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Dicas Dia Mundial do Coração - 29/09/2018

Adicionado em 13.09.2018 - Voltar para notícias

Em setembro, também é comemorado o mês do coração. Um alerta a prevenção sobre as doenças cardiovasculares, os principais fatores de risco e como mudar hábitos para levar uma vida mais saudável.

Os hábitos de vida inadequados influenciam diretamente o surgimento futuro de doenças cardíacas.
A má alimentação, principalmente com o consumo excessivo de carboidrato simples (contidos em alimentos com farinha branca), de gorduras saturadas de origem animal, excesso de sal e ingestão excessiva de bebidas alcoólicas predispõem ao surgimento de doenças como o diabetes, dislipidemia (problemas de colesterol) e hipertensão arterial.
Pessoas que nunca sofreram eventos cardíacos e que não tem histórico familiar de doença cardíaca entre pais e/ou irmãos dever passar por avaliação com cardiologista a partir dos 35 anos de idade.
Aqueles com histórico de doenças cardíacas entre pais e/ou irmãos devem ser avaliados aos 30 anos.
Espera-se que em 2030 o Brasil seja um dos campeões mundiais em número de infarto e por isso a identificação pela população dos sintomas do infarto é muito importante.
Habitualmente se manifesta por angina, que é a dor no peito, em queimação ou opressão, que pode irradiar para os membros superiores e mandíbula. Geralmente tem início enquanto o paciente se encontra em repouso e tem duração prolongada (maior que 20 minutos).
Mulheres, idosos e diabéticos podem sentir apenas um desconforto torácico inespecífico ou dispneia (sensação de falta de ar) e, em alguns casos, podem sofrer infarto sem apresentar nenhum sintoma.
A idade influencia diretamente as taxas de sobrevivência ao infarto: pacientes com mais de 75 anos tem maior taxa de mortalidade que pacientes mais jovens.
A principal verdade é que o sedentarismo é um importante fator de risco para doenças cardiovasculares.
Qualquer nível de atividade física é melhor que não realizar atividade física alguma. Idealmente, todos nós devemos realizar, no mínimo, 30 minutos de atividades físicas aeróbicas (como caminhada, bicicleta ou corrida) cinco vezes por semana.
Sempre que possível, a associação de exercícios anaeróbicos deve ser feita, sempre sob orientação médica, com a finalidade de proporcionar fortalecimento muscular e melhora da própria capacidade de desempenhar atividade física aeróbica.


Doutor Eduardo Moreira dos Santos
CRM-SP 141.531
Médico cardiologista clínico e intervencionista
Prestador de Serviços no Hospital América de Mauá.