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A lesão por pressão, também conhecida como escara ou úlcera de decúbito, é um dano decorrente da pressão intensa ou prolongada sobre a pele em combinação com cisalhamento, isto é, da fricção da pele sobre a superfície da cama, cadeira ou poltrona. Geralmente, ela se desenvolve em pacientes que permanecem muito tempo na mesma posição, surgindo sobre proeminências (elevações) ósseas ou estando relacionada ao uso de dispositivo médico ou a outro artefato que comprometa a circulação sanguínea de determinada região.

As lesões por pressão podem aparecer em diversas regiões de apoio do corpo, especialmente atrás da cabeça, nas costas, na articulação do quadril, no cóccix, nas nádegas, nos cotovelos e calcanhares. Pacientes em cadeira de rodas estão mais propensos a desenvolver lesões na região do ísquio, osso que serve de apoio ao corpo quando estamos sentados.

A pele lesionada pode ficar quente, dolorida e apresentar vermelhidão que não embranquece. Em peles de tonalidade mais escura, podem aparecer manchas diferentes. Os pacientes que correm maiores riscos de desenvolver as lesões por pressão são os que ficam acamados ou imobilizados durante muito tempo, bem como idosos, cadeirantes, portadores de diabetes, pessoas com desnutrição, com incontinência fecal ou urinária, com comprometimento do nível de consciência ou perda da sensibilidade tátil ou térmica.

As principais medidas para prevenir a formação de lesões são movimentar o paciente a cada 2 horas, mudando a posição do corpo para que seu peso seja redistribuído e para que haja alívio dos pontos de apoio e proeminências ósseas; inspecionar a pele diariamente; controlar a umidade do ambiente (a umidade a que se refere é da pele do paciente), a fim de proteger a pele da umidade excessiva, limpando-a após cada episódio de eliminações (no caso de incontinência, é recomendado o uso de produtos para a proteção da pele, como cremes ou soluções de barreiras); manter a pele hidratada; deixar a cabeceira da cama inclinada no mínimo 30°; evitar deixar a cabeceira elevada por muito tempo, pois o paciente tende a escorregar (cisalhamento); utilizar superfícies de suporte, como travesseiros ou colchões específicos que promovem a circulação dos tecidos, para manter as proeminências ósseas livres de pressão e atrito; e estimular a aceitação de alimentos e líquidos conforme as orientações médicas e nutricionais. Para pacientes que utilizam dispositivos médicos como cateteres, sondas, máscaras faciais, colares cervicais e drenos, é importante se atentar para o posicionamento adequado do dispositivo.

Qualquer descuido pode ocasionar o surgimento de lesões por pressão. Fique atento! #segurançadopacienteeuparticipo #lesãoporpressãoaquinão

Dia Mundial de Prevenção de Lesão por Pressão

Em comemoração à semana dedicada à lesão por pressão, também conhecida como escara ou úlcera de decúbito, a equipe de CCIH, em conjunto com o marketing do Hospital América, preparou um vídeo que explica o que é, como identificar e as principais medidas para prevenir a formação desse tipo de lesão. Assista, curta e compartilhe.

Publicado por Hospital América de Mauá em Terça-feira, 19 de novembro de 2019

 

 


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O diabetes mellitus (DM), ou simplesmente diabetes, é a elevação dos níveis de glicemia (taxa de açúcar) na corrente sanguínea. A glicemia é considerada normal quando indica até 99 mg/dl. Ao ultrapassar esse valor, entre 100 e 125 mg/dl, o paciente é considerado pré-diabético, e acima de 126 mg/dl, o paciente é considerado diabético.

De acordo com a Sociedade Brasileira de Diabetes, existem atualmente, mais de 13 milhões de pessoas vivendo com a doença no país, o que representa 6,9% da população nacional. “Em geral, os sintomas agudos do diabetes mellitus são o aumento da sensação de sede e, portanto, da ingestão de água (polidipsia), aumento do volume urinário (poliúria), aumento das micções no período noturno (noctúria), perda acentuada de peso sem realização de dieta, turvação visual e, em alguns casos, quadro de infecção genital”, explica o Dr. Edmir Fernandes, endocrinologista e prestador de serviços no Hospital América de Mauá.

A causa do diabetes ainda é desconhecida, e a melhor forma de prevenção é adotar práticas saudáveis de vida (alimentação balanceada, atividades físicas regulares e evitar álcool, tabaco e outras drogas). Confira a seguir os tipos, os sintomas mais comuns, as possíveis complicações e os tratamentos da doença.

Tipos de diabetes mellitus: 

  • Tipo I – Caracterizada pela ausência total de produção de insulina. De origem autoimune, acomete crianças, adolescentes e adultos jovens. O tratamento sempre se dá com a aplicação de insulina;
  • Tipo II – Caracterizada pela produção inadequada e parcial de insulina, possui origem genética, mas também pode estar relacionada à obesidade, acometendo indivíduos entre a quarta e a quinta década de vida. Em geral, é tratada com hipoglicemiantes orais, e ambos os tipos podem acarretar complicações em todo o organismo, como doenças na retina, infarto agudo do miocárdio, insuficiência renal crônica, disfunção erétil, vasculopatia e outros;
  • Diabetes gestacional – Surge somente no período gestacional, tendendo a desaparecer após o nascimento do bebê. No entanto, se a paciente tiver histórico familiar de diabetes e tiver aumento grande de peso durante a gravidez, a doença pode persistir após o parto.

Complicações da doença:

  • Retinopatia diabética, que pode levar à perda da visão;
  • Fator de risco para doenças cardíacas;
  • Fator de risco para AVC;
  • Insuficiência renal, podendo acarretar perda da função dos rins e necessidade de hemodiálise;
  • Doença vascular periférica, com diminuição da circulação, sendo fator de risco para gangrenas;
  • Neuropatia diabética, em que inicialmente o paciente sente muitas dores, podendo ocorrer, posteriormente, perda total da sensibilidade ou mesmo dos movimentos.

 Erros cometidos:

  • Dieta rica em calorias e grande aumento de peso, sedentarismo e não realização de exames periódicos, principalmente indivíduos com histórico familiar da doença;

Tratamentos: 

  • Mudança de estilo de vida, com dieta adequada, perda ponderal e prática regular de atividades físicas;
  • DM tipo I: uso de dose de insulina conforme indicação médica;
  • DM tipo II: uso de hipoglicemiantes orais e, em alguns casos, conforme orientação médica, de insulina.

Prevenção: 

Aos indivíduos com histórico familiar da doença, é necessário se manter próximo ao peso ideal, fazer atividades físicas regularmente e acompanhamento com o médico endocrinologista para a realização de exames de rotina.

  • Um simples teste de glicemia pode diagnosticar o Em alguns casos, é necessário fazer a curva glicêmica.

Dr. Edmir Fernandes, endocrinologista e prestador de serviços no Hospital América de Mauá | Título de Endocrinologia pela Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM)| CRM 58712


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A primavera chegou, trazendo tempo seco e aumento da concentração de poluentes e pólen no ar. Por isso, nesta época do ano, são necessários cuidados específicos com a saúde. Confira a seguir dicas e informações relacionadas à estação. 

  • Clima seco e contato com o pólen das flores são fatores predisponentes de doenças que acometem as vias aéreas, como rinite, sinusite, asma brônquica e pneumonias.
  • Mudanças bruscas de temperatura e na umidade do ar contribuem para o surgimento de patologias como faringite, laringite, asma, pneumonia, amidalite e otite.
  • Pacientes com doenças crônicas podem precisar de acompanhamento ambulatorial. É recomendado evitar aglomerações e manter as vacinas em dia, principalmente crianças e idosos. Fique atento a qualquer sinal de acometimento das vias aéreas.
  • Tenha uma alimentação equilibrada (carnes, frutas e legumes) e mantenha-se bem hidratado.
  • Use roupas leves, chapéus, bonés e protetor solar diariamente (independentemente de exposição direta ou indireta aos raios solares).
  • Evite exposição à luz solar das 10h às 15h (luz ultravioleta). Nos dias secos, use umidificador de ar nos ambientes. E não se esqueça da manutenção do filtro do ar-condicionado (fonte de bactérias).

Dr. Reginaldo Amaral Batista, pneumologista e prestador de serviços no Hospital América de Mauá | CRM 43636


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A primavera chegou trazendo um tempo seco, poluição e pólens. Este processo de mudança climática traz impactos que demandam cuidados específicos na saúde. Confira a seguir algumas dicas relacionadas a estação:

  • Clima seco e o contato com os pólens das flores, são fatores predisponentes para as doenças que acometem as vias aéreas como: rinite, sinusite, asma brônquica e pneumonias;
  • Mudança brusca de temperatura e umidade contribuem para o surgimento de patologias como: faringite, laringite, asma, pneumonia, amidalites e otites;
  • Pacientes com doenças crônicas precisam de acompanhamento ambulatorial. Evite aglomerações, mantenha as vacinas em dia, principalmente crianças e idosos. Tenha atenção a qualquer sinal de acometimento das vias aéreas;
  • Tenha cuidados com a alimentação e a hidratação;
  • Prefira uma alimentação leve (carne, frutas e legumes);
  • Use roupas leves, chapéus, bonés e protetores solares diariamente (independente de exposição aos raios solares direta ou indiretamente);
  • Evite exposição a luz solar no horário das 10 às 15h (luz ultravioleta);
  • Nos dias secos use umidificador de ar nos ambientes. Não esqueça a manutenção do filtro do ar-condicionado (fonte de bactérias).

Dr. Reginaldo Amaral Batista | Pneumologista | CRM 43636 | Prestador de serviços no Hospital América de Mauá.



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