muito bem lavadas, bem como os braços, e, claro, o tempo de exposição à substância não pode passar de 30 minutos a 1 hora por dia, tanto na fabricação quanto na brincadeira”, comenta a especialista.

No nosso país, a Anvisa contraindica o uso do borato de sódio e fornece orientações em caso de intoxicação: não provocar vômito na criança, não oferecer água, leite ou qualquer outro líquido e procurar assistência médica de imediato.

Alguns jornais internacionais, como The Guardian, além de outros veículos de informação, recentemente fizeram reportagens sobre o slime, relatando a ocorrência de queimaduras de segundo e até terceiro grau principalmente nas mãos, devido ao tempo prolongado de exposição à brincadeira – em alguns casos todos os dias e durante vários meses. “É fundamental que os pais se atentem para a questão dos efeitos a curto e longo prazo, desde queimaduras a intoxicações gastrointestinais. O mais importante seria substituir o ativador do slime, o borato de sódio, que é o principal componente tóxico da mistura química, por outras alternativas, como a gelatina, o amido e o marshmallow, que, por mais que não proporcione a mesma textura, é um slime seguro para todas as crianças”, conclui a médica.

Dra. Nathalie Moschetta Monteiro Gil, pediatra e neurologista infantil, prestadora de serviços no Hospital América de Mauá | CRM 163047

 


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Cirurgiã pediátrica do Hospital América de Mauá explica como identificar a doença 

A apendicite aguda é a inflamação do apêndice cecal, que é uma porção do intestino grosso semelhante a uma bolsa, localizado na parte final do cólon. Trata-se de uma doença muito comum, podendo acometer qualquer faixa etária, mas apresenta maior incidência na infância e na adolescência.

De acordo com a Dra. Simone Postal Pires, cirurgiã pediátrica e prestadora de serviços no Hospital América de Mauá, o principal sintoma da apendicite é dor abdominal, cuja intensidade pode variar de acordo com a idade do paciente e da posição do apêndice inflamado. “Pode começar com uma dor que não é muito forte, mas que tem uma piora progressiva. Essa dor pode acometer inicialmente todo o abdômen ou a região próxima ao umbigo. Depois, ela pode afetar a região inferior do lado direito do abdômen. Outros sintomas associados à dor são febre baixa, náusea, vômito e redução do apetite”, explica.

O diagnóstico pode ser feito com base no histórico do paciente e por meio de exames físicos, mas às vezes pode haver necessidade de realizar exames complementares, como exames de sangue, radiografia, ultrassonografia e tomografia, todos disponíveis no Hospital América.

O tratamento da apendicite aguda é sempre cirúrgico e com prescrição de antibiótico. Quanto mais precoces forem o diagnóstico e o tratamento, melhor a evolução da doença. “Apesar de muito comum, às vezes a apendicite aguda não é diagnosticada corretamente. Sem o tratamento adequado, pode levar à quadros de infecções graves e generalizadas e, eventualmente, até à morte do paciente”, ressalta a especialista.

Não há formas de prevenir a apendicite, pois o processo de inflamação não apresenta causas específicas. Por isso, é importante estar atento aos sintomas.

 


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Cirurgiã pediátrica do Hospital América de Mauá esclarece quando é necessário procurar ajuda médica

A fimose é a dificuldade ou a incapacidade de expor a glande do pênis, ou seja, de abaixar a pele que o recobre, chamada de prepúcio. Nos primeiros meses de vida, existe uma aderência natural do prepúcio à glande, mas essa aderência costuma desaparecer até os 5 anos na maioria dos meninos. “É importante dizer que a fimose não é só a impossibilidade de abaixar a pele do pênis, mas também a ocorrência de uma certa resistência, uma certa dificuldade quando se consegue abaixar. Isso também pode caracterizar fimose e requerer tratamento. Por isso é importante consultar um especialista, que no caso da criança é o cirurgião pediátrico, para verificar se há indicação cirúrgica”, explica a Dra. Simone Postal Pires, cirurgiã pediátrica e prestadora de serviços no Hospital América de Mauá.

As complicações decorrentes de fimose não corrigida vão desde inflamações ou infecções leves no pênis, chamadas de balanopostites, até infecções urinárias de repetição. Na vida adulta, a fimose pode acarretar dificuldades na relação sexual e, em casos extremos, levar o paciente a desenvolver câncer peniano.

De acordo com a especialista, a idade adequada para o tratamento cirúrgico depende de cada médico. “No Hospital América, nós indicamos a cirurgia a partir de um ano de vida, exceto quando há infecção urinária de repetição a indicação de cirurgia se dá mais cedo. Para ter certeza se a criança tem ou não indicação de tratamento cirúrgico, evitando que os pais gastem dinheiro com pomadas que não vão ser efetivas, procure sempre um cirurgião pediátrico”, ressalta.

Não é possível prevenir a fimose, pois a formação prepucial ocorre durante o desenvolvimento fetal. É importante saber que a aderência prepucial à glande ocorre na maioria dos meninos recém-nascidos, mas o rompimento dessa aderência costuma ocorrer natural e progressivamente. Em quem tem fimose, isso não acontece, por isso a necessidade, em alguns casos, de tratamento cirúrgico.

 


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Pediatra do Hospital América de Mauá alerta sobre a obesidade infantil

Em setembro, a Sociedade de Pediatria de São Paulo (SPSP) promove a campanha “Setembro Laranja: combate à obesidade infantil”, uma ação que visa incentivar hábitos e práticas alimentares saudáveis nas escolas e nas casas das famílias, bem como  estimular atividades físicas entre a população infanto-juvenil. A campanha se deve ao aumento da prevalência do excesso de peso na população pediátrica. Dados do IBGE evidenciam que 1/5 dos adolescentes possui excesso de peso, sendo que 1/4 deles apresenta obesidade.  “A obesidade infantil é definida como o acúmulo excessivo de gordura no organismo, com origem atribuída a causas multifatoriais, que incluem fatores endógenos (5% dos casos) e exógenos  (95% dos casos). Existem inúmeros métodos de avaliação para definir se um indivíduo está acima do peso, mas o preconizado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) é a aferição do  Índice de Massa Corporal (IMC) e do Z score correspondente a cada faixa etária”, explica a Dra. Nathalie Moschetta Monteiro Gil, pediatra e prestadora de serviços no Hospital América de Mauá.

A obesidade pode ser causada por diversos fatores, entre eles: genética/epigenética, hábitos (atividade física, sono, tempo de tela, alimentação) e doenças metabólicas e endocrinológicas, sendo também influenciada por níveis socioeconômicos/crenças da população. As causas preveníveis devem ser trabalhadas desde o período pré-natal, evitando a exposição intraútero a certos alimentos e substâncias e estimulando a prática de atividade física e boas escolhas alimentares, para equilibrar o ganho e o gasto energético. O estilo de vida materno durante a gestação, a falta de aleitamento materno, a nutrição precoce e o ambiente familiar são de grande relevância para a prevenção da obesidade infantil. Também são importantes cuidados pré e pós-parto, como nutrição materna saudável, acompanhamento do status do peso na idade reprodutiva e durante a gravidez, aleitamento materno e monitoramento cuidadoso do crescimento infantil, para detectar precocemente ganho excessivo de peso. “A prevenção da obesidade infantil é uma medida de saúde pública internacional prioritária, devido a seu impacto significativo em doenças agudas e/ou crônicas e no desenvolvimento e no bem-estar de crianças e adolescentes.  Intervenções que incluem atividades físicas podem reduzir o risco de obesidade em crianças, mas é nos adolescentes que têm maior impacto. Um estudo atual fez revisão sistemática das meta-análises já publicadas sobre obesidade infantil e evidenciou o importante papel das intervenções nutricionais, comportamentais e das atividades físicas na prevenção e no tratamento da obesidade”, ressalta a pediatra.

A ingestão alimentar inadequada ou em excesso, aliada ao sedentarismo ou a baixos níveis de atividade física, é uma das principais causas da obesidade infantil. Embora os fatores genéticos predisponham o desenvolvimento da obesidade, os principais determinantes de seu aumento são decorrentes de fatores ambientais e comportamentais, como falta de atividade física, grandes períodos de tempo assistindo à televisão e aumento do consumo de alimentos ricos em açúcares e gorduras. “O excesso de peso na infância aumenta as chances de obesidade na idade adulta, constituindo fator de risco para doenças cardiovasculares, dislipidemias, hipertensão arterial, resistência à insulina e doença gordurosa não alcoólica do fígado, que contribuem para o aumento de morbimortalidade na maturidade. Além disso, existem ainda implicações psíquicas e sociais associadas à obesidade que podem se estender por toda a vida. A ajuda dos pais deve se iniciar com a identificação dos hábitos familiares que serão passados a seus filhos. A partir disso, medidas deverão ser tomadas para criar hábitos de vida saudáveis desde a gestação até o jovem chegar à fase adulta, como estabelecer uma boa rotina alimentar, com local e horário definidos para realizar as refeições; considerar questões socioculturais relacionadas à alimentação e ao peso; evitar o ato de alimentar a criança para acalmá-la; reduzir o tempo de tela e incentivar brincadeiras ao ar livre; adotar caminhadas como alternativa de transporte quando possível e adequar a rotina de sono de acordo com a faixa etária. Portanto, para prevenir a obesidade, é necessário orientar não só os pais, mas também as escolas, considerando a diversidade de crenças e referências culturais dos pacientes, já que podem influenciar a percepção dos responsáveis em relação a crianças obesas. Por fim, é importante também que medidas públicas de saúde sejam adotadas para promover bons hábitos alimentares e um estilo de vida saudável. Os especialistas aptos a dignosticar e tratar pacientes obesos são: pediatra, nutrólogo infantil, endocrinologista infantil e nutricionista”, finaliza.

Dra. Nathalie Moschetta Monteiro Gil, pediatra, neurologista infantil e prestadora de serviços no Hospital América de Mauá | CRM 163047


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O sarampo é causado por um vírus altamente contagioso, o Morbillivirus, e é uma das principais doenças responsáveis pela mortalidade infantil em países subdesenvolvidos.  Em 2016, o Brasil recebeu da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) o certificado de eliminação da circulação desse vírus, no entanto, em 2018, o país enfrentou dois surtos de sarampo, em Roraima e no Amazonas, com mais de mil casos confirmados. Em 2019, segundo a Secretaria Estadual de Saúde de São Paulo, o estado já registrou 967 casos de sarampo, sendo 80% deles na capital. As vacinas contra essa doença são dadas ainda na infância, mas uma nova campanha de vacinação começou há dois meses, tendo como público-alvo jovens entre 15 e 29 anos e bebês entre seis meses e um ano de idade. De acordo com a Dra. Maria Bernadette Zambotto, médica e prestadora de serviços no Hospital América de Mauá, a vacinação é a única forma eficaz de prevenir a doença.

“Estamos vivendo uma epidemia de sarampo de proporções mundiais. Os principais sintomas da contaminação pelo vírus dessa doença são febre e exantema (manchas vermelhas pelo corpo, que podem ou não coçar), dor no corpo, moleza e prostração, acompanhados ou não de conjuntivite, coriza e tosse. A ausência das manchas vermelhas típicas da doença parece ser mais frequente entre quem só tomou uma dose da vacina, mas deve-se destacar que o recomendado são duas doses. Pacientes submetidos a tratamentos que reduzem a resposta imunológica, como os que utilizam medicamentos corticosteroides, imunobiológicos (utilizados pela gastroenterologia, reumatologia e dermatologia) e quimioterápicos, não devem ser vacinados. As recomendações para esses pacientes que não podem tomar a vacina contra sarampo incluem não ter contato com pessoas em suspensão e vacinar familiares e pessoas que compartilham os mesmos ambientes”, explica a doutora.

 


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A intolerância à lactose, é caracterizada pela ausência ou redução da enzima lactase no organismo. A lactase, por sua vez, é responsável pela quebra da lactose, carboidrato do leite que deve ser fracionado em galactose e glicose para ser absorvido.  A primeira descrição de intolerância à lactose foi feita por Hipócrates no ano 400 a.C., por meio da observação de povos criadores e consumidores de gado leiteiro. Nos indivíduos intolerantes, a lactose é conduzida integralmente ao intestino, onde ocorre o fenômeno da fermentação entre 30 minutos a duas horas após o consumo de leite e derivados, provocando sintomas como flatulência, náuseas, vômitos, diarreias ácidas, distensão abdominal, dermatite perianal, entre outros. Os sintomas podem variar de acordo com a idade do indivíduo, a quantidade de lactose ingerida, o trânsito intestinal e a genética. Além do desconforto, com a cronicidade do caso, o paciente pode apresentar déficits de vitaminas, minerais e ácidos graxos essenciais, que acabam sendo perdidos devido à diarreia prolongada. “Os sintomas têm início em diferentes faixas etárias, dependendo do tipo de intolerância: primária ou congênita (rara), que se manifesta desde o nascimento e é permanente, ou secundária, causada por algumas patologias que modificam a mucosa intestinal e alteram o tamanho das vilosidades, onde a lactase é produzida. O tipo secundário, que pode ocorrer também em idade adulta, trata-se de um quadro clínico transitório, ou seja, após um período de restrição da lactose na dieta, o paciente volta a tolerar o consumo”, explica a Dra. Nathalie Moschetta Monteiro Gil, pediatra e prestadora de serviços no Hospital América de Mauá.

Entre as doenças que podem se manifestar em decorrência desse quadro clínico, estão enterites infecciosas, doença celíaca, fibrose cística, desnutrição e prematuridade. “Alguns pacientes apresentam sintomas apenas quando a quantidade ingerida é muito grande, então pequenos volumes de leite e derivados são tolerados. Uma boa alternativa para esses casos é consumir leite juntamente com alimentos sólidos, que irão aumentar o tempo de esvaziamento gástrico e, com isso, manter durante mais tempo o leite em contato com a enzima lactase remanescente. Nas crianças, assim que sintomas começarem a se apresentar, os pais devem procurar um pediatra e/ou um gastroenterologista pediátrico. O diagnóstico clínico é feito por meio da retirada de leite e derivados da dieta e também por exames complementares, como teste respiratório, teste da tolerância à lactose e teste genético. O teste respiratório investiga a eliminação de hidrogênio em amostras de ar expirado, já que o hidrogênio é um produto da fermentação da lactose. No teste da tolerância à lactose, a glicemia do paciente é aferida após a ingesta desse carboidrato do leite: em pacientes não intolerantes, o índice glicêmico é mais alto em relação ao jejum, enquanto nos intolerantes essa variação não acontece. Já o teste genético é realizado apenas quando há suspeita de intolerância primária/congênita”, esclarece a doutora.

O tratamento para intolerância à lactose consiste na redução da ingestão de leite e derivados, e a legislação brasileira (Projeto de lei 2663/2003) garante que a informação da presença de lactose esteja descrita em todas as embalagens de alimentos. Atualmente, médicos especialistas podem prescrever medicamentos que contêm a enzima lactase e colaboram para a digestão da lactose, devendo ser ingeridos, portanto, um pouco antes do consumo de leite e derivados.

Alergia X intolerância

Alergia ao leite e intolerância à lactose são a mesma coisa?

Os pais frequentemente têm essa dúvida, e a resposta é não. A alergia está relacionada à proteína do leite, enquanto a intolerância tem relação com o carboidrato do leite e possui diferentes sintomas e tratamentos.

Na alergia, os sintomas mais comuns são evacuações amolecidas, sangue nas fezes, vômitos, dificuldade de ganho de peso e urticária. Nesse caso, a restrição ao leite deve ser mais rigorosa, excluindo até mesmo medicamentes e cosméticos que podem conter traços de leite.

Dra. Nathalie Moschetta Monteiro Gil, pediatra e neurologista infantil, prestadora de serviços no Hospital América de Mauá | CRM 163047

 


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Pediatra do Hospital América de Mauá fala sobre a importância do aleitamento materno

“Capacite os pais e permita a amamentação, agora e no futuro!” é o slogan da Semana Mundial de Aleitamento Materno (SMAM) 2019, definido pela Aliança Mundial para Ação em Amamentação (WABA, sigla em inglês). A iniciativa, que acontece anualmente em agosto, tem como objetivo enfatizar a importância do envolvimento de todos os familiares próximos, não apenas da mãe, para garantir que seja possível o aleitamento materno exclusivo nos primeiros 6 meses de vida e de forma complementar até os 2 anos de idade. “Quando nos referimos à amamentação, o binômio mãe-bebê surge de imediato em nosso pensamento, porém para que ela ocorra é preciso que haja um ambiente favorável: tranquilo, confortável e sem fatores estressores, com a presença de pessoas para assegurar uma amamentação de qualidade para mãe e bebê. A participação do pai, a ajuda de familiares e a assistência de profissionais de saúde são fatores que interferem diretamente no êxito do amamentar. O pai é fundamental no processo do aleitamento materno e pode participar de diversas maneiras, sendo as principais estar ao lado da mãe para oferecer todo o apoio necessário durante o processo e auxiliar nos cuidados da casa e dos filhos mais velhos, bem como na alimentação da lactante e em outras funções que a mãe anteriormente realizava.  Familiares e amigos também podem contribuir com esses cuidados”, explica a Dra. Nathalie Moschetta Monteiro Gil, pediatra e neurologista infantil, prestadora de serviços no Hospital América de Mauá.

Desde 1992, mais de 120 países celebram a Semana Mundial da Amamentação entre os dias 1º e 7 de agosto, definidos pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) com base na Declaração de Innocenti, assinada em 1º de agosto de 1990. A campanha Agosto Dourado remete ao mês dedicado à intensificação das ações de promoção, proteção e apoio ao aleitamento materno, chamando atenção para a grande importância da amamentação no desenvolvimento do recém-nascido. O dourado faz alusão à definição do leite materno segundo a OMS: alimento de ouro para a saúde dos bebês. “O objetivo da campanha é informar sobre os benefícios do leite materno, que está diretamente ligado a uma boa nutrição, bem como vincular a amamentação a uma agenda nutricional de segurança alimentar, alcançar pessoas e organizações que trabalham com questões relacionadas à propagação de informação sobre a amamentação e motivar as mães a amamentar com consciência sobre a importância nutricional do leite materno”, esclarece a doutora.

A composição do leite materno

“Nos primeiros dias após o parto, é produzido o colostro. Quando comparado ao leite maduro, ele é mais viscoso e possui maior concentração de proteínas, minerais, carotenoides e vitaminas lipossolúveis, principalmente A e E, além de apresentar menor quantidade de lactose, gorduras e outras vitaminas. O colostro é muito rico em fatores de defesa, como substâncias imunomoduladoras, agentes anti-inflamatórios, imunoglobulinas e outros agentes antimicrobianos. As modificações na composição láctea após o 5º dia ocorrem de forma gradual e progressiva, sendo denominado leite de transição o leite produzido nesse período intermediário entre o colostro e o leite maduro. Embora o período compreendido entre o 6º e o 10º dia pós-parto seja considerado transicional, poucos nutrientes atingem o 10º dia com seus valores definitivos. Essa irregularidade na composição láctea dos primeiros dias pode ser atribuída à imaturidade fisiológica e metabólica da glândula mamária, então, apesar de o processo de transição perdurar durante todo o primeiro mês de lactação, convencionou-se definir como leite maduro o leite produzido posteriormente ao 15° dia de vida do bebê. Nesse período, o soro do leite humano apresenta cerca de 60% a 90% de seu teor proteico total, e sua composição inclui alfa-lactoalbumina, lactoferrina, lisozima, soroalbumina, imunoglobulinas e betalactoglobulina. A alfa-lactoalbumina, que constitui cerca de 40% das proteínas do soro do leite humano, é necessária para o transporte de ferro e para a síntese de lactose na glândula mamária. A lactoferrina, a lisozima e as imunoglobulinas, especialmente a IgA secretora, são proteínas do soro do leite humano relacionadas ao sistema de proteção do corpo. A caseína, proteína responsável por conferir a aparência branca do leite, possui vários subtipos, mas predominam no leite humano as frações beta-caseína (50%) e kappa-caseína (20% a 27%). Durante a lactação, ocorre uma acentuada elevação do teor de caseína no leite humano, acompanhada de um concomitante decréscimo dos níveis de proteínas do soro. A lactose constitui cerca de 70% do conteúdo de carboidratos do leite materno e sua concentração no colostro oscila em torno de 5,3 g/dl, elevando-se para 7 g/dl no leite maduro. As gorduras são a maior fonte de energia do leite humano e são facilmente digeríveis e absorvíveis. Entre os macrominerais presentes, estão sódio, potássio, cloreto, cálcio, magnésio, fósforo e sulfato. É importante lembrar que os microelementos, ou seja, o conteúdo vitamínico do leite humano, pode ser afetado por diversos fatores, sendo o principal o estado nutricional materno”, afirma a doutora.

Benefícios da amamentação

O aleitamento materno apresenta inúmeras vantagens, como aspectos higiênicos, imunológicos, psicossociais e cognitivos, contribuindo também para a prevenção de doenças futuras. Além disso, gera menor custo e efeito anticoncepcional, bem como outros inúmeros benefícios para o organismo da mãe e do bebê.  “O leite humano possui uma composição nutricional balanceada em termos de proteínas, carboidratos e gorduras, garantindo o crescimento e o desenvolvimento adequados do recém-nascido. Ele auxilia no desenvolvimento neurológico, no fortalecimento do sistema imunológico e reforça o vínculo afetivo entre mãe e filho. Também reduz a morbimortalidade infantil ao diminuir a incidência de doenças infecciosas, proporciona nutrição de alta qualidade para o bebê e promove a correta estimulação dos músculos orofaciais. Estudos recentes tem mostrado que pacientes que receberam aleitamento materno exclusivo até o 6º mês de vida desenvolveram fatores protetores na infância e na vida adulta para obesidade, diabetes, doenças inflamatórias intestinais, leucemia infantil, otite média, infecções do trato respiratório superior e inferior e apresentaram melhor desempenho em testes de inteligência (QI). Vale lembrar que o ritmo intestinal no primeiro ano de vida, sobretudo nos primeiros meses, é diferente. No início, o bebê pode evacuar todas as vezes depois que mamar, devido ao reflexo gastrocólico, ou evacuar em intervalos longos, até mesmo de dias, e isso é considerado normal, desde que as fezes estejam amolecidas, não apresentem rajas de sangue e o aumento de peso seja adequado. O ganho ponderal do bebê deve ser acompanhado mensalmente pelo pediatra para monitorar o seu crescimento”, ressalta a especialista.

O volume de leite materno necessário para satisfazer um recém-nascido é definido pelo cálculo da capacidade gástrica do bebê, que depende do peso, mas quando se trata de aleitamento materno exclusivo esses cálculos não são necessários. “O aleitamento deve ser realizado em livre demanda, ou seja, sem horários pré-estabelecidos, porém é importante que algumas informações sejam passadas às mães: o leite inicial tem composição predominantemente hídrica, já o leite posterior concentra as gorduras necessárias para a satisfação e nutrição do bebê, portanto a amamentação deve ser realizada na mesma mama até que ela esvazie, para depois intercalar com a outra. As mães também devem ser instruídas quanto ao intervalo máximo entre as mamadas: 4 horas, que é o tempo que leva para o estoque de glicose no organismo do recém-nascido acabar”, comenta a médica.

Dicas para amamentar

Para a mãe ter sucesso na amamentação, é preciso seguir algumas orientações em relação à alimentação, ao sono e às técnicas necessárias para a pega correta. “É necessário ingerir bastante água, não ficar nervosa durante o período de aleitamento, dormir bem, ter uma alimentação saudável e amamentar sempre que o bebê quiser, ajudando-o a acertar a pega. A massagem prévia à amamentação, com ordenha inicial, e compressas de água morna também podem ser úteis. O mais importante, no entanto, é respeitar a livre demanda e se certificar de que a pega está correta.  A ingestão de remédios deve ser feita somente em casos específicos e sob orientação médica. A lactante deve se sentar de modo confortável, relaxada, com a coluna ereta e os pés apoiados em uma banqueta. O corpo do bebê deve estar totalmente voltado para o corpo da mãe, de modo que seja possível o encontro de barriga com barriga. O pescoço do bebê deve estar ligeiramente estendido para facilitar a pega, e a mama deve ser segurada com os dedos em forma de “C”, não em forma de tesoura. O bebê deve estar bem apoiado, o queixo tocando o peito e a boca bem aberta, de frente para o mamilo”, instrui a pediatra.

O aleitamento também contribui para a saúde da mulher ao reduzir riscos de certos tipos de cânceres, ampliar o intervalo entre partos, auxiliar a mulher a atingir seu peso ideal, proporcionar economia e ajudar no desprendimento da placenta, colaborando para a volta do útero ao tamanho normal e, com isso, evitando o sangramento excessivo e uma possível anemia. A amamentação reduz ainda o risco de a mulher desenvolver síndrome metabólica (doenças cardíacas e diabetes) após a gravidez, mesmo quando houve diabetes gestacional.

Mitos sobre a amamentação

– Mito ou verdade: O leite materno pode ser fraco para nutrir o bebê.

Mito. Não há leite materno fraco. O leite materno apresenta composição semelhante em todas as mulheres que amamentam e é o alimento ideal para o bebê, sendo sua ingestão recomendada de forma complementar até os 2 anos de vida ou mais e de forma exclusiva até o 6º mês.

– Mito ou verdade: O leite congelado, mesmo que retirado das mamas, perde os nutrientes.

Mito. Se armazenado adequadamente, o leite pode ser congelado por até 15 dias sem perder suas propriedades e sua qualidade nutricional.

– Mito ou verdade: Quem fez redução mamária ou colocou silicone não pode amamentar.

Mito. A cirurgia nos seios não impede a mulher de amamentar, desde que durante a cirurgia sejam preservadas as estruturas das mamas.

– Mito ou verdade: Seios muito pequenos não produzem leite na quantidade suficiente para o bebê.

Mito. O tamanho da mama não tem relação com a produção de leite. Tanto as mamas grandes quanto as pequenas possuem capacidade de produzir o mesmo volume de leite por dia.

 

Dra. Nathalie Moschetta Monteiro Gil, pediatra e neurologista infantil, prestadora de serviços no Hospital América de Mauá | CRM 163047

 


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Doenças do Inverno

Com a chegada do inverno, para nos protegermos do frio, as janelas costumam ficar fechadas com mais frequência, o que reduz a circulação de ar nos ambientes. Além disso, evitamos locais abertos e tendemos a nos concentrar em maiores aglomerações. Todos esses fatores facilitam a propagação de vírus e bactérias que causam inúmeras doenças. A seguir, o Dr. Claudio Roberto Gonsalez, infectologista e prestador de serviços no Hospital América de Mauá, destaca as doenças mais comuns nessa época do ano e quais os cuidados necessários para evitá-las.

    • Pneumonia – infecção aguda dos pulmões causada por bactérias, vírus ou fungos. Pode surgir após uma gripe ou uma crise de bronquite severa. Os sintomas dependem da intensidade do quadro, mas normalmente caracterizam-se por tosse, febre, falta de ar, expectoração e queda do estado geral. Frequentemente é necessário utilizar antimicrobianos.
    • Alergias – são causadas por reações do próprio organismo a diversos elementos, como pelos de animas, mofo, poeira, perfumes etc. Causam inúmeros sintomas, entre eles espirros, coceira e tosse. O tratamento é específico para cada caso, e a prevenção pode ser feita mantendo os ambientes ventilados e limpos e evitando o contato com substâncias que podem desencadear alergia. Com a chegada do frio, costumamos usar roupas que passaram muito tempo guardadas e que, por isso, abrigam ácaros que podem ocasionar crises alérgicas. Antes de utilizá-las, portanto, é recomendado higienizá-las.
    • Asma – inflamação dos pulmões e vias aéreas relacionada a processos alérgicos ou de hipersensibilidade. É mais comum em crianças, embora também acometa adultos. Os principais sintomas são chiados no peito, tosse e sensação de falta de ar. O tratamento é feito com broncodilatador e, como forma de prevenção, deve-se eliminar a poeira doméstica ou outros desencadeadores.
    • Amidalite e/ou Faringite – causada por vírus ou bactérias, é uma inflamação das amídalas cujos sintomas são dor de garganta ao engolir, mau hálito e febre. O tratamento é feito com anti-inflamatórios e, por vezes, antimicrobianos. Para se prevenir, é recomendado evitar mudanças bruscas de temperatura.
    • Bronquite – é uma inflamação dos brônquios, o que dificulta a chegada de ar aos pulmões. Causa tosse seca com chiado, seguida de tosse com catarro. O tratamento é feito com utilização de vaporizadores, analgésicos, descongestionantes nasais, hidratação e, por vezes, antimicrobianos. Para se prevenir da doença, o cigarro deve ser evitado.
    • Otite – é causada por vírus ou bactérias que infectam a garganta e migram até o ouvido, provocando febre, dor de ouvido e de garganta. É bastante comum em crianças. O tratamento é feito com antibióticos e analgésicos, e a prevenção pode ser feita mantendo as vias aéreas limpas.
    • Rinite – causada por irritação ou inflamação da mucosa do nariz, é uma das doenças alérgicas mais comuns. Causa espirros, coriza, coceira e congestionamento nasal. O tratamento é feito com medicamentos e vacinas antialérgicas. Para se prevenir, é aconselhável manter o ambiente limpo e arejado.
    • Sinusite – é uma inflamação dos seios nasais, que são cavidades no crânio ao redor do nariz e que servem para umidificar e aquecer o ar inspirado, bem como reter partículas e germes existentes no ar. Provocada por alergias ou infecções por vírus ou bactérias, causa dor de cabeça, pálpebras inchadas, nariz entupido, secreção nasal e dor nos olhos. O tratamento pode ser feito com corticoides, descongestionantes e antibióticos, no caso de infecção bacteriana.
    • Meningite – causada por vírus e bactérias, é um quadro grave cujos sintomas são febre, dor de cabeça, vômito, diminuição do nível de consciência e, algumas vezes, manchas na pele. Dentre as doenças de inverno mais comuns, esta é a mais grave, pois há maior índice de morte e sequelas. O tratamento normalmente exige a administração de antibióticos e internação hospitalar.
    • Gripe – muito conhecida entre nós, manifesta-se por febre, espirros, dor de cabeça, dores no corpo, falta de ar, coriza e pode predispor a pneumonia. Seu tratamento, na maioria dos casos, é sintomático, já que os sintomas diminuem gradualmente.
    • Cuidados necessários para evitar as doenças de inverno
      Hábitos saudáveis são fundamentais sempre. Boa alimentação, hidratação, prática de atividade física e uma boa noite de sono são recomendações indispensáveis para fortalecer o corpo e se prevenir de doenças. Também é aconselhável evitar o consumo de cigarro e de bebidas alcoólicas, manter os ambientes bem ventilados e evitar grandes aglomerações sem boa ventilação. Bons hábitos de higiene também são essenciais, como lavar frequentemente as mãos. Manter as vacinas em dia também é um aspecto importante. De maneira geral, as vacinas são indicadas a todos, e muitas dessas doenças de inverno podem ser evitadas por meio da vacinação (meningite, pneumonia e gripe). No caso da gripe, a vacina protege dos casos de Influenza A (incluindo H1N1) e Influenza B.
      Evite sempre a automedicação! Somente a avaliação médica poderá indicar o diagnóstico correto e o melhor tratamento para cada caso.
    • Sobre a automedicação
      A automedicação é contraindicada em qualquer caso, desde os mais simples até os mais graves. O uso inadequado de medicação, além de não ajudar no tratamento, pode prejudicar alguns quadros e até mesmo levar à morte.

Dr. Claudio Roberto Gonsalez | Infectologista, prestador de serviços do Hospital América de Mauá | CRM –SP   57.166 | Membro do Serviço de Controle de Infecções Relacionadas a Assistência à Saúde do Hospital América.


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Hospital América de Mauá possui uma equipe de especialistas, na área pediátrica, das mais completas da região.

Escolher um bom pediatra para cuidar dos filhos é uma tarefa muito complicada, afinal se existe algo que realmente consegue tirar o sono dos pais, este algo é certamente a saúde dos pequenos. Ter um hospital de referência onde seja possível contar com médicos qualificados para prestar uma assistência de qualidade e segura às crianças, é fator fundamental no momento da escolha de um bom pediatra.

Com mais de 20 anos de tradição, o Hospital América de Mauá é reconhecido pela qualidade dos serviços prestados, pela qualidade de seu corpo clínico e por possuir uma excelente estrutura hospitalar. Sua equipe de pediatria conta com pediatras atenciosos, dedicados, graduados em grandes escolas médica, o que assegura uma assistência médica de qualidade, bem como dispõe de infraestrutura tecnológica e centro de diagnóstico especializado permitindo a realização de um grande número de exames complementares. “Nossa estrutura é completa. Temos UTI neonatal e pediátrica, berçário, unidade de internação pediátrica com médicos diaristas presentes 12h/dia e equipe médica com profissionais de diversas subespecialidades pediátricas. Nossa equipe multidisciplinar está presente no hospital diariamente para atendimento ambulatorial e pronto atendimento”, explica Dra. Nathalie Moschetta Monteiro, coordenadora da enfermaria pediátrica do Hospital América.

O Hospital América vem investindo constantemente na qualidade dos seus serviços e em tecnologia, disponibilizando especialistas focados na saúde da criança. “Nossa equipe médica tem diversas subespecialidades pediátricas, como: alergia e imunologia infantil; cardiologia pediátrica; cirurgia pediátrica; endocrinologia pediátrica; gastroenterologia pediátrica; hematologia pediátrica; infectologia; nefrologia pediátrica; neurologia pediátrica e otorrinolaringologia.”, ressalta a Dra. Nathalie.

Seu Pronto Atendimento Pediátrico funciona 24 horas por dia, 7 dias por semana, com capacidade para o atendimento de crianças de 0 a 12 anos e 11 meses. “No pronto atendimento temos médicos habilitados e atualizados, com sala de emergência totalmente equipada, e com exames laboratoriais e de imagens disponíveis aos pacientes”, lembra a Dra. Nathalie.

A unidade de internação pediátrica, o berçário, a UTI pediátrica e a neonatal contam com uma equipe multiprofissional à disposição para assistência 24 horas, com fisioterapeutas, fonoaudiólogas, psicóloga, nutricionistas, farmacêuticas, entre outros, para suprir as necessidades do paciente. “Complementado a equipe, técnicos de enfermagem e enfermeiros habilitados para o cuidado com a criança e o adolescente. Na parte médica temos diversas subespecialidades pediátricas, podendo, dessa forma, ter um cuidado integral ao paciente, com o especialista de prontidão para avaliá-lo”, finaliza a coordenadora da enfermaria pediátrica.

Dra. Nathalie Moschetta Monteiro | CRM 163047 | Pediatria e neurologia infantil | Coordenadora da enfermaria pediátrica | Prestadora de serviços no Hospital América de Mauá | Graduada em medicina pela Universidade São Francisco. | Especialização em pediatria e neurologia pediátrica pela Faculdade de Medicina do ABC.

Assessoria de imprensa
Carolina Serra
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