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Cirurgiã pediátrica do Hospital América de Mauá explica como identificar a doença 

A apendicite aguda é a inflamação do apêndice cecal, que é uma porção do intestino grosso semelhante a uma bolsa, localizado na parte final do cólon. Trata-se de uma doença muito comum, podendo acometer qualquer faixa etária, mas apresenta maior incidência na infância e na adolescência.

De acordo com a Dra. Simone Postal Pires, cirurgiã pediátrica e prestadora de serviços no Hospital América de Mauá, o principal sintoma da apendicite é dor abdominal, cuja intensidade pode variar de acordo com a idade do paciente e da posição do apêndice inflamado. “Pode começar com uma dor que não é muito forte, mas que tem uma piora progressiva. Essa dor pode acometer inicialmente todo o abdômen ou a região próxima ao umbigo. Depois, ela pode afetar a região inferior do lado direito do abdômen. Outros sintomas associados à dor são febre baixa, náusea, vômito e redução do apetite”, explica.

O diagnóstico pode ser feito com base no histórico do paciente e por meio de exames físicos, mas às vezes pode haver necessidade de realizar exames complementares, como exames de sangue, radiografia, ultrassonografia e tomografia, todos disponíveis no Hospital América.

O tratamento da apendicite aguda é sempre cirúrgico e com prescrição de antibiótico. Quanto mais precoces forem o diagnóstico e o tratamento, melhor a evolução da doença. “Apesar de muito comum, às vezes a apendicite aguda não é diagnosticada corretamente. Sem o tratamento adequado, pode levar à quadros de infecções graves e generalizadas e, eventualmente, até à morte do paciente”, ressalta a especialista.

Não há formas de prevenir a apendicite, pois o processo de inflamação não apresenta causas específicas. Por isso, é importante estar atento aos sintomas.

 


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Cirurgiã pediátrica do Hospital América de Mauá esclarece quando é necessário procurar ajuda médica

A fimose é a dificuldade ou a incapacidade de expor a glande do pênis, ou seja, de abaixar a pele que o recobre, chamada de prepúcio. Nos primeiros meses de vida, existe uma aderência natural do prepúcio à glande, mas essa aderência costuma desaparecer até os 5 anos na maioria dos meninos. “É importante dizer que a fimose não é só a impossibilidade de abaixar a pele do pênis, mas também a ocorrência de uma certa resistência, uma certa dificuldade quando se consegue abaixar. Isso também pode caracterizar fimose e requerer tratamento. Por isso é importante consultar um especialista, que no caso da criança é o cirurgião pediátrico, para verificar se há indicação cirúrgica”, explica a Dra. Simone Postal Pires, cirurgiã pediátrica e prestadora de serviços no Hospital América de Mauá.

As complicações decorrentes de fimose não corrigida vão desde inflamações ou infecções leves no pênis, chamadas de balanopostites, até infecções urinárias de repetição. Na vida adulta, a fimose pode acarretar dificuldades na relação sexual e, em casos extremos, levar o paciente a desenvolver câncer peniano.

De acordo com a especialista, a idade adequada para o tratamento cirúrgico depende de cada médico. “No Hospital América, nós indicamos a cirurgia a partir de um ano de vida, exceto quando há infecção urinária de repetição a indicação de cirurgia se dá mais cedo. Para ter certeza se a criança tem ou não indicação de tratamento cirúrgico, evitando que os pais gastem dinheiro com pomadas que não vão ser efetivas, procure sempre um cirurgião pediátrico”, ressalta.

Não é possível prevenir a fimose, pois a formação prepucial ocorre durante o desenvolvimento fetal. É importante saber que a aderência prepucial à glande ocorre na maioria dos meninos recém-nascidos, mas o rompimento dessa aderência costuma ocorrer natural e progressivamente. Em quem tem fimose, isso não acontece, por isso a necessidade, em alguns casos, de tratamento cirúrgico.

 



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