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Dra. Renata Bastos Alves, coordenadora da equipe de oftalmologia do Hospital América, participou da live “América Responde”, desta sexta-feira (25). Na live, ela respondeu questões sobre diversos temas da especialidade, como:

– Conjuntivite alérgica;
– Catarata;
– Riscos de coçar os olhos;
– Grau de óculos.

Assista e confira!

América Responde com a Dra. Renata Bastos, oftalmologista. Envie sua pergunta. Agende sua consulta pelo WhatsApp: http://bit.ly/2pPFxok

Publicado por Hospital América de Mauá em Sexta-feira, 25 de outubro de 2019


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28/03/2019 Oftalmologia

Oftalmologista do Hospital América fala sobre a importância da prevenção à cegueira.

A campanha Abril Marrom foi criada em 2016 e tem como objetivo conscientizar as pessoas sobre a cegueira, para que saibam como evitá-la e, em alguns casos, revertê-la. A campanha visa alertar a população sobre a necessidade de exames oftalmológicos preventivos que possam diagnosticar estados iniciais de determinadas doenças, evitando a perda visual.

A cegueira atinge cerca de 1,2 milhões de brasileiros, segundo dados recentes do Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO). Deste total, em torno de 60% dos casos são tratáveis. “Muitos casos de cegueira podem ser evitados ou revertidos, mediante diagnóstico precoce e tratamento. Considerando que cerca de 80% de todas as informações que recebemos do mundo exterior nos chegam através da visão, podemos perceber o impacto devastador que a perda visual causa na qualidade de vida de uma pessoa, independente da faixa etária em que ocorra”, explica a Dra. Renata Bastos Alves, coordenadora da equipe de oftalmologia e prestadora de serviços no Hospital América de Mauá.

Existem alguns fatores de risco para a cegueira ou a perda da visão. “Cada patologia tem seus próprios fatores de risco, mas idade (acima da 40 anos), familiares de primeiro grau com doenças semelhantes, doenças associadas (como hipertensão arterial e diabetes) e hábitos como o tabagismo estão entre os principais fatores relacionados à maioria dos casos de cegueira nos pacientes adultos. Já nas crianças, a presença de estrabismo é o fator de risco mais relevante para a ambliopia (olho preguiçoso)”, ressalta a especialista.

As principais doenças que podem levar a cegueira são: “Catarata, perda de transparência do cristalino (lente natural do olho), que pode ocasionar perda visual em diferentes níveis, podendo chegar à cegueira. Em geral, afeta indivíduos acima dos 50 anos de idade; Glaucoma, aumento da pressão do olho, na maioria das vezes sem sintomas, que vai progressivamente causando a morte do nervo óptico (responsável por levar ao cérebro as imagens), acarretando cegueira de forma irreversível. Devido ao fato de não manifestar sintomas até que o comprometimento visual já esteja muito adiantado, é fundamental que as pessoas, principalmente acima dos 40 anos, façam exame oftalmológico de rotina, com medida da pressão ocular e fundo de olho anualmente; Degeneração Macular relacionada à idade (DMRI) é uma inflamação na região da retina chamada mácula, que ocorre principalmente em pessoas acima dos 60 anos, levando à formação de uma cicatriz no local, o que ocasiona perda da visão central. A pessoa passa a ver uma “mancha” bem no centro da visão, que será tanto maior, quanto maior for o tempo e a extensão da inflamação do tecido, restando apenas a periferia do campo visual, o que causa, muitas vezes, incapacidade permanente; Retinopatia diabética, alteração nos vasos sanguíneos da retina (tecido localizado no fundo do olho, que recebe a informação visual e encaminha ao nervo óptico, para que as imagens sejam percebidas). No paciente diabético não controlado ocorre a formação de vasos sanguíneos mais frágeis na retina, além de vazamento de líquidos e sangramento. Isso faz com que a visão fique muito prejudicada, além de predispor à hemorragia vítrea e ao descolamento da retina, situações de muita gravidade, que exigem cirurgia urgente e podem levar à cegueira; Ambliopia, perda visual em graus variáveis (podendo chegar à cegueira), causada por falta de diagnóstico de problemas oculares na infância, como estrabismo, catarata congênita, glaucoma congênito, tumores oculares, como o retinoblastoma (câncer ocular que começa na parte de trás do olho, retina) ou altos graus de miopia, hipermetropia ou astigmatismo. Quando esses problemas aparecem, devem ser tratados rapidamente, porque a criança só “aprende” a enxergar até por volta dos 6-7anos de idade. Após esse período, mesmo tratados os problemas oculares, a visão não pode ser completamente restabelecida”, pontua a oftalmologista.

Os sintomas iniciais na maioria das doenças são uma perda visual leve, um embaçamento, que vai desde a dificuldade para leitura, para assistir TV ou dirigir, evoluindo progressivamente para cegueira completa. “Muitos pacientes, infelizmente, negligenciam esses sintomas iniciais, ou mesmo não os percebem, principalmente quando a patologia envolve os olhos de maneira assimétrica (um olho mais acometido que o outro), buscando tratamento apenas tardiamente, quando, infelizmente, já não há mais o que fazer”, comenta a doutora.

Para prevenção, investigação, diagnóstico e tratamento de qualquer doença ocular, é preciso acompanhamento com o médico oftalmologista e realização de exames de rotina. “Nos adultos, deve ser aferida anualmente a pressão ocular (tonometria), além de exames como biomicroscopia, fundo de olho e mapeamento das retinas, que podem diagnosticar a maioria das patologias que leva à cegueira. Não apenas a realização do exame é importante, mas a sua correta interpretação e a introdução do tratamento mais eficaz para cada tipo de patologia ocular. Para as crianças, é obrigatório, ao nascimento, um exame que se chama “teste do olhinho”. Nesse exame, o médico consegue observar se há alguma alteração na passagem da luz para dentro do olho. Qualquer alteração deve ser direcionada diretamente para investigação mais profunda e tratamento. No Hospital América, contamos com aparelhos precisos de alta tecnologia e profissionais especialistas nas mais diversas áreas da oftalmologia, para que o paciente tenha seu diagnóstico e tratamento de forma rápida e assertiva, possibilitando a recuperação visual ou a interrupção da perda visual”, lembra a médica.

Os tratamentos das doenças oculares variam de acordo com cada caso. “Para a catarata, o tratamento é cirúrgico, com a substituição do cristalino opaco por uma lente intraocular, e restabelecimento rápido da visão. No caso do glaucoma, são usados colírios que diminuem a pressão ocular, estacionando a lesão do nervo óptico e impedindo a progressão da perda da visão. Em alguns casos, pode ser necessária cirurgia ou procedimentos a laser para controlar a pressão. Nos pacientes com degeneração macular, bem como naqueles com retinopatia diabética, os tratamentos com diferentes tipos de laser nos vasos da retina são eficazes e, atualmente, a injeção de substâncias anti-angiogênicas (que impedem a formação dos vasos defeituosos) e anti-inflamatórias intra-vítreas tem mostrado bons resultados em termos de recuperação visual. Nas crianças, uma vez diagnosticado o problema ocular, o tratamento precoce pode evitar a perda visual (ambliopia)”, recomenda Alves.

A prevenção está diretamente relacionada à conscientização da população sobre a existência dessas doenças e, sobretudo, ao diagnóstico precoce, através dos quais se pode evitar a maioria dos casos de cegueira.

Dra. Renata Bastos Alves | Coordenadora da equipe de oftalmologia e prestadora de serviços no Hospital América de Mauá | CRM 83686.


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28/02/2019 Oftalmologia

Oftalmologista do Hospital América de Mauá explica o que é e como tratar

O calázio é uma formação cística, com conteúdo endurecido, que pode se desenvolver na pálpebra superior ou inferior. O calázio é um quadro crônico, que não responde ao uso de colírios e/ou pomadas. É uma lesão nodular geralmente próxima ao bordo palpebral. O cisto se forma devido ao acúmulo de secreção da glândula de meibomio, explica a Dra. Renata Bastos Alves, oftalmologista, prestadora de serviços no Hospital América de Mauá.

O diagnóstico do calázio é realizado através de um exame de biomicroscopia na pálpebra do paciente, no consultório do oftalmologista. Sempre que notar alguma alteração diferente no contorno da pálpebra, é necessário fazer o diagnóstico diferencial para instituir a melhor opção terapêutica. Pode haver cura completa espontaneamente, mas alguns casos requerem intervenção médica, comenta a oftalmologista.

O tratamento do cisto pode ser feito através de infiltrações locais com anti-inflamatórios (sendo necessárias de uma a três infiltrações) ou através de cirurgia. Na cirurgia utilizamos curetas específicas para a remoção do calázio que, além do conteúdo encistado, ajudam a remover a sua cápsula, que, se não retirada adequadamente, favorece o reaparecimento da lesão. Após a cirurgia é preciso usar corretamente a medicação prescrita pelo oftalmologista, além de evitar se expor ao sol, praia, piscina, até que a lesão esteja cicatrizada, esclarece a médica.

No Hospital América, os pacientes encontram diferenciais em atendimento, médicos especializados e estrutura completa para realização da cirurgia de calázio. “No Hospital América temos profissionais especialistas, a cirurgia é feita no centro cirúrgico, com sedação e anestesia local, acompanhado pelo anestesista, para que se tenha total segurança e conforto para o paciente, finaliza.

Dra. Renata Bastos Alves | CRM: 83686 | Coordenadora do setor de oftalmologia e prestadora de serviços no Hospital América de Mauá.


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Hospital América de Mauá disponibiliza cirurgia plástica que levanta pálpebras

A blefaroplastia é a uma cirurgia plástica rejuvenescedora da área dos olhos, na qual são retirados os excessos de bolsas de gordura e de pele, melhorando as rugas e a flacidez na região periorbitária (dos olhos). A cirurgia plástica costuma ser procurada por pacientes com mais de 40 anos, e, em alguns casos, acima dos 30. Ela é indicada para quem tem excesso e/ou flacidez de pele nas pálpebras e também para quem tem bolsas de gordura salientes, explica a Dra. Aline Ribeiro de Castro, cirurgiã plástica, prestadora de serviços no Hospital América de Mauá.

Antes do procedimento, é preciso realizar exames de rotina para saber as condições de saúde do paciente e alterações da coagulação. Se necessária, também é realizada uma avaliação com cardiologista e anestesista. Medicações anticoagulantes, como a AAS e anti-inflamatórios, devem ser evitados antes do procedimento. Também é recomendado interromper o tabagismo com pelo menos dois meses antes da cirurgia, ressalta a especialista.

A blefaroplastia é realizada com anestesia local ou anestesia geral, em ambiente hospitalar, e dura por volta de 1 hora a 1 hora e meia. Na cirurgia retiramos o excesso de pele das pálpebras e também o excesso de bolsas de gordura. A posição da cicatriz fica bem favorável e muito discreta, pois fica localizada na dobra da pálpebra superior. As cicatrizes nas pálpebras inferiores são ainda mais discretas, localizadas próximo aos cílios, esclarece a doutora.

No Hospital América de Mauá, os pacientes encontram médicos especializados, centro cirúrgico completo, UTI e equipe multidisciplinar diferenciada para melhor monitoramento em todas as indicações cirúrgicas e com rápida intervenção em casos de intercorrências. A cirurgia no Hospital América é realizada há vários anos, com equipe treinada e com alta segurança para o paciente. A sala de cirurgia é equipada com aparelhos de anestesia modernos para melhor monitoramento dos pacientes. Normalmente, a alta acontece no mesmo dia da cirurgia, com rápida recuperação pós-operatória, pontua a médica.

Pacientes com doenças crônicas, como diabetes, hipertensão e insuficiência cardíaca descompensadas, devem primeiro controlá-las, para depois se submeterem a cirurgias plásticas. Quem tem distúrbios de visão, como miopia ou hipermetropia, por exemplo, pode fazer a cirurgia sem qualquer problema.

O pós-operatório da blefaroplastia requer alguns cuidados para obtenção de um melhor resultado. O paciente deve usar as medicações prescritas pelo médico de maneira correta. O cigarro pode prejudicar a circulação e a cicatrização, por isso deve ser evitado. A aplicação de compressas frias ajuda a melhorar o edema e a equimose (mancha na pele). O uso de colírios e pomadas oftalmológicas pode estar indicado. O paciente deve fazer repouso e usar óculos escuros para evitar claridade excessiva, comenta Castro.

A blefaroplastia é uma cirurgia de baixo risco para o paciente, porém, como qualquer procedimento cirúrgico, pode ter complicações. Seus principais riscos são efeitos adversos a medicações anestésicas, cicatrizes hipertróficas e hematomas, que eventualmente podem ocorrer. Pode haver ressecamento dos olhos por um período de tempo, necessitando uso de colírios. Pode haver também dificuldade de fechar os olhos, disfunção na pálpebra envolvendo posição anormal das pálpebras superiores (ptose palpebral), pele solta na pálpebra, fechamento inadequado da pálpebra, com exposição da conjuntiva e frouxidão anormal da pálpebra inferior. O tratamento na maioria desses casos é conservador, com massagens e uso de pomadas, finaliza.

Dra. Aline Ribeiro de Castro | Cirurgiã plástica, prestadora de serviços no Hospital América de Mauá | CRM 132103 | Membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica.



HOSPITAL AMÉRICA

Rua Martin Afonso, 114
Vila Bocaina – Mauá/SP
Telefone: (11) 4544.2085





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