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Cirurgias Plásticas

Saiba a diferença entre cirurgia plástica estética e reparadora

A cirurgia plástica age no intuito de corrigir uma imperfeição, seja ela congênita ou adquirida durante a vida, e o cirurgião plástico é o profissional habilitado para realizar esse procedimento de reconstrução ou modificação. Existem, porém, diferenças entre a cirurgia plástica reparadora e a estética, conforme explica a Dra. Giselle Munhoz, cirurgiã plástica e prestadora de serviços no Hospital América de Mauá: “A cirurgia reparadora é indicada por razões médicas. Quando o paciente tem uma doença que lhe traz algum transtorno, ele busca, por meio da cirurgia, reparar esse aspecto. Já a cirurgia plástica estética não está relacionada a uma doença ou a um problema físico, mas a algo que o paciente gostaria de melhorar esteticamente, como aumentar a mama. A cirurgia plástica mais comum atualmente é o implante da prótese mamária, seguida da lipoaspiração, das pálpebras e das cirurgias no nariz e abdômen”.

Antes de realizar a cirurgia plástica, é fundamental que o paciente siga todas as orientações passadas no pré-operatório, como esclarece a Dra. Giselle: “Existem instruções específicas para cada cirurgia. No geral, se o paciente tiver uma boa dieta, ele não apresentará nenhum déficit nutricional capaz de acarretar algum problema de cicatrização. Uma pele boa, hidratada, ajudará na recuperação e menor será o risco de aparecimento de estrias. Não se deve fumar de jeito nenhum, porque o tabagismo interfere ativamente, piorando a cicatrização e gerando complicações no pós-operatório”.

A escolha do profissional que fará a cirurgia plástica deve ser feita com cautela, por isso é indispensável buscar informações sobre o especialista. Para se formar em cirurgia plástica, é preciso, além dos seis anos da faculdade de medicina, dois anos de especialização em cirurgia geral e mais três anos de especialização em cirurgia plástica, totalizando onze anos de formação. De acordo com a Dra. Giselle, o paciente deve verificar se o profissional escolhido é realmente apto para realizar cirurgias plásticas: “Os cirurgiões plásticos devidamente habilitados estão credenciados na Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica. Antes de escolher o profissional, o paciente pode acessar a página da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica e se certificar de que o médico que fará sua cirurgia é membro, além de se informar se o profissional tem uma boa formação. É importante também que o paciente converse bastante com o seu cirurgião e analise se há empatia no atendimento, pois é essencial que o paciente goste do médico. Ter indicações de outros pacientes que já realizaram cirurgias com o profissional escolhido também é uma forma de saber se haverá uma boa evolução pós-operatória”.

No Hospital América, além de toda a equipe médica possuir título de especialista, são disponibilizados todos os exames necessários durante o pré e pós-operatório, como lembra Dra. Giselle: “O Hospital América é certificado pela Organização Nacional de Acreditação (ONA), garantindo ao paciente excelência em atendimento. É um hospital que está preparado para tudo de que o paciente precisar. Temos exames laboratoriais, de imagem e também drenagens, realizadas pelas fisioterapeutas do hospital”.

Cirurgias Plásticas
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Hospital América de Mauá realiza palestras sobre o câncer de próstata.

O Hospital América promoveu no mês de novembro palestras sobre a Campanha Novembro Azul. A parceria foi realizada entre a empresa Ultragaz – Capuava, em conjunto com o departamento comercial, o RH e o marketing da Instituição.

De acordo com a assistente social da empresa e umas das idealizadoras da iniciativa, Cristina Maria de Carvalho, a importância das palestras consiste em incentivar os colaboradores para prevenção da doença. “A saúde dos nossos funcionários está sempre em primeiro lugar. Às vezes eles têm medo de perguntar algo na consulta, e na palestra eles acabam ficando mais à vontade”, comenta.

A iniciativa também visa estimular os colaboradores da empresa a procurarem o urologista e fazerem as consultas e exames de rotina. “Acho que se prevenir é o melhor remédio. Precisamos tirar esse tabu, e, com essas palestras, fica uma forma mais humana, o que acaba fazendo o pessoal procurar o médico e perder o medo”, pontua Igor Arcassa, líder de produção da Ultragaz.

Procurar o urologista anualmente e fazer os exames solicitados são essenciais para prevenção e diagnóstico precoce. “Ter uma dieta rica em frutas, legumes e verduras; diminuir o consumo de gordura animal; manter o peso; ter uma vida sexual saudável com 21 ou mais ejaculações ao mês são algumas medidas que ajudam a prevenir o câncer”, explica Dr. Fábio Queiroz Rangel, urologista, prestador de serviços no Hospital América de Mauá.

Assessoria de imprensa
Carolina Serra
(11) 2677.6715
imprensa@m112.com.br


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Procedimento é realizado através de incisão na parede lateral do tórax.

Nos últimos anos, as tecnologias e os tratamentos na área da medicina estão evoluindo aceleradamente. Procedimentos, técnicas e alternativas mais eficazes surgem a todo momento, com o propósito de assegurar mais qualidade de vida aos pacientes. A cirurgia cardíaca minimamente invasiva é um método que oferece a máxima preservação da anatomia, com a mínima agressão ao organismo. “A cirurgia cardíaca minimamente invasiva envolve duas situações, a primeira delas é a possibilidade da realização dos procedimentos cardíacos utilizando como via de acesso outras incisões que não a clássica abertura do osso esterno. E a segunda situação é a possibilidade de corrigir defeitos na superfície do coração, sem a utilização do chamado BYPASS cardiopulmonar, ou seja, a cirurgia é feita com o coração batendo. Essas duas situações em conjunto ou realizadas de forma separada caracterizam os procedimentos chamados de minimamente invasivos”, explica o Dr. João Roberto Breda, cirurgião cardiovascular, prestador de serviços no Hospital América de Mauá.

Com a realização da cirurgia minimamente invasiva, é possível tratar doenças cardíacas como: revascularização miocárdica, reparo ou substituição de válvulas cardíacas, correção de defeitos congênitos intracardíacos. “A cirurgia a ser realizada vai depender fundamentalmente do diagnóstico que está motivando a intervenção. Por exemplo, podemos realizar uma cirurgia de revascularização do miocárdio com uma incisão na parede lateral do tórax e manter o coração batendo durante todo o procedimento. Ou ainda, podemos reparar ou substituir uma válvula cardíaca com pequenas incisões na parede lateral do tórax e, apesar da necessidade do BYPASS cardiopulmonar nesta situação, o procedimento é de menor invasão por não envolver abertura do osso esterno”, esclarece o médico.

Os pacientes com indicação para tratamento cirúrgico geralmente recebem avaliação decisiva após a realização de um cateterismo cardíaco ou ecocardiograma. “A indicação precisa ser estudada individualmente, caso a caso, envolvendo fatores como o diagnóstico pré-operatório, as condições físicas e anatômicas do paciente e análise criteriosa de exames de imagem em preparação para o procedimento”, lembra o especialista.

Esta técnica, quando utilizada em cirurgia cardíaca, traz inúmeros benefícios ao paciente. “Os potenciais benefícios são: menor tempo de internação, menor risco de sangramento e de infecção, menor necessidade de transfusão sanguínea, menos dor pós-operatória, retorno precoce às atividades habituais e melhor resultado estético”, pontua o cirurgião.

No Hospital América, os pacientes encontram o serviço de hemodinâmica para realização de cateterismo cardíaco, arteriografia cerebral, de tronco ou de membros, seja para diagnóstico ou tratamento de doenças com a implantação de stents coronarianos, embolizações de tumores, bem como o tratamento de aneurismas.

A cirurgia cardíaca tradicional, com abertura de tórax por esternotomia, é empregada há décadas, porém, requer um tempo longo de internação. “Existem diferenças em relação à cirurgia tradicional e à minimamente invasiva. Por exemplo, o local e o tamanho das incisões, além do fato de não envolver abertura total do osso esterno. Muitos trabalhos têm evidenciado que este procedimento apresenta benefícios em termos de recuperação do paciente, que retornará mais precocemente às suas atividades”, finaliza.

 

Dados do especialista 
Prof. Dr. João Roberto Breda | PROFESSOR ADJUNTO DE CIRURGIA CARDIOVASCULAR DA UNIFESP (UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO PAULO) | RESPONSÁVEL PELO SERVIÇO DE CIRURGIA CARDIOVASCULAR DO HOSPITAL AMÉRICA | CRM 83668

Assessoria de imprensa
Carolina Serra
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