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Ataque cardíaco!

Ninguém deseja passar por isso.

Mas reconhecer os sintomas logo no início pode salvar vidas e reduzir possíveis sequelas.

É o que explica o Dr. João Breda, professor da Unifesp, cirurgião cardíaco, chefe do serviço de cardiologia e cirurgia cardíaca, incluindo o serviço de cirurgias cardíacas minimamente invasivas, do Hospital América.

Estar atento aos sintomas é uma das principais formas de salvar alguém de um ataque cardíaco.

Mas cuidar da saúde do coração é tão importante quanto.


Com o objetivo de prevenir e diagnosticar doenças cardíacas, o Hospital América lança mais um pacote de consulta e exames, o Na Sua Medida – Check-up Cardiológico, que inclui consulta, retorno com o especialista e exames com preços acessíveis. Para atender as necessidades específicas de cada faixa etária, o programa é divido em dois pacotes: pacientes com até 40 anos e pacientes acima de 40 anos.

Todos os exames são realizados no próprio Hospital América, o que, além de proporcionar mais comodidade ao paciente, evita custos com deslocamentos, reduz o tempo de coleta e agiliza a liberação dos resultados.

O agendamento é realizado através da nossa Central de Atendimento, pelo telefone: (11) 4544-2085, pelo nosso site https://hospitalamerica.com.br/agendamento/consultas/ ou pelo WhatsApp http://bit.ly/2nADmnq.


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Uma das maiores alegrias da vida é estarmos com aqueles que amamos.

São inúmeros os momentos compartilhados em família que ficam eternizados na memória.

Muitas das pessoas que amamos, porém, acabam partindo cedo, deixando saudades.

E, quando essa partida precoce se dá em decorrência de alguma doença grave, nos questionamos se outra pessoa da família pode vir a sofrer da mesma enfermidade.

É sobre isso que comenta o Dr. João Breda, professor da Unifesp, cirurgião cardíaco, chefe do serviço de cardiologia e cirurgia cardíaca, incluindo o serviço de cirurgias cardíacas minimamente invasivas, do Hospital América.

Mais importante do que se preocupar, é tomar atitudes para evitar que determinados problemas de saúde possam se agravar.


Com o objetivo de prevenir e diagnosticar doenças cardíacas, o Hospital América lança mais um pacote de consulta e exames, o Na Sua Medida – Check-up Cardiológico, que inclui consulta, retorno com o especialista e exames com preços acessíveis. Para atender as necessidades específicas de cada faixa etária, o programa é divido em dois pacotes: pacientes com até 40 anos e pacientes acima de 40 anos.

Todos os exames são realizados no próprio Hospital América, o que, além de proporcionar mais comodidade ao paciente, evita custos com deslocamentos, reduz o tempo de coleta e agiliza a liberação dos resultados.

O agendamento é realizado através da nossa Central de Atendimento, pelo telefone: (11) 4544-2085, pelo nosso site https://hospitalamerica.com.br/agendamento/consultas/ ou pelo WhatsApp http://bit.ly/2nADmnq.


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Durante o verão, as atividades realizadas ao ar livre aumentam, mas também crescem os riscos de queimaduras, câncer de pele e outros problemas de saúde, já que a radiação solar incide com mais intensidade sobre a Terra. Por isso, a fotoproteção não pode ser deixada de lado. Para aproveitar o período mais esperado do ano com segurança, a Dra. Thaiz Santos Ochôa, dermatologista e prestadora de serviços no Hospital América, listou os principais cuidados que devem ser tomados com a pele. Confira!

Roupas e acessórios

Além de usar filtro solar e evitar tomar sol entre 10h e 16h, quando for realizar atividades ao ar livre no verão, é importante usar chapéu e roupas de algodão, pois bloqueiam a maior parte da radiação UV.  Tecidos sintéticos, como o nylon, bloqueiam apenas 30%. Além disso, as tendas usadas na praia devem ser feitas de algodão ou lona, materiais que absorvem 50% da radiação UV, sendo também extremamente importante usar óculos de sol, que previnem catarata e outras lesões nos olhos.

O uso do filtro solar deve ser intensificado, e o recomendado é que se use produtos com fator de proteção solar (FPS) igual ou superior a 30 todos os dias, principalmente em momentos de exposição mais longa ao sol (praia, piscina, pesca etc.). O protetor solar deve garantir proteção contra os raios UVA (indicada pelo PPD – Persistent Pigment Darkening) e contra os raios UVB (indicada pelo FPS). É importante aplicá-lo 30 minutos antes da exposição aos raios do sol, para que a pele o absorva bem, espalhando uniformemente em todas as partes de corpo, incluindo mãos, orelhas, nuca e pés, e reaplicando a cada duas horas. Se houver transpiração excessiva ou contato com água, a reaplicação deve se dar antes.

Dica: o uso de fluidos siliconados nas pontas dos cabelos impede danos causados pelo vento, sol ou maresia.

É importante também proteger as cicatrizes, especialmente as mais recentes, pois podem ficar escuras se expostas ao sol. As antigas também devem ser protegidas, pois, apesar de ser raro, há risco de desenvolvimento de tumores. A proteção pode ser feita usando adesivos, esparadrapos ou filtro solar.

Alerta: pessoas de pele negra devem se preocupar igualmente com a fotoproteção, pois também estão sujeitas a queimaduras, câncer de pele e outros problemas de saúde. Assim como pessoas de pele mais clara, precisam usar diariamente filtro solar, roupas e acessórios apropriados.

Hábitos diários

Temperaturas mais quentes exigem hidratação redobrada, por isso todos os dias é recomendado aplicar um bom hidratante, para ajudar a manter a quantidade adequada de água na pele, e também aumentar a ingestão de líquidos, abusando de água, suco de frutas e água de coco. Alguns alimentos podem ajudar na prevenção de danos que o sol causa à pele, como cenoura, abóbora, mamão, maçã e beterraba, pois contêm carotenoides, substância encontrada em frutas e legumes de cor alaranjada ou vermelha e que tem importante ação antioxidante.

No verão, apostar em alimentos mais leves e saudáveis, como carnes grelhadas, alimentos crus e cozidos, frutas e legumes com alto teor de água e fibras e baixo teor de carboidratos, ajuda na hidratação do corpo, previne doenças e adia os sinais do envelhecimento.

No banho, recomenda-se usar sabonetes adequados ao tipo de pele, de preferência neutros e sem excessos na aplicação. A temperatura da água deve ser fria ou morna, para evitar ressecamento.

Micoses: infecções causadas por fungos que podem acometer a pele, as unhas e os cabelos. Quando encontram condições favoráveis à sua propagação, como calor, umidade e baixa imunidade, esses fungos se reproduzem e passam então a causar a doença. Os pés, a virilha e as unhas são os lugares mais comuns em que elas aparecem, mas isso não significa que outras partes do corpo estejam imunes. Vale lembrar que ninguém está livre das micoses: crianças, jovens, adultos e idosos estão sujeitos a elas. A melhor forma de evitá-las é manter bons hábitos de higiene, como secar bem o corpo após o banho, principalmente as áreas de dobras da pele, como virilha, vão dos dedos dos pés e axilas. Deve-se também evitar andar descalço em pisos que ficam constantemente expostos à umidade (lava-pés, vestiários, saunas etc.). Trabalhadores que usam Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) devem ter atenção redobrada: o ideal é sempre fazer um rodízio de roupas e sapatos.

Miliária (brotoeja): pequenas bolinhas que surgem, especialmente em bebês, devido ao contato da pele com o suor, principalmente nas “dobrinhas” da própria pele ou das roupas. Podem ser bolhas transparentes que causam pouca coceira ou “bolinhas” avermelhadas que coçam bastante. Usar roupas leves e soltas e evitar locais muito abafados, que propiciam a sudorese excessiva,  são algumas dicas para evitar brotoejas, sobretudo em pessoas predispostas.

Hipomelanose solar (manchas e sardas brancas): as manchas e as sardas brancas parecem surgir de repente, mas se desenvolvem devagar.  São resultantes de danos que os raios solares causam na pele e aparecem gradativamente com o passar do tempo, principalmente nas áreas do corpo que ficam mais expostas.

Manchas senis ou melanoses solares: em geral, são de coloração escura, entre castanho e marrom. Surgem em áreas que ficam muito expostas ao sol, como a face, o dorso das mãos e dos braços, o colo e os ombros. Essas lesões são benignas e não evoluem para câncer de pele, entretanto recomenda-se consultar um dermatologista para diferenciá-las de lesões suspeitas, que merecem uma avaliação mais detalhada.

Fitofotodermatose (mancha do limão): desaparece com o tempo, diferentemente da melanose. Essa mancha é uma queimadura causada pela reação de um componente químico da fruta com o sol. Muitas vezes não adianta só lavar a região em que houve contato, é preciso usar protetor solar para não queimar a pele. É importante lembrar que todas as frutas ácidas, como abacaxi, laranja e tangerina, podem causar manchas quando a pele entra em contato com sol, mas com menos intensidade. O limão é apenas a fruta mais comum.

Melasma: é a queixa mais frequente nos consultórios de dermatologistas após o verão. Tem surgimento relacionado a fatores genéticos, hormonais e ao sol. Costuma se manifestar durante a gravidez ou por causa do uso de pílula anticoncepcional, mas também pode aparecer ao acaso, devido à exposição à luz visível. Não tem cura, mas pode ser tratada e apresentar melhora. Quem tem melasma precisa usar filtro solar com FPS acima de 50 duas vezes ao dia. É recomendado também que se evite lugares quentes, pois o aumento da temperatura local da face, isto é, quando ficamos ruborizados, com as bochechas vermelhas, piora o melasma. Para pacientes com melasma, o sol não é o maior vilão, e sim a luz visível (UVA), os raios infravermelhos e ambientes quentes (o próprio calor do fogão enquanto cozinhamos, por exemplo), bem como a luz do computador, do celular e das lâmpadas de nossa casa, principalmente as luzes brancas, que são mais econômicas.

Acne solar: formam-se lesões papulomatosas (bolinhas) vermelhas com ou sem pus, podendo ser doloridas como a acne comum. É provocada pela mistura da maior oleosidade da pele devido à sudorese, pelo uso do filtro solar e pela própria radiação solar. Recomenda-se lavar o rosto com um sabonete adequado ao tipo de pele, usar tônicos adstringentes e filtro solar com base aquosa ou em gel, visando diminuir a oleosidade.

Pitiríase versicolor (pano branco): causado por um fungo presente no couro cabeludo,  é mais comum em pessoas com pele oleosa e pode ser confundido com vitiligo.

Cuidados com as crianças

Em crianças, deve-se iniciar a aplicação de filtro solar a partir dos seis meses de idade, utilizando um produto adequado à pele do bebê, que é mais sensível. Recomenda-se buscar orientação com pediatra ou dermatologista sobre qual o melhor produto para cada tipo de pele, estimulando que crianças e jovens criem o hábito de usar o protetor solar diariamente.

É importante lembrar que deixar as crianças brincando na água com sabão na hora do banho é como deixar “roupas de molho”. A pele do lactante é muito fina, então deve-se retirar a criança da banheira assim que o banho terminar. Use sempre sabonete neutro, mesmo se optar pelos que podem ser utilizados também como xampu.

As crianças também apresentam suor intenso no verão e precisam se proteger muito bem do sol. Providencie roupas leves e, para pacientes de pele sensível ou com diagnostico de dermatite atópica, é pertinente lembrar que o suor é muito irritativo para toda a pele, sendo necessários mais banhos por dia, de preferência rápidos e mornos, como o bom e velho banho de mangueira. Suor sai com água, não precisa de sabonete.

Como se expor ao sol de maneira saudável para estimular a produção de vitamina D?
A vitamina D é um nutriente ativado na pele pelos raios solares UVB e também nos rins, sendo necessária para o desempenho de funções essenciais do corpo humano, como a formação e manutenção dos ossos, absorção de cálcio e funcionamento adequado de uma série de órgãos. Alguns alimentos, especialmente peixes gordos, são fontes de vitamina D, mas é o sol o responsável por 80% a 90% da síntese dessa vitamina. Nos últimos anos, uma grande parcela da população mundial (adulta e infantil) tem apresentado níveis baixos de vitamina D, o que pode favorecer a disfunção de uma série de processos no organismo. E os filtros solares, apesar de bloquearem eficientemente a radiação UVB, também fazem com que as regiões protegidas tenham menor síntese dessa vitamina.

A Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) recomenda que, antes de fazer suplementação oral, sejam realizados exames para medir os níveis individuais de vitamina D e, caso seja necessário, a reposição oral seja feita com acompanhamento médico.  A SBD incentiva a exposição direta ao sol de áreas do corpo que passam mais tempo cobertas, como pernas, costas, barriga, palmas das mãos e plantas dos pés, durante 5 a 10 minutos todos os dias, a fim de estimular a síntese de vitamina D sem sobrecarregar as áreas cronicamente expostas ao sol.

Não há, até o momento, evidências de que a suplementação ou níveis altos de vitamina D levem à proteção contra o câncer de pele, mas níveis baixos de vitamina D foram verificados em portadores de diferentes doenças. Sabe-se também que níveis muito elevados podem levar a graves danos nos rins.

A SBD esclarece que a radiação solar é essencial à vida no planeta e que seres humanos privados do sol podem desenvolver uma série de doenças físicas e psiquiátricas, sendo possível expor-se aos raios solares com cuidado, de forma leve e gradual, evitando queimaduras, câncer da pele e minimizando o envelhecimento.

Dra. Thaiz Santos Ochôa, dermatologista e prestadora de serviços no Hospital América de Mauá | Membro titular da Sociedade Brasileira de Dermatologia | CRM 121.336



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Dermatologista do Hospital América de Mauá alerta a população sobre os sintomas e riscos da Hanseníase

A Hanseníase, também conhecida como Mal de Hansen e historicamente como lepra, é uma doença infecciosa crônica causada por um microrganismo (bactéria) chamado Mycobacterium leprae. Ela é transmitida de pessoa para pessoa, principalmente no convívio com doentes sem tratamento.  “A bactéria é transmitida pelas vias respiratórias (pelo ar), não por objetos utilizados por pessoas infectadas. Estima-se que a maioria da população possua defesa natural (imunidade) contra o M. leprae, portanto a maior parte das pessoas que entra em contato com a bactéria não desenvolve a doença. Sabe-se também que a susceptibilidade ao M. leprae possui influência genética. Assim, familiares de pessoas com hanseníase possuem maior chance de também desenvolvê-la. A doença acomete principalmente os nervos superficiais da pele e os troncos dos nervos periféricos, localizados na face, no pescoço, nos braços e nas pernas, mas também pode afetar os olhos e órgãos internos (mucosas, testículos, ossos, baço, fígado etc.). Se não tratada logo no início, a doença quase sempre evolui, tornando-se transmissível e podendo atingir pessoas de qualquer sexo ou idade, incluindo crianças e idosos. Essa evolução ocorre, em geral, de forma lenta e progressiva, podendo levar a incapacitações físicas”, explica Dra. Thaiz Santos Ochôa, dermatologista e prestadora de serviços no Hospital América de Mauá.

A hanseníase se apresenta de diversas formas na pele, assemelhando-se, em muitos casos, a  doenças dermatológicas comuns, o que pode dificultar seu diagnóstico e atrasar o início do tratamento. Essa doença ainda configura um grave problema de saúde pública em muitos países, inclusive no Brasil. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), o Brasil e a Índia são os dois países mais endêmicos do mundo. Em 2009, os brasileiros representavam 15,4% (37.610 casos) dos portadores mundiais dessa doença, enquanto na Índia o índice era de 54,7% (133.717 casos), o que torna a hanseníase uma doença de notificação obrigatória. “A OMS registra por ano aproximadamente 250 mil casos novos de hanseníase no mundo, o que demonstra a persistência da transmissão dessa infecção nas últimas três décadas. Isso quer dizer que, mesmo com tratamento já estabelecido e fornecido gratuitamente pelos órgãos públicos, a hanseníase não foi erradicada. No Brasil, em 2012, as regiões Norte e Centro-oeste foram as que apresentaram os maiores índices de notificações de novos casos de hanseníase”, aponta Dra. Thaiz.

No dia 26 de janeiro, comemora-se o Dia Nacional de Combate e Prevenção da Hanseníase (Janeiro Roxo). A data, celebrada sempre no último domingo do mês, reforça o compromisso de controlar a hanseníase e oferecer o diagnóstico e o tratamento corretos da doença, bem como difundir informações e acabar com o preconceito.  Durante todo o mês, a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), com intermédio do Departamento de Hanseníase e da Sociedade Brasileira de Hansenologia (SBH), promove campanhas e ações educativas para a população.

Segundo a Dra. Ochôa, os principais sinais e sintomas da hanseníase são “manchas ou áreas da pele esbranquiçadas, acastanhadas ou avermelhadas, com alterações de sensibilidade ao calor e/ou ao tato, podendo ou não ser dolorosas; formigamentos, choques e câimbras nos braços e nas pernas, que evoluem para dormência – a pessoa se queima ou se machuca sem perceber; aparecimento de pápulas e nódulos (caroços), normalmente sem sintomas; diminuição ou queda de pelos no corpo ou no local da lesão, podendo acometer os pelos das sobrancelhas (madarose); pele infiltrada (avermelhada), com diminuição ou ausência de suor no local; diminuição e/ou perda de sensibilidade nas áreas dos nervos afetados, principalmente nos olhos, nas mãos e nos pés; entupimento, feridas e ressecamento do nariz; ressecamento e sensação de areia nos olhos.

 No estágio inicial da doença, a lesão de pele pode ser única, mais clara do que a pele ao redor (formando uma mancha), não apresentar elevação (sem alteração de relevo), com bordas mal delimitadas e seca (“não pega poeira”, já que não ocorre sudorese na área afetada). Também há perda da sensibilidade (hipoestesia ou anestesia) térmica e/ou dolorosa, mas a tátil (capacidade de sentir o toque) geralmente permanece preservada. “Para direcionar o tratamento da doença, o paciente, no momento do diagnóstico, é colocado numa tabela de classificação que possui dois polos: de um lado, os pacientes com maior imunidade e que, na maioria das vezes, possuem menos lesões; no lado oposto, pacientes com baixa imunidade à bactéria e que possuem mais lesões. O diagnóstico da hanseníase deve ser baseado, essencialmente, no quadro clínico do paciente. Quando disponíveis, com resultados de qualidade e confiáveis, exames subsidiários (baciloscopia e biópsia de pele) podem ser feitos. O teste de sensibilidade também pode ser realizado pelo médico”, ressalta a especialista.

O tratamento da hanseníase se dá por meio de medicação e por poliquimioterapia, que, dependendo do estágio da doença no momento do diagnóstico, pode ter duração de 6 meses a 1 ano. O tratamento é supervisionado por agentes de saúde e possui doses controladas, de acordo com a regulamentação do Ministério da Saúde. “É imprescindível avaliar a integridade da função neural no momento do diagnóstico, na ocorrência de estados reacionais (durante o tratamento) e na alta por cura (término da medicação). O grau de incapacidade física é uma medida que indica existência de perda da sensibilidade protetora e/ou deformidade visível em consequência de lesão no nervo. A prevenção de incapacidades na hanseníase inclui um conjunto de medidas que visam evitar a ocorrência de danos físicos, emocionais e socioeconômicos, e a principal forma de preveni-los é o diagnóstico precoce. O objetivo geral da prevenção é proporcionar ao paciente, durante o tratamento e após a alta, a manutenção ou melhora de sua condição física, socioeconômica e emocional. Considerada a doença mais antiga da humanidade, a hanseníase tem cura, mas ainda é um grave problema de saúde pública”, finaliza.

Dra. Thaiz Santos Ochôa | Dermatologista | CRM 121.336 | Prestadora de Serviços no Hospital América de Mauá | Membro titular da Sociedade Brasileira de Dermatologia


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O coração é a fonte de vida do corpo humano.

Ao completarmos 80 anos, nosso coração terá batido mais de 3 bilhões de vezes.

Ao longo de um dia, são 7.500 litros de sangue circulando por nossos vasos sanguíneos.

E, para que o sangue bombeado alcance todo o nosso corpo, são necessários apenas 50 segundos.

É um esforço que não deve ser desrespeitado.

Por isso, é preciso tratar o coração com carinho.

É o que explica o Dr. João Breda, professor da Unifesp, cirurgião cardíaco, chefe do serviço de cardiologia e cirurgia cardíaca, incluindo o serviço de cirurgias cardíacas minimamente invasivas, do Hospital América.


Com o objetivo de prevenir e diagnosticar doenças cardíacas, o Hospital América lança mais um pacote de consulta e exames, o Na Sua Medida – Check-up Cardiológico, que inclui consulta, retorno com o especialista e exames com preços acessíveis. Para atender as necessidades específicas de cada faixa etária, o programa é divido em dois pacotes: pacientes com até 40 anos e pacientes acima de 40 anos.

Todos os exames são realizados no próprio Hospital América, o que, além de proporcionar mais comodidade ao paciente, evita custos com deslocamentos, reduz o tempo de coleta e agiliza a liberação dos resultados.

O agendamento é realizado através da nossa Central de Atendimento, pelo telefone: (11) 4544-2085, pelo nosso site https://hospitalamerica.com.br/agendamento/consultas/ ou pelo WhatsApp http://bit.ly/2nADmnq.


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Nós sempre costumamos associar comida a comemorações, e as festas de final de ano talvez sejam o exemplo mais emblemático disso. Em todo caso, o melhor caminho é buscar o equilíbrio e a moderação.

– Quais são os excessos mais comuns cometidos no final do ano e suas principais consequências? 

Gorduras: consumidas em excesso, sobretudo as de origem animal, sobrecarregam o sistema digestivo, tendo impacto importante no fígado e nas vias biliares, bem como no sistema cardiocirculatório.

Álcool: o consumo de álcool acarreta uma grande sobrecarga no fígado, que consegue metabolizar em torno de 10 ml/hora da substância. Ou seja, o consumo acima de 240 ml de álcool pode demorar um dia inteiro para ser metabolizado. Além disso, os efeitos no sistema nervoso central são evidentes: euforia, disforia (a pessoa fica agitada e ansiosa, podendo evoluir para a agressividade) e depressão do estado de alerta, podendo levar ao coma alcoólico (quando o indivíduo fica inconsciente). Existe também o risco de o abuso de álcool evoluir para pancreatite aguda alcoólica, uma inflamação do pâncreas que pode ser muito grave, com risco de morte.

Açúcar: mesmo em indivíduos sem problemas relacionados à insulina, o consumo exagerado de açúcar pode, sim, elevar as taxas de glicemia e, com isso, causar danos nos tecidos, sobretudo no fígado e pâncreas. Outro fator importante relacionado ao abuso do consumo de açúcar se faz notar no aumento de peso, da chamada “massa gorda”, podendo induzir também outras situações, como aumento das taxas de triglicérides.

– Que doenças podem ser causadas ou agravadas por esses excessos?

O abuso no consumo de bebidas alcoólicas e de alimentos ricos em açúcar e gorduras pode acarretar diversos distúrbios, principalmente porque na maioria das vezes essas três substâncias são consumidas em grandes quantidades na mesma refeição. Entre as doenças mais comuns, podem ser citadas como exemplos:

      • Gastrite e esofagite aguda
      • Pancreatite
      • Diarreia provocada pelo excesso de gordura e álcool
      • Infiltração gordurosa no fígado
      • Alterações no comportamento e psiquismo
      • Sobrecarga do sistema cardiovascular 

– Quem deve tomar mais cuidado?

De um modo geral, ao abusar dessas substâncias, todos estão se expondo a riscos. Entretanto, são mais vulneráveis crianças, idosos e pessoas diabéticas, hipertensas ou portadoras de doenças cardiocirculatórias. 

 – Como se prevenir?

Vivemos em um país tropical e nossas comemorações ocorrem em pleno verão.  Meu conselho é que se priorize o consumo de frutas frescas (sempre há uma linda mesa delas nas decorações das festas), água (as saborizadas são deliciosas e saudáveis) e que se reduza o consumo de alimentos ricos em gordura e açúcar. Quanto ao álcool, é importante não misturar bebidas – destilados e fermentados – e limitar-se a 3 doses por dia.

A melhor prevenção é evitar o consumo de gorduras, açúcar e álcool entre 3 e 4 dias antes da data da festa.  Também podem ser utilizados protetores hepáticos, que têm função de “amortecer” os impactos, assim como os protetores gástricos, como o Pantoprazol, que também atuam como auxiliadores no controle dos danos. 

Dra. Maria Bernadette Zambotto Vianna, coloproctologista, colonoscopista e prestadora de serviços no Hospital América de Mauá |Cremesp 83319

 


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Buscamos constante aprimoramento e evolução. Recentemente, além de revitalizarmos nossa logomarca, conquistamos o Selo de Certificação ONA II. Desde então, somos o único hospital de Mauá a possuir esse selo. Visando sempre oferecer conforto aos nossos pacientes, modernizamos e ampliamos nossas unidades de internação. São mais de 1200 atendimentos diários com profissionalismo e respeito à sua saúde. Hospital América, todo cuidado que sua saúde merece em um só lugar.

 

Você sabia que o Hospital América cuida da saúde da população de Mauá há mais de 20 anos?

Buscamos constante aprimoramento e evolução. Recentemente, além de revitalizarmos nossa logomarca, conquistamos o Selo de Certificação ONA II. Desde então, somos o único hospital de Mauá a possuir esse selo. Visando sempre oferecer conforto aos nossos pacientes, modernizamos e ampliamos nossas unidades de internação. São mais de 1200 atendimentos diários com profissionalismo e respeito à sua saúde. Hospital América, todo cuidado que sua saúde merece em um só lugar.

Publicado por Hospital América de Mauá em Sexta-feira, 6 de dezembro de 2019


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05/12/2019 Sem categoria

Dr. Claudio Roberto Gonsalez, infectologista do Hospital América, participou da live “América Responde”, no último dia 03 de dezembro. Na live, o doutor respondeu questões sobre a campanha Dezembro Vermelho – HIV (Vírus da Imunodeficiência Humana) e a Aids (Síndrome da Imunodeficiência Adquirida).

Assista e confira!

América Responde com o Dr. Claudio Roberto Gonsalez, infectologista. Envie sua pergunta. Agende sua consulta pelo WhatsApp: http://bit.ly/2pPFxok

Publicado por Hospital América de Mauá em Terça-feira, 3 de dezembro de 2019


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Dermatologista do Hospital América de Mauá alerta a população sobre a prevenção e o diagnóstico do câncer de pele

Em 2019, segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA), estimam-se, no Brasil, 85.170 novos casos de câncer de pele não melanoma entre homens e 80.410 entre mulheres. Esses valores correspondem a aproximadamente 82,53 casos a cada 100 mil homens e 75,84 a cada 100 mil mulheres. O câncer de pele é um tumor de pele maligno, provocado pelo crescimento anormal e descontrolado das células que compõem a pele. “A radiação ultravioleta é a principal responsável pelo desenvolvimento de tumores cutâneos, e a maioria dos casos está associada à exposição excessiva ao sol ou ao uso de câmaras de bronzeamento”, explica Dra. Thaiz Santos Ochôa, dermatologista e prestadora de serviços no Hospital América de Mauá.

Existem três tipos de câncer de pele: “O carcinoma basocelular, mais frequente e com alto percentual de cura; o carcinoma espinocelular, de incidência média; e o melanoma, o tipo mais grave e mais raro.  Em qualquer um desses casos, a doença é curável se detectada em estágio inicial”, esclarece a especialista.

De acordo com a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), os erros mais frequentes na prevenção do câncer de pele são não usar filtro solar diariamente, não o reaplicar durante o dia, achar que em dias nublados ou chuvosos ele não é necessário ou usar maquiagens que contenham filtro e acreditar que sejam suficientes para se proteger dos raios solares. “Outros erros comuns são usar o filtro solar só no rosto e se esquecer do corpo, se expor ao sol para se bronzear, fazer bronzeamento artificial e não ir ao dermatologista regularmente. O sol não é um vilão, mas a exposição solar indiscriminada, desprotegida e intermitente pode fazer mal, já que os raios solares são o principal fator de risco para o câncer da pele”, lembra a doutora.

O autoexame no espelho e a consulta com o dermatologista são a melhor forma de detectar lesões e prevenir o câncer. “Na consulta, realizamos o exame físico da pele. Junto com o exame físico, também usamos uma técnica chamada dermatoscopia para avaliar as lesões. Com o dermatoscópio, que é uma lente de aumento especial com fonte de luz própria, observamos a lesão e, se houver indicação, realizamos a biópsia da pele”, explica Ochôa.

Somente o exame clínico ou uma biópsia, ambos feitos pelo dermatologista, podem diagnosticar o câncer de pele, mas é importante estar sempre atento aos seguintes sintomas: “Lesão na pele que possua aparência elevada e brilhante, translúcida, avermelhada, castanha, rósea ou multicolorida, com crosta central e que sangre facilmente; alguma pinta preta ou castanha que mude de cor, textura ou torne-se irregular nas bordas e cresça de tamanho; mancha ou ferida que não cicatriza e que continue a crescer, apresentando coceira, crostas, erosões ou sangramento”, pontua a médica.

Além do uso do filtro solar, existem diversas formas de proteger a pele do corpo todo contra os raios UVA e UVB do sol. “É importante ressaltar que a proteção solar deve ser feita tanto em momentos de lazer quanto no caso de pessoas que trabalham sob o sol. No caso do trabalhador que exerce atividades ao ar livre, equipamentos de proteção individuais, como chapéus de abas largas, óculos escuros, roupas que cubram boa parte do corpo e protetor solar, são itens obrigatórios no dia a dia, para evitar que a exposição prolongada cause problemas de saúde”, finaliza.

Dra. Thaiz Santos Ochôa, dermatologista e prestadora de serviços no Hospital América de Mauá | Membro Titular da Sociedade Brasileira de Dermatologia | CRM 121336

 



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Telefone: (11) 4544.2085





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