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01/10/2020 Sem categoria

De acordo com o Instituto Nacional do Câncer (INCA), o câncer de mama é a neoplasia de maior incidência entre as mulheres em todo o mundo.

Estimativa de novos casos: 66.280 (2020 – INCA)

O câncer de mama é um tumor maligno causado pela multiplicação anormal das células da mama. “Há vários tipos de câncer de mama; 90% dos cânceres ocorrem nos ductos ou nos lóbulos. Quando está em fase inicial chama-se “In situ” – e quando a doença rompe o ducto ou lóbulo é chamado de “Invasivo”. O mais comum é o carcinoma ductal invasivo, o segundo tipo mais frequente é o carcinoma lobular invasivo, sendo que 30% dos casos são bilaterais. Temos ainda o carcinoma ductal in situ, carcinoma medular, carcinoma mucinoso, carcinoma tubular, entre outros”, explica a Dra. Thais Santarossa, mastologista, prestadora de serviços no Hospital América.

O câncer de mama é dividido em quatro estadios ou estágios, conforme a expansão da doença. “O estadiamento do câncer da mama é baseado no tamanho do tumor, quantidade de linfonodos axilares comprometidos e metástases à distância. Atualmente, temos uma mudança no estadiamento, no qual foi somado achados clínicos e imuno-histoquímicos”, esclarece a doutora.

Os principais sintomas do câncer de mama podem ser notados por alterações na mama. “Nódulos mamários, alteração na pele da mama, como vermelhidão, retração, aspecto casca laranja, alterações no mamilo, saída de secreção no mamilo, tipo água de rocha ou sanguinolenta, nódulos na axila, dor não é comum sentir em casos de câncer”, explica a mastologista.

Todas as mulheres devem fazer um acompanhamento anual com o seu ginecologista e, a partir dos 40 anos todas devem fazer o exame de mamografia anualmente. “O principal exame para detectar o câncer de mama é a mamografia. Os demais exames são complementares e têm sua indicação de acordo com cada caso, como por exemplo, a ultrassom das mamas e a ressonância magnética das mamas”, recomenda Santarossa.

O câncer de mama não tem uma causa única, diversos fatores estão relacionados ao aumento do risco de desenvolver a doença. “O risco aumenta com a idade, a maioria dos cânceres de mama são diagnosticados em mulheres acima de 55 anos. Apenas 5-10% dos casos de câncer de mama são hereditários, ou seja, por defeitos genéticos herdados”, lembra a médica.

Existem diversos tratamentos indicados para o câncer de mama. “O tratamento adequado depende do estadio da doença, mas basicamente consiste em cirurgia, quimioterapia e hormonioterapia”, comenta a especialista.

A prevenção do câncer de mama é feita através do exame clínico anual, com o ginecologista e/ou mastologista, somada a mamografia, dessa forma é possível fazer o diagnóstico precoce do câncer e seu tratamento adequado. “O câncer de mama tem cura, principalmente se diagnosticado em estadio inicial. Por isso é muito importante a mulher realizar seus exames de rotina anualmente”, finaliza.

Em caso de dúvida, consulte sempre seu médico.

Dra. Thais Santarossa, mastologista e prestadora de serviços no Hospital América de Mauá | CRM 125166

 



01/09/2020 Sem categoria

Idealizada em 2014, pelo “Instituto Lado a Lado Pela Vida”, a campanha foi escolhida por tratar do mês em que acontece o Dia Mundial do Coração, 29/09. Segundo a entidade, a conscientização sobre as doenças cardíacas é vital para controlar o número de óbitos relacionados ao órgão, que chega a 43% no mundo.  Os hábitos de vida inadequados influenciam diretamente o surgimento futuro de doenças cardíacas. A má alimentação, principalmente com o consumo excessivo de carboidrato simples (contidos em alimentos com farinha branca), de gorduras saturadas de origem animal, excesso de sal e a ingestão excessiva de bebidas alcoólicas, predispõem ao surgimento de doenças, como o diabetes, dislipidemia (problemas de colesterol) e a hipertensão arterial. “Essas condições, a longo prazo são importantes fatores de risco para infarto. O sedentarismo e tabagismo também são hábitos que devem ser abolidos, uma vez que, aumentam significativamente as taxas de doenças cardiovasculares. Pessoas que nunca sofreram eventos cardíacos e que não tem histórico familiar de doença cardíaca entre pais e/ou irmãos, devem passar por avaliação com cardiologista a partir dos 35 anos de idade. Aqueles com histórico de doenças cardíacas entre pais e/ou irmãos devem ser avaliados aos 30 anos. A partir disso, o médico determina os exames complementares a serem realizados e a periodicidade das futuras avaliações”, explica o Dr. Eduardo Moreira dos Santos, médico cardiologista clínico, intervencionista e prestador de serviços no Hospital América de Mauá.

O aumento do triglicérides não influencia diretamente o surgimento de doenças cardíacas. No entanto, frequentemente, o aumento dos triglicérides está relacionado ao aumento das taxas de açúcar no sangue, manifesto pelo diabetes, pré-diabetes e intolerância à glicose e, esses sim, são importantes fatores de risco para as doenças cardíacas. Por outro lado, a dislipidemia manifesta-se pelo aumento dos colesteróis maléficos ao coração (LDL), um importante fator de risco para doença cardíaca.

O infarto é a principal causa de morte por doença cardíaca, e uma das principais causas de morte em todo o mundo. Espera-se que em 2030, o Brasil seja um dos campeões mundiais em número de infarto e por isso a identificação pela população dos sintomas do infarto é muito importante. “Habitualmente se manifesta por angina, que é a dor no peito, em queimação ou opressão, que pode irradiar para os membros superiores e mandíbula. Geralmente, tem início enquanto o paciente se encontra em repouso e tem duração prolongada (maior que 20 minutos). Médicos e pacientes devem estar atentos a algumas populações específicas que podem não manifestar sintomas de infarto da forma típica como descrita acima. Mulheres, idosos e diabéticos podem sentir apenas um desconforto torácico inespecífico ou dispneia (sensação de falta de ar) e, em alguns casos, podem sofrer infarto sem apresentar nenhum sintoma. O rápido reconhecimento dos sintomas pelo paciente deve ser um sinal de alerta para que procure um hospital e seja atendido pelo médico de forma a agilizar o diagnóstico e receber o tratamento adequado”, ressalta o cardiologista.

Alguns fatores, como a idade influencia diretamente as taxas de sobrevivência ao infarto. Como o processo de acúmulo de gordura na parede dos vasos sanguíneos se inicia desde a infância e vai até o final da vida, pode-se assumir que quanto maior a idade, maior a propensão de um indivíduo desenvolver um infarto. “Pacientes com mais de 75 anos tem maior taxa de mortalidade que pacientes mais jovens. A qualidade de vida do paciente antes de sofrer o evento cardiovascular também influencia na sobrevida futura do paciente, principalmente, no que se refere a reabilitação cardiovascular após o infarto, uma vez que a capacidade de realizar exercícios físicos, além do hábito de já realizá-los antes do evento, facilitam tal reabilitação”, pontua o especialista.

A principal verdade é que o sedentarismo é um importante fator de risco para doenças cardiovasculares. Qualquer nível de atividade física é melhor que não realizar atividade física alguma. “Idealmente, todos nós devemos realizar, no mínimo, 30 minutos de atividades físicas aeróbicas (como caminhada, bicicleta ou corrida) cinco vezes por semana. Sempre que possível, a associação de exercícios anaeróbicos deve ser feita, sempre sob orientação médica, com a finalidade de proporcionar fortalecimento muscular e melhora da própria capacidade de desempenhar atividade física aeróbica”, finaliza o médico.

Dr. Eduardo Moreira dos Santos, cardiologista clínico, intervencionista e prestador de serviços no Hospital América de Mauá.


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A Aliança Mundial para Ação de Aleitamento Materno (WABA, em inglês) definiu o tema da Semana Mundial de Aleitamento Materno 2020: “#WBW2020 Support breastfeeding for a healthier planet”. Em tradução livre não oficial, “Apoie a amamentação para um planeta mais saudável”.






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Vila Bocaina – Mauá/SP
Telefone: (11) 4544.2085





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